Warning: Cannot modify header information - headers already sent by (output started at /home/correiod/public_html/index.php:1) in /home/correiod/public_html/mainfile.php on line 168
=:Correio da Fronteira:=

 Menu
 Inicio
 Registro
 Administrador
 Menu
 Torpedos
 Downloads
 Enquete
 Galeria de Fotos
 Seus Links
 Recomende-nos
 Internet_TV
 Artigos
 Internet_Radio3
 Publicações
 Conteudos
 Album
 Estatística
 Fale Conosco

· Procurar

 Radio On
Ouça Agora:
Nenhuma opção foi escolhida



<a href=''>Play Nenhuma opção foi escolhida</a>

Abrir em janela pop-up

 Previsão

 Visitas
Até o momento, recebemos
11959572
vizualizações de páginas (page views) desde July 2007

 Apoios:




DA HORA
Diversos 2016 16h21

Equipe da DOF apreende mais de uma tonelada de maconha na MS 156 em Caarapó

Foto: Divulgação

Salim Rolim Amira, 46 anos, morador na cidade de Amambai, foi preso por uma das equipes operacionais do DOF (Departamento de Operações de Fronteira), transportando grande quantidade de maconha em uma caminhonete roubada.

O fato ocorreu na noite dessa quarta-feira, dia 15 de junho, durante bloqueio policial na rodovia MS-156, região de Caarapó, quando abordaram um veículo GM-S-10, de cor branca, com placas de Ivinhema, dirigida por Salim e em vistoria no veículo fora encontrada grande quantidade de droga no banco traseiro da caminhonete.

Salim foi detido e os policiais realizaram uma busca em todo o veículo, encontrando mais droga na carroceria, totalizando 1.140 tabletes de maconha que totalizaram 1.192 quilos da droga. Foram localizados ainda duas garrafas pet contendo 2,5 quilos de semente de maconha.

Essa modalidade de tráfico é conhecida como "cavalo doido", que sempre leva grandes quantidade de droga em veículos que saem da fronteira com a droga, partindo para o dito tudo ou nada.

Os policiais fizeram ainda procedimentos de identificação veicular, sendo constatado que o veículo possuía placas "frias", sendo a original de Pereira Barreto, no interior de São Paulo, cidade de onde o veículo foi roubado.

Salim relatou que pegou o veículo já preparado com a droga em um posto em Amambai e, que sua missão seria levá-lo até um posto de combustível em Dourados, onde outro motorista assumiria a carga, recebendo por esse transporte a quantia de 5 mil reais.

O caso foi registrado com tráfico de drogas, receptação e adulteração dos sinais de identificação de veículo na Defron (Delegacia Especializada de Repreensão aos Crimes de Fronteira), Dourados.

ção conjunta apreende 19 celulares no presídio, em Amambai

Trabalho envolveu agentes penitenciários e policiais militares.

Clique na Imagem para ampliá-la

Os telefones celulares encontrados em poder de presos nas celas do presídio, em Amambai. A operação que resultou na apreensão envolveu agentes penitenciários e policiais militares. (Foto: Divulgação PM)

Vilson Nascimento

Uma ação conjunta envolvendo agentes penitenciários e policiais lotados na 3ª Companhia Independente de Polícia Militar (3ª CIPM) resultou na apreensão, na manhã dessa quinta-feira, dia 16 de junho, de 19 telefones celulares no interior do presídio, em Amambai.

Os celulares foram encontrados nas celas do PAM (Presídio de Amambai), que tem capacidade para 67 detentos no regime fechado, mas atualmente abriga mais de 215.

Em entrevista a sua assessoria de imprensa, o diretor-presidente da Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário) em Mato Grosso do Sul, Ailton Stropa Garcia, disse que a revista geral no PAM foi uma ação de rotina e teve como objetivo a manutenção da ordem e disciplina, mas não deu nenhuma explicação de como os celulares foram parar nas mãos dos detentos nas celas, já que o presídio conta com um rígido sistema de segurança e controle em relação ao acesso de pessoas.

Todo o material apreendido permaneceu em poder da Agepen para serem adotadas as providências cabíveis.

16h25

Força Nacional e MP chegam à Caarapó para conter guerra noBombeiros que foram acionados para transportar feridos e policiais militares foram atacados. Grupo de pelo menos 50 homens cercou os PMs. Armas de grosso calibre foram roubadas. De acordo com relato de autoridades, três policiais militares foram espancado

 campo

A Força Nacional já está em Caarapó para tentar conter a guerra no campo que começou com tentativa frustrada de retomada de área ocupada por guaranis-cauiás, domingo passado.

O procurador Marco Antônio e o tenente-coronel PM Carlos Silva, comandante do 3º Batalhão PM de Dourados estão reunidos naquele município com lideranças e ruralistas. A Força vai para apoiar Polícias Militar, Federal e Rodoviária Federal, a restabelecer a ordem pública e preservar o patrimônio.

Durante o confronto entre indígenas e pistoleiros, um agente de saúde indígena foi morto e pelo menos seis ficaram feridos a tiros. O Douradosagora acompanhou tudo no cenário de guerra travada entre indígenas e seguranças armados que chegaram, terça-feira, em pelo menos 50 caminhonetes, atirando, para tentar afugentar os guaranis-caiuás que ocuparam, domingo passado, a fazenda Ivu, que fica na vizinhança da Aldeia Tey Kuê.

O confronto aconteceu numa estrada de chão, ladeada por lavoura de cana, de acesso entre Caarapó e Laguna Carapã. O clima começou a ficar tenso ainda no domingo, quando a proprietária rural denunciou à Polícia Civil a ocupação de parte da fazenda.

Conforme noticiado pelo DouradosAgora, homens armados que seriam funcionários de fazendeiros naquela região, tentaram reaver a terra. Houve tiroteio, pauladas, atropelamentos e indígenas reagiram, cumprindo a promessa de ficar na terra que eles reivindicam, até a morte.

Bombeiros que foram acionados para transportar feridos e policiais militares foram atacados. Grupo de pelo menos 50 homens cercou os PMs. Armas de grosso calibre foram roubadas. De acordo com relato de autoridades, três policiais militares foram espancados. O tenente-coronel PM Carlos Silva, comandante do 3º BPM de Dourados, disse ao Douradosagora que os indígenas ameaçavam atear fogo nas guarnições.

Ninguém escapou do confronto, inclusive mulheres empunhando facões que partiam para cima dos policiais. O vereador indígena, Dario Ramirez, tentou mediar o conflito e acompanhar os feridos. Mas a situação piorava. De acordo com a polícia, um caminhoneiro que retornava de uma fazenda, carregando uma colheitadeira, foi arrancado da cabine. Ambos veículos foram incendiados.

Um funcionário da fazenda invadida disse que só deu tempo de retirar alguns equipamentos e deixar o local, pouco antes do confronto que contou com atuação da Polícia Federal e Bope, de Campo Grande. Helicóptero da Polícia Rodoviária Federal (PRF/MS) sobrevoava a área de conflito, onde indígenas atearam fogo nas lavouras.

O comandante Carlos Silva, disse que as armas tomadas pelos indígenas representa alto risco à segurança. A expectativa é que, hoje, os índios devolvam os armamentos.

 


Clique aqui (comentários? | Pontos: 0)

GIROFLEX
Computer Music

Advogada desmente morte do filho de traficante 'rival' de Rafaat e pede segurança

Pavão está preso em Assunção

Após a morte de Jorge Rafaat Toumani na noite de quarta-feira (15), surgiram boatos que o crime teria sido planejado pela família de Jarvis Chimenes Pavão, narcotraficante que está preso em Assunção desde 2009. A informação de que a morte de um dos filhos de Jarvis teria dado início à 'guerra' na fronteira foi desmentida por uma advogada.

Conforme o site paraguaio ABC Color, a advogada de Jarvis fez pedido para fortalecer a custódia do narcotraficante no presídio de Tacumbú, em Assunção. Ela ainda nega qualquer rivalidade com Jorge Rafaat. Em resposta ao tiroteio e morte do empresário Rafaat, a advogada de Pavão, Laura Casuso, pediu mais segurança para o cliente, temendo represálias, e também para os membros da família.

“Embora eu não tenha tido contato com ele, entrei em contato com o guarda geral e fui informada que ele estava bem”, disse a advogada. Ela ainda negou que um dos filhos de Pavão tenha sido morto, fato que poderia ter dado início a uma vingança. “Os nove filhos estão bem”, afirmou Laura, que ainda complementou “Nenhum deles é responsável pelos erros que foram cometidos ou não pelo seu pai”.

Por fim, a advogada negou qualquer disputa entre Jarvis e Rafaat e disse que os dois teriam um bom relacionamento. Ela também negou ligações de Pavão com o PCC (Primeiro Comando da Capital).

'Era um homem livre', define Senad paraguaia sobre Rafaat, apontado como chefe do tráfico

No Brasil, ele tinha condenação por lavagem

Tido como um dos barões do narcotráfico na fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai, Jorfe Rafaat Toumani, 56 anos, executado ontem, em Pedro Juan Caballero, cidade vizinha a Ponta Porã, “podia se mover livremente”, tanto do lado de lá quanto do de cá, segundo declaração dada nesta quinta-feira pelo titular da Senad (Secretaria Nacional Antidrogas) do Paraguai, Luis Rojas, ao ser questionado por jornalistas do país vizinho sobre, porque, diante da fama e dos rastros indicando atividade ilegal de Rafaat, ele continuava livre. “Não tinha ordem de prisão nem no Brasil nem no Paraguai”, afirmou Rojas.

Apesar de não haver ordem de prisão no momento, Rafaat é antigo conhecido dos órgãos de segurança no Brasil, onde é investigado por ligações com organizações criminosas desde a década de 1990. Primeiro, foi por contrabando de café, contravenção que foi a origem de muitos dos chefes do tráfico no Estado, e depois por tráfico de armar e de drogas, além de lavagem de dinheiro. Esse último crime é o único pelo qual tem condenação em Mato Grosso do Sul. Chegou a cumprir pena, mas conseguiu anular parte de uma condenação, a 10 anos de reclusão, e sua defesa, representada pelo advogado criminalista Manoel Cunha Lacerda, tentava, no STJ (Superior Tribunal de Justiça) anular o restante. O recurso estava aguardando a decisão da corte. Lacerda foi procurado, mas não foi localizado em seu escritório.

Em Campo Grande, na vara da Justiça Federal que cuida dos processos de lavagem de dinheiro e evasão de divisas, há no momento pelo menos uma ação em trâmite contra ele, na qual é denunciado pelo MPF (Ministério Público Federal), novamente por legalizar dinheiro supostamente sujo.

Em um dos recursos da defesa de Rafaat, no STJ (Superior Tribunal de Justiça), contra a condenação de 2005, consta que, segundo as investigações, ele usava um laranja para movimentações financeiras, além de uma empresa de comercialização de cereais.

Em 2001, a Polícia Federal em Ponta Porã chegou a pedir a prisão de Rafaat, alegando que, após apreensão em uma de suas propriedades, de itens que indicavam envolvimento com o tráfico, ele não foi localizado para ser ouvido. A defesa foi ao STF (Supremo Tribunal Federal), pedindo habeas corpus, alegando que a prisão apenas para produzir provas contra ele não fazia sentido. O pedido foi negado e não há conhecimento se essa investigação prosperou.

Em 2007, quando ele ficou preso em Campo Grande, em outro pedido de habeas corpus no STF, a informação é de que havia contra ele a acusação de envolvimento com a apreensão de 488 quilos de cocaína, no Mato Grosso.

“Sem provas”

Na fronteira, Rafaat era bastante conhecido e se apresentava como empresário influente, dono de lojas e produtor rural. Dizia, conforme jornais paraguaios, que nasceu em Assunção, mas seu documento era de Ponta Porã, portanto era cidadao brasileiro. Era conhecido, também, como Sadam, em referência ao ditador Iraquiano. Em torno dele, havia um forte esquema de segurança.

Nos jornais do Paraguai, a execução de Rafaat é um dos principais assuntos hoje. Em reportagem do jornal ABC Color, o titular da Senad disse que havia que não havia provas para poder processá-lo, apesar das apurações. “(Rafaat) não tinha ordem de prisão nem no Brasil, nem no Paraguai. Ele podia se mover livremente. Entretanto, o fato de não estar imputado não significa que não houvesse investigação”, disse.

“Ainda não tínhamos os elementos contundentes. Desde que trocamos o foco da investigação, não apenas ele (Rafaat) foi investigado como vários outros, que ainda estão sendo investigados. A droga é dinheiro. A única razão de ser é o dinheiro”, disse Rojas.

Segundo o jornal paraguaio, o titular da Senad manifestou que o novo mecanismo da secretaria não é apreender a droga, mas sim atacar o sistema financeiro do narcotraficante, dos grandes chefes do tráfico. “Agora podemos dizer que ele (Rafaat) foi um objetivo regional de vários países”, afirmou Rojas.

Jorge Rafaat foi morto junto com outras duas pessoas na noite de ontem em um ataque que aconteceu no centro de Pedro Juan Caballero. Dezenas de pistoleiros atacaram o jipe blindado em que ele estava, com armas pesadas

Policiais dizem que foram espancados por índios e perderam armas

 

Policiais dizem que foram espancados por índios e perderam armas

Três policiais militares do batalhão de Caarapó, município a 283 km de Campo Grande, foram espancados por índios que ocupam a fazenda Ivu, nos arredores da aldeia Tey Kuê, e perderam as armas. O fato ocorreu na manhã de hoje (14), quando a equipe da PM foi ao local para verificar a denúncia de que funcionários da fazenda estariam sendo mantidos como reféns dos índios.

Os PMs estão com ferimentos na cabeça, nas costas e nos braços, provocados por golpes com pedaço de pau. Eles foram libertados depois que uma equipe da força tática foi ao local e conseguiu convencer os índios a soltar os reféns, mas teriam perdido pistolas e uma escopeta calibre 12.

Neste momento, policiais militares e civis, agentes da Polícia Federal, da PRF (Polícia Rodoviária Federal), do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) e homens do Corpo de Bombeiros estão reunidos no batalhão da PM, definindo uma força-tarefa para ir ao local onde índios e produtores rurais entraram em confronto na manhã de hoje.

As informações são de que um agente de saúde indígena, identificado como Clodiodo Rodrigues de Souza, 25, morreu ao dar entrada no Hospital São Mateus, em Caarapó. Pelo menos outras sete pessoas ficaram feridas, três já foram transferidas para o Hospital da Vida, em Dourados, e as outras quatro estão a caminho.

Mais fazendas ocupadas – Na cidade de Caarapó circulam informações de que pelo menos outras duas fazendas teriam sido ocupadas pelos índios após o confronto com os fazendeiros. A estrada que liga o município a Laguna Carapã foi bloqueada e uma carreta que tentou passar pelo bloqueio teria sido incendiada.

Fotos de feridos confirmam tiros em confronto entre índios e fazendeiros

Sindicato rural disse ter usado apenas fogos de artifícios

Em nota à imprensa divulgada na tarde de ontem, quarta-feira (15), o Sindicato Rural de Caarapó negou a ocorrência de um ataque armado contra indígenas da Aldeia Te' Ýikuê, em Caarapó, a 273 quilômetros de Campo Grande. A entidade alega que em vídeos divulgados nas redes sociais ruralistas “utilizaram fogos e bombas” durante uma mobilização na fazenda Ivú, por terem “medo de retaliação ou reação por parte dos índios” que ocupavam a propriedade na manhã de terça-feira (14). Todavia, imagens obtidas com exclusividade pelo Jornal Midiamax confirmam uso de arma de fogo. 

Nessa ocasião, um índio morreu e pelo menos seis ficaram feridos. As fotos mostram que essas vítimas foram atingidas por disparos de arma de fogo, tiros que atingiram principalmente tórax e abdômen. As próprias equipes que atuaram no socorro aos indígenas baleados confirmam que os ferimentos foram causados por munição letal.

INVESTIGAÇÃO FEDERAL

Apesar da contestação dos ruralistas, que acusam “distorção dos fatos apresentados pela mídia local, regional e até mesmo nacional”, a PF (Polícia Federal) garante não ter dúvidas de que houve o confronto. “Nosso papel aqui é apurar o crime contra a coletividade indígena, identificar os feridos e os autores dos disparos. Cumprimos mandados de busca domiciliar na fazenda do confronto e veicular nos veículos que estavam lá”, informou ontem o delegado Marcel Maranhão Rosa, acrescentando não ter encontrado armas nesses locais.

Ainda na nota, o Sindicato Rural de Caarapó diz que Nelson Buanin, proprietário da Fazenda Ivú, “pediu apoio a alguns produtores, no intuito os mobilizarem a ir para sua propriedade – a intenção era inibir a presença dos poucos índios que haviam na fazenda (sic)”. A entidade garante que “nenhum membro da diretoria participou desta mobilização e não coordenou nenhum ato”, pontuando que “a ação de defesa e apoio ao companheiro (Nelson) foi um ato voluntário”.

ATAQUE ARMADO

Teria sido nessa ocasião que o ataque contra guaranis-kaiowá ocorreu, conforme relato de uma agente de saúde que vive na Te' Ýikuê. “Começou dar tiro da área do produtor vindo para dentro da aldeia. Eles atiraram para matar”, revelou, mencionando a presença de 150 agressores, dentro os quais dois ruralistas da região que seriam conhecidos dos indígenas.

Sobreviveram ao violento ataque que começou por volta das 10h Catalina Rodrigues, Libesio Marques Daniel, de 43 anos, Valdívio Garcia, de 26 anos, Jesus de Souza, de 29 anos, Norivaldo Mendes, de 37 anos e um adolescente de 12 anos. Mas o agente de saúde Clodiodi Aquileu Rodrigues de Souza, de 23 anos, já chegou sem vida ao Hospital São Mateus, em Caarapó.

VÍTIMAS

“A criança foi baleada quando estava dentro de casa”, diz a indígena. Clodiodi, que morreu, sofreu o ataque enquanto trabalhava, segundo a testemunha. Ele deixou uma filha de quatro meses. “A gente perdeu um colega de trabalho que sempre ajudou a comunidade, porque agente de saúde na aldeia é médico, é psicólogo, assistente social”, desabafa.

Dos sobreviventes, apenas a mulher permanece no município. Os demais, pela gravidade dos ferimentos, com tiros que atingiram abdômen, tórax e até cabeça, precisaram ser transferidos para o Hospital da Vida em Dourados, a 225 quilômetros da Capital.

E os indígenas dizem que mais pessoas foram feridas. “Na nossa contagem a gente socorreu sete com bala e mais de dez com bala de borracha. Os outros não quiseram ir no hospital e lavamos os ferimentos como soro fisiológico”, revela. Chegaram a informar que crianças haviam sido enterradas com uma pá carregadeira; depois isso foi descartado, pois o local aparenta ter motocicletas sob a terra.

SOCORRO AOS FERIDOS

Segundo o major Humberto Matos, que comanda os Corpo de Bombeiros de Caarapó, a ocorrência foi uma das mais tensas que já atendeu. O primeiro chamado de socorro, feito de um morador da aldeia, ocorreu às 10h51. “Nos informaram que havia ocorrido o conflito e tinha gente ferida. Mandamos uma equipe de resgate e acionei todo meu efetivo para irmos ao local com outra viatura de resgate e uma administrativa”, esclarece. Ambulâncias do município também foram ao local.

Nem deu tempo dos socorristas chegarem à aldeia. No caminho, as viaturas dos bombeiros davam de encontro com carros transportando índios feridos. “Nós fazíamos os primeiros atendimentos e trazíamos as vítimas para o hospital. Todos feridos por arma de fogo”, revela o major.

Em um dos retornos à aldeia, os bombeiros se depararam com três policiais militares e o motorista de um caminhão feitos reféns por índios. Os militares haviam ido ao local em apoio aos socorristas, mas diante do clima tenso foram abordados, algemados com os próprios equipamentos e agredidos; gasolina foi jogada em seus corpos, que só não foram incendiados vivos graças a intervenção rápida dos bombeiros e de um pastor evangélico que reside na região.

NOVAS OCUPAÇÕES

Nos Hospital São Mateus, quatro médicos foram chamados às pressas para atender os indígenas baleados e os policiais espancados. Segundo a administradora da unidade, Conceição Aparecida Picolo, todos os atendimentos que seriam prestados para demais habitantes do município foram desmarcados. Ainda na tarde de ontem era possível ver moradores procurando a recepção para obter informações sobre a remarcação as consultas ou atendimentos.

O violento ataque foi estopim para a revolta dos guaranis. As ocupações antes restritas à Fazenda Ivú, onde teriam começado os disparos, agora incluem outras propriedades rurais vizinhas à aldeia. Até a tarde de ontem havia registros na Fazenda Santa Maria, no Sítio Boa Vista, e na Fazenda Novilho, onde as negociações com forças policiais, Funai (Fundação Nacional do Índio) e MPF (Ministério Público Federal) se concentravam.

“As lideranças estão decidindo que vamos ficar porque vamos retomar as terras que são nossas. Queremos que o fazendeiro retire as coisas dele. Queremos a permanência da polícia porque os fazendeiros estão se organizando para voltar. A gente não tem arma, nossa arma principal é a reza”, garantiu a agente de saúde indígena que falou sob a condição de não ter o nome revelado, por temer represálias.

CLIMA DE GUERRA

O medo está em todos os lados de Caarapó. No clima de guerra em que comboios de viaturas policiais são vistos a todo momento em rápidos deslocamentos, trabalhadores rurais de propriedades no outro extremo da aldeia queixam-se. Ademir Ramos, de 42 anos, observava a uma distância de aproximadamente 800 metros o sítio de 17 hectares ocupado na manhã de quarta. Sem qualquer autoridade naquela área, um grupo de funcionários e proprietários das fazendas locais mantinha observação constante; mulheres e filhos já estavam desde o dia anterior na cidade, por medo.

Está prevista para a manhã desta quinta-feira (16) a chegada de tropas da Força Nacional de Segurança ao local do conflito fundiário. A PM (Polícia Militar) ainda tenta recuperar uma pistola, carregadores e munições. É uma das armas tomadas dos policiais feitos reféns; duas pistolas e uma espingarda calibre 12 foram devolvidas ontem, pela intervenção dos procuradores da República Marco Antônio Delfino de Almeida e Ricardo Ardenghi.

CONFLITO ANTIGO

Sem qualquer definição ou mesmo previsão para solucionar os graves problemas ali vividos, ruralistas apresentam como “resultado e fatos concretos” do conflito “uma carreta com uma colheitadeira na prancha queimada, uma viatura queimada, três policiais militares torturados e a invasão de quatro propriedades no entorno da aldeia”. Dizem lamentar “o clima de tensão”, já que “produtores dessas regiões sempre tiveram bom relacionamento e boa convivência com os indígenas – inclusive, são doadores de rezes para as festas tradicionais indígenas que acontecem na reserva”.

De outro lado, os indígenas contabilizam uma morte e seis feridos. Não é a primeira perda dos guaranis dessa região. Em janeiro de 2013, o adolescente Denílson Barbosa, de 15 anos, foi morto com um tiro disparado pelo proprietário da Fazenda Santa Helena enquanto pescava na propriedade. Até hoje o crime não resultou em punições.

 
 01h42

Sítios também são invadidos por indígenas e proprietários são expulsos

Policiais passaram a tarde em negociação com índios que ocupam fazendas em Caarapó

Os procuradores da República argumentam que a prioridade é salvar vidas

O dono de uma pequena propriedade rural localizada próximo a aldeia Te’Yikuê entrou em contato com a reportagem do CaarapoNews na tarde desta quarta-feira (15) para relatar e denunciar novas invasões na região.

O pequeno produtor, que preferiu não se identificar, por temer represálias, disse que foi expulso do seu sítio, que teria sido invadido por indígenas armados. “Um grupo de indios chegaram armados e começaram a destruir tudo e levar vários de nossos pertences para aldeia. Eles chegam armados, expulsam os moradores e depois colocam famílias indígenas e partem para outras propriedades. Precismos de ajuda, estamos perdendo tudo o que é nosso e não podemos fazer nada”, desabafou.

Nas redes sociais, Claudete Coutinho, também moradora de uma propriedade na região, relatou que estava em estado de choque, “Os índios invadiram meu sítio, mataram vaca, meu animais. Meu Deus, colocaram fogo, meu Deus” (sic).

Proprietário de um sítio de 17 hectares também ocupado na manhã de ontem, Ademir Ramos, de 42 anos, lamentava ao jornalista André Bento ver a fumaça subindo entre as árvores que cercam a sede de sua propriedade. “Eu nasci e fui criado aqui. Os índios saíram da Fazenda Yvu e invadiram meu sítio”, explicou, junto a outros funcionários de fazendas que observavam a uma distância de 800 metros o grupo de indígenas. Era possível ouvir disparos.

Até chegar nessa propriedade, que fica no outro extremo da aldeia, onde a polícia não foi, percebia-se claramente o clima de medo. Funcionários de fazendas da região mandaram filhos e mulheres para a cidade. Alguns nem dormiram no trabalho, receosos de novas ocupações e possíveis confrontos.

Apesar de um pequeno avanço nas negociações, o clima de tensão no local não diminuiu. Uma indígena afirmou que as ocupações vão continuar a ocorrer nas propriedades vizinhas à aldeia. “As lideranças estão decidindo que vamos ficar porque vamos retomar as terras que são nossas”, disse. Diante das queixas de produtores que alegam prejuízos, os procuradores da República argumentam que a prioridade é salvar vidas; retirar máquinas agrícolas e colher a safra de milho devem entrar na pauta de negociações futura, assim que o conflito for contido. (Colaborou André Bento)



 

Clique aqui (comentários? | Pontos: 0)

PRAÇA DE GUERRA
Diversos

Corpo de Rafaat é velado no Brasil e polícia reforça segurança à população

Delegado fala em 'nova realidade'

Velório de Jorge Rafaat Toumani é realizado na manhã desta quinta-feira (16) no Memorial Pax Primavera em Ponta Porã, cidade a 346 quilômetros de Campo Grande. Equipes da Polícia Militar e Polícia Civil do município estão no local para garantirem a segurança de populares que possam ir ao velório, realizado na Avenida Brasil, na linha de fronteira.

Segundo o delegado Jarley Inácio, da 1ª Delegacia de Polícia Civil de Ponta Porã, Polícia Militar faz patrulhamento no local em pontos base, para evitar que a população possa sofrer qualquer tipo de atentado. A Polícia Civil atua com serviço de inteligência para identificar possíveis envolvidos, “para resguardar a integridade e segurança da população”, diz o delegado.

Ainda conforme a autoridade, a intenção é garantir que pessoas que participem do velório ou passem pelo local tenham total segurança de transitarem pela região. O enterro deve ocorrer às 11 horas no Cemitério Cristo Rei.

'Nova realidade'

Conforme o delegado Jarley, o clima na cidade de fronteira é tenso. “A partir desse momento temos uma nova realidade na região”, afirma. A briga pelo poder do narcotráfico na região é uma disputa entre grupos que se estende há anos, mas, assim como diz o delegado, até o momento não havia esse tipo de conflito, relatado por testemunhas como um verdadeiro cenário de guerra.

“Agora tem sido comum o uso de armas de grosso calibre e a disputa pelo poder entre as facções”, afirma Jarley. Por fim, o delegado lembra a necessidade de que as forças policiais que atuam na fronteira tenham aparato necessário para o combate ao crime organizado e proteção à população e afirma que, até o momento, não há indícios de que possam haver novos ataques.

Guerra entre narcotraficantes transforma ruas da fronteira em praça de guerra

Armamento militar foi utilizado para execução de empresário

O empresário e narcotraficante Jorge Rafaat Toumani foi executado em grande emboscada por volta das 19h desta terça-feira (15), na região central de Pedro Juan Caballero, na fronteira com o Brasil. Jorge Rafaat conduzia um jipe Hummer blindado quando caiu numa emboscada armada por trẽs carros equipados com armamentos militares.

Quando os pistoleiros abriram fogo, seguranças particulares de Rafaat, que escoltavam o jipe Hummer, iniciaram troca de tiros. As informações preliminares apontam que quatro pessoas morreram, incluíndo Rafaat. Outros sete foram ferido e foram levados ao hospital, dentre elas um policial identificado como Jorge Espíndola. A polícia paraguaia também prendeu sete pessoas suspeitas de envolvimento no crimes.

Segundo testemunhas, que inclusive gravaram arquivos de áudio e vídeos da ação dos pistoleiros, o tiroteio durou cerca de 25 minutos e transformou a rua do crime em cenário de guerra. A polícia paraguaia recolheu centenas de capsulas de projéteis, que conseguiram furar a blindagem do jipe Hummer. As armas utilizadas chamam atenção por serem exclusivas de exércitos, um fuzil Mag anti-área, fuzil AK 47 e metralhadoras, além de uma .50 adaptada num dos veículos - uma Hylux SW4, que se transformou numa espécie de tanque de guerra.

Uma tevê local também afirma que após o assassinato de Rafaat, um grupo comandado pelo filho dele matou Luan Pavão, filho do empresário Jarbas Pavão, também ligado ao narcotráfico. Em decorrência disso, vários ataques simultâneos tiveram início na fronteira.

Praça de guerra

Diante do cenário, o Exército Brasileiro reforçou a segurança e fechou a fronteira do Brasil com o Paraguai, utilizando, inclusive, tanques de guerra. Um aviso para estudantes brasileiros que estão no Paraguai que corre no WhatsApp diz para que se tenha cuidado e em caso de ouvirem disparos, deitem-se no chão. "Qualquer tiro deita, não fica na janela. A fronteira está em guerra", traz a gravação.  Em Ponta Porã, o clima também é de tensão. Moradores dos bairros mais próximos da fronteira evitam sair de casa. Nas redes sociais como Facebook e WhatsApp, também não se fala de outro assunto. "Recebi fotos e áudios do tiroteio, parecia guerra, mesmo", afirmou uma pessoa que preferiu não ser identificada.

Moradora de Pedro Juan Caballero, uma brasileira afirma que por pouco não presenciou o atentado. "É uma região muito central e movimentada, eu poderia estar passando ali", conta a mulher, que esta noite irá dormir na casa de familiares, no Brasil. Outro morador de Ponta Porã afirmou que boatos também começaram a surgir. "Estão circulando notícias de que em vários pontos da cidade está havendo tiroteio, que algumas pessoas morreram. Não sabemos se as informações procedem, mas por medo a gente prefere não arriscar. Trabalho em Ponta Porã, mas moro em Pedro Juan. Vou sair daqui só para ir para casa", disse.

'Rei da fronteira'

Jorge Rafaat era conhecido na região de fronteira como um dos chefes do narcotráfico, embora publicamente apresentasse-se como um empresário de sucesso no ramo de segurança privada e venda de pneus. Entretanto, ele foi sentenciado no Brasil por penas que somadas dão 47 anos, por formação de quadrilha, tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro. O processo correu na 3ª Vara Federal de Ponta Porã, na época, comandada pelo juiz federal Odilon de Oliveira, que também determinou sequestro de bens de Rafaat.

Rafaat já havia sofrido várias tentativas de atentado. Em maio de 2001, um grupo de homens armados invadiu a empresa do traficante, em situação que culminou nas investigações de seu envolvimento com narcotráfico na fronteira. Já em março deste ano, ele afirmou a uma rádio do Paraguai que homens fortemente armados em um furgão blindado estavam de tocaia nas imediações de sua residência. O atentado, porém, teria sido frustrado pelos próprios seguranças de Rafaat.


Clique aqui (comentários? | Pontos: 0)

Escolas públicas podem ter cardápio exposto para controle dos pais
Diversos

Exposição de cardápio da merenda poderá ser obrigatório em escolas e Centros de Educação Infantil (Ceinfs) de Campo Grande. A medida visa assegurar transparência na aplicação de recurso e controle dos pais quanto a qualidade do alimento servido aos alunos. 

Lívio Leite (PSDB) e Carla Stephanini (PMDB) foram motivados a criar projeto de lei, depois de denúncias sobre desabastecimento e não cumprimento de cardápios estabelecidos para a alimentação escolar.

“Temos denúncias de crianças comendo só arroz e o projeto de lei pode facilitar o controle externo, garantindo a transparência ao evitar que cardápios fictícios sejam adotados”, pontuou Lívio. “O ideal é que isso seja detalhado semanalmente, assim como o estoque de alimentos existente”.

No texto da proposta, em análise pela Comissão Permanente de Justiça e Redação Final, se prevê que as informações estejam em local visível, sem repetição em sua elaboração, assim como haja antecedência de uma semana no seu envio da Secretaria de Educação para as unidades escolares.


Clique aqui (comentários? | Pontos: 0)

Vazio sanitário da soja tem inicio hoje no Mato Grosso do Sul
Diversos

O cultivo da soja está proibido por três meses em Mato Grosso do Sul a partir desta quarta-feira (15). O vazio sanitário é necessário para prevenir e controlar a ferrugem asiática.

Além de não plantar o grão, os produtores devem eliminar todas as plantas voluntárias – conhecidas como guaxas ou tigueras – nas propriedades, seja por meio de processos mecânicos ou químicos e antes de plantar ele deve ficar atento ao prazo de cadastramento das áreas onde será feito o cultivo da soja.

Esse cadastro é obrigatório e os dados recebidos são mantidos no banco de informações da Iagro servindo de base para identificar o total de área plantada, prevenir os agricultores vizinhos quando houver foco da ferrugem por meio de alerta sanitário, além de facilitar as atividades da equipe da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro).

O descumprimento das normas do vazio, de acordo com a Lei, pode implicar em autuação da Iagro e multa de até R$ 23.630,00.


Clique aqui (comentários? | Pontos: 0)

Após perseguição, casal que levaria droga para RJ é preso
Diversos

Casal foi preso hoje de manhã ao ser surpreendido por equipe da Polícia Militar Rodoviária Estadual com 49,4 quilos de maconha. Flagrante aconteceu durante fiscalização no km 14 da MS-164, na base operacional de Vista Alegre, distrito de Maracaju.

Por volta das 9h30min, policiais faziam bloqueio na rodovia quando perceberam que uma jovem observava o trabalho da equipe. Momentos depois, veículo Montana, placas de Cabo Frio (RJ) parou próximo a base operacional para buscar a mulher e seguiu em direção a Maracaju.

Carro foi perseguido e, ao ser abordado, condutor confessou que transportava maconha e que a entregaria no Rio de Janeiro. Durante vistoria militares encontraram 65 tabletes de droga.

Traficantes, veículo e entorpecente foram encaminhados para a Delegacia de Maracaju.


Clique aqui (comentários? | Pontos: 0)

Polícia suspeita do peso de bagagem e flagra maconha em mala de casal
Diversos

Casal foi preso traficando 19 tabletes de maconha na madrugada de hoje no terminal rodoviário de Ponta Porã (MS). Identificados como Flávia Rafaela Cogo, de 31 anos e Edmilson Costa, de 33 anos, disseram que a droga seria levada para Campo Grande.

Equipe da Polícia Militar realizava ronda nas proximidades da rodoviária, quando avistaram os suspeitos que desceram de um táxi. As malas que ambos carregavam estavam pesadas e isso levantou as suspeitas dos policiais.

Conforme o site Porã News, na abordagem e averiguação dos pertences o entorpecente foi encontrado, além de frascos de perfume, bebida alcoólica, aparelho celular e dinheiro.

Eles foram encaminhados à Delegacia da Polícia Federal e responderão por tráfico Internacional de Drogas.


Clique aqui (comentários? | Pontos: 0)

Acusado de matar comparsa a tiros é condenado a 17 anos de prisão
Diversos

Airton de Brito Júnior, de 40 anos, foi condenado a 17 anos e 8 meses de prisão em regime fechado pelo matar a tiros George Willian Pereira Kowaleswski, de 39 anos. Julgamento foi realizado hoje na 2ª Vara do Tribunal do Júri, em Campo Grande.

Crime aconteceu no dia 4 de abril de 2015, no bairro Mata do Jacinto. Acusado e vítima eram amigos e comparsas no tráfico de drogas.

No dia do crime, George pilotava uma motocicleta e o acusado estava na garupa. Por conta de desentendimentos relacionados ao tráfico e por interferência da vítima em seu relacionamento amoroso, acusado saltou da moto e efetuou vários contra vítima.

Ao ser atingido, George perdeu o controle da direção da moto e caiu. Ele morreu na Santa Casa da Capital. Acusado foi preso mais de um mês depois do crime e confessou o assassinato, dizendo que o motivo era ciúmes que ele tinha da vítima com sua namorada.

No julgamento, Conselho de Sentença condenou Airton por homicídio qualificado por recurso que dificultou a defesa da vítima e por porte ilegal de arma de fogo.

Juiz em substituição legal, Mário José Esbalqueiro Júnior, fixou a pena em 17 anos, 8 meses e 15 dias-multa de reclusão.


Clique aqui (comentários? | Pontos: 0)

Motorista de 41 anos atropela cavalo em rodovia e morre
Diversos

Acidente envolvendo automóvel e animal em rodovia acabou em morte, no começo da noite de ontem (15), no quilômetro 320 da BR-158, em Três Lagoas. Cláudio Kit, 41 anos, morreu depois de atropelar cavalo.

De acordo com Boletim de Ocorrência, a vítima dirigia Logan quando atropelou o animal que estava em meio à rodovia. O cavalo morreu no local e o motorista chegou a ser levado para hospital de Brasilândia, contudo não resistiu aos ferimentos.


Clique aqui (comentários? | Pontos: 0)

CPI das vacinas já recebeu quatro denúncias em canal de relacionamento
Diversos

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), formada pelos vereadores Marcos Alex (PT), Dr. Lívio (PSDB), Vanderlei Cabeludo (PMDB), Edson Shimabukuro (PTB) e Chiquinho Telles(PSD), para apurar o sumiço das doses de vacina contra gripe H1N1 da rede pública de saúde de Campo Grande já recebeu quatro denúncias sobre o caso por meio do e-mail criado na terça-feira (14) com esta finalidade.

O grupo pontuou que todas as informações recebidas serão analisadas criteriosamente. "Só queremos que apareçam as vacinas", declarou Chiquinho Telles, reforçando que quatro ofícios foram redigidos com solicitação de detalhes sobre o caso. 

Um dos documentos é destinado ao diretor do Instituto Butantan e pede os comprovantes de entrega dos lotes da vacina, com número de doses e datas. Outros dois serão enviados aos secretários de Saúde do Estado e de Campo Grande, respectivamente e solicitam, dentre outras informações, os comprovantes de recebimento das doses e metas das cidades para os grupos prioritários. Ofício também será entregue ao delegado responsável pelo caso para que os vereadores tenham acesso ao inquérito. 

“Primeiro, queremos quantificar as doses desaparecidas. Temos um número divergente: entre 3 mil e 30 mil. Temos recebido denúncias sérias de funcionários e familiares sendo vacinados fora do que preconiza o Ministério da Saúde”, disse o vereador Dr. Lívio, relator da CPI. 


SUMIÇO DAS VACINAS 

Ministério Público Estadual (MPE) instaurou inquérito para apurar falta de vacinas contra o vírus da gripe em Campo Grande. Campanha de vacinação terminou sem que todas as pessoas do grupo de risco fossem imunizadas e a população reclamou por não encontrar doses disponíveis nos postos de saúde.


Clique aqui (comentários? | Pontos: 0)

Mais um dia sem frio e temperaturas altas em grande parte de MS
Diversos

Dia deve ser sem frio e altas temperaturas na maior parte de Mato Grosso do Sul. De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), quinta-feira será de predomínio de sol.

Em Campo Grande, termômetros indicavam no começo da manhã 17ºC e podem chegar aos 28ºC. Também faz calor em Dourados, Ponta Porã, Corumbá e Três Lagoas. Nas respectivas cidades temperatura máxima pode chegar até os 29ºC, segundo o Inpe.

 


Clique aqui (comentários? | Pontos: 0)

Quadrilha é presa com droga e armamento semiautomático
Diversos

Alessandro Leite Matos, 26, Alyson da Rocha, 21, Vanderson Henrique de Paula Siqueira, 25 e Breno Henrique Veríssimo, 18 anos, foram presos em flagrante ontem (15), acusados de gerenciar comércio de drogas numa residência na rua Eduardo Perez, no bairro Nhánhá, em Campo Grande. Foram encontrados um tablete de maconha, porções de cocaína e armamentos semiautomáticos com cada um dos integrantes.

Conforme o boletim de ocorrência, agentes da Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico (Denar) estavam realizando rondas pela região, quando um morador, que não quis se identificar, informou a existência de uma "boca de fumo". Diante das informações, os policiais se deslocaram até a casa e encontraram os quatro suspeitos.

Em vistoria, foram encontrados numa caixa de esgoto debaixo de um tanque de lavar roupas, as porções de maconha e cocaína e uma pistola calibre .40. Aos policiais, os rapazes confirmaram que no local funcionava um comércio de drogas e os entorpecentes encontrados estariam prontos para venda.

Desconfiados com a pequena quantidade encontrada, agentes da Denar resolveram vistoriar a casa, quando visualizaram mais entorpecentes espalhados pelo imóvel.

Ao caminho da delegacia, Breno disse que a pistola encontrada pertencia a Alessandro. Os policiais foram para o endereço, e no local encontraram mais uma arma semiautomática PT/640 da marca Taurus, e três carregadores com oito munições do mesmo calibre, todas intactas.

Ainda em diligências pelo mesmo bairro, os policiais foram até a casa de Vanderson, onde encontraram mais 47 munições de calibre 40, 1 munição cal.38,  uma de 9mm e cal 12, e  mais três carregadores de pistolas cal. 40 e 380.

Em seguida, os agentes seguiram para residência de Alysson, onde encontram mais 74 gramas de cocaína e três aparelhos de videogames. Também foram apreendidos mais duas televisões de 14 e 21 polegas, todos sem a nota de compra, e uma balança de precisão.

Todos os suspeitos foram encaminhados para delegacia e serão indiciados por posse de arma de fogo e por tráfico de drogas.  


Clique aqui (comentários? | Pontos: 0)

Condutor morre ao colidir carro em caminhão carregado com carne
Diversos

Laercio Tietz, de 52 anos, morreu em colisão envolvendo carro de passeio e caminhão carregado de carne. Acidente aconteceu por volta das 4h desta quinta-feira (16), no km 12 da MS-480, no município de Anaurilândia.

De acordo com o Nova News, Laercio conduzia veículo Palio, placas de Rosana (SP), pela rodovia quando colidiu de frente com caminhão baú conduzido por homem de 35 anos e ocupado por ajudante de 29 anos.

Por conta da colisão, caminhão ainda colidiu no guard rail e saiu da pista. Condutor do carro de passeio morreu no local, enquanto os motorista e passageiro do outro veículo envolvido não sofreram ferimentos.

Motorista do caminhão relatou que saiu de madrugada de Nova Andradina e, na ocasião, seguia com a carga para o Paraná.


Clique aqui (comentários? | Pontos: 0)

Reforço da Força Nacional e Polícia Federal chega em área de conflito
Diversos

Chegaram por volta das 22 horas de ontem (15), em Caarapó, homens da Força Nacional e reforço de agentes da Polícia Federal. A expectativa é que o aparato de segurança vá para área de conflito entre índios e produtores ainda na manhã de hoje.

O Governo do Estado solicitou ontem ao Ministério da Justiça o reforço por conta do acirramento do conflito na região, que na terça-feira (14) terminou com a morte do indígena Clodiode Aquileu Rodrigues de Souza, de 26 anos e que também atuava como agente de saúde.

Estão em Caarapó, montande base e se hospedando em hotéis da cidade, 53 homens da Força Nacional e 30 policiais federais. O grupo deve atuar junto com a Polícia Militar para evitar que novos confrontos aconteçam.

A Polícia Federal está apurando o assassinato de Clodiode e tenta negociar a retirada de cerca de 200 índios Guarani Kaiowá, da reserva Te'yikuê, que atualmente estão na propriedade rural. Cerca de 70 fazendeiros estariam no local tentando retomar a área.

O presidente do Sindicato Rural de Caarapó, Antonio Maran, afirma que a situação ainda é complicada e reunião entre produtores rurais e a diretoria do sindicato é realizada nesta manhã. 

OCUPAÇÕES

Levantamento da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), divulgado hoje, indicou que 110 propriedades rurais no Estado estão atualmente invadidas por indígenas. Essas fazendas estariam todas regularizadas e os proprietários teriam documentação que efetiva a compra da área.

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) afirmou, no final da tarde de ontem, que quer utilizar recursos de pagamentos da dívida de Mato Grosso do Sul com a União para comprar terras em área de conflito e promover o assentamento indígena.

O tema foi novamente debatido por ele e o ministro de Justiça e Cidadania, Alexandre de Moraes, em reunião realizada na semana passada.


Clique aqui (comentários? | Pontos: 0)

Tiroteio que matou narcotraficante teve participação de 70 pistoleiros
Diversos

Entre 50 e 70 pessoas participaram do tiroteio que causou terror na fronteira do Brasil com o Paraguai e terminou na morte do narcotraficante Jorge Rafaat, na noite de ontem. Governador do departamento de Amambay, que tem Pedro Juan Caballero como capital, Pedro Gonzalez, afirmou à imprensa paraguaia que a segurança precisa ser reforçada na fronteira.

Ao jornal paraguaio ABC Color, Gonzalez afirmou que o tiroteio “chocou e assustou” a cidade e que nas regiões mais próximas da fronteira com Ponta Porã os disparos duraram por 30 minutos. Em outros pontos de Pedro Juan, houve tiroteio até o amanhecer de hoje.

O governador da província afirmou que há mais de 17 anos há somente 15 soldados do exército paraguaio na fronteira e que é necessário mais policiamento no local.

“O poder de fogo do crime organizado foi superior a 200% ou 300% o da polícia. Os agentes estão em desvantagem ", disse Gonzalez que ainda ressaltou que pistoleiros brasileiros participaram do tiroteio.

SEGURANÇA

Durante o tiroteio e depois da morte do narcotraficante, tanques do Exército Brasileiro foram vistos transitando na fronteira, mas segundo o Comando Militar do Oeste, não houve nenhuma ação por conta dos ataques no país vizinho.

O deslocamento dos blindados se deu por conta de logística da Operação Ágata, que é realizada na fronteira desde terça-feira. Ainda segundo o CMO, se fosse necessária a intervenção do Exército, qualquer ação teria de ter autorização do comando em Brasília e ações só poderiam ser feitas em solo brasileiro.

TRAFICANTE 

O alvo principal do ataque foi Jorge Rafaat, apontado como um dos principais chefes do narcotráfico na fronteira. Rafaat foi condenado pelo juiz federal Odilon de Oliveira por duas vezes, em 2005 e 2014. Ele ficou três anos preso, mas fugiu para o Paraguai e nunca mais foi encontrado. Somando as condenações, são mais de 47 anos. 

"Confisquei da organização 49 itens, entre várias fazendas, no Brasil e no Paraguai, diversos imóveis urbanos em alguns Estados, 7 aviões, muitos veículos", disse o juiz.

O assassinato dele ocorreu em Pedro Juan Caballero. O criminoso foi cercado por pistoleiros em seu carro blindado e mesmo fortemente armado e cercado por guardiões, não se livrou da morte nem mesmo com todo o aparato de segurança.

De acordo com informações do site paraguaio ABC Color, o ataque é atribuído ao ''barão da droga'' Chimenes Jarvis Pavão, em parceria com a organização criminosa do Brasil Primeiro Comando da Capital (PCC).

Tiroteio começou durante a noite de ontem e se estendeu até a madrugada desta quinta-feira. Segundo o noticiário, foram cerca de quatro horas de enfrentamentos entre duas facções na disputa pelo território do tráfico de drogas. O cenário, conforme relatos, era de terror. Tanques do Exército Brasileiro, que estava na região por conta da Operação Ágata, e Paraguaio, além de policiais dos dois países, foram mobilizados e até a fronteira teria sido fechada.

Segundo o ABC Color, depois de cessado os tiros, dois estabelecimentos comerciais foram incendiados. Por volta das 4h30 de hoje, loja de nome "Pneus Porã" e outro comércio foram, simultaneamente, tomados por fogo. Um dos pontos seria de propriedade do traficante morto Jorge Rafaat. Bombeiros combateram as chamas.

No contexto da guerra do narcotráfico, sete pessoas teriam sido presas. A polícia ainda não divulgou oficialmente a quantidade de mortos e feridos.

O velório de Rafaat acontece na manhã de hoje, em Ponta Porã, e a segurança é reforçada por policiais militares.


Clique aqui (comentários? | Pontos: 0)

SOS PARANHOS
Diversos

ARANHOS

Cidade é dominada pela briga entre traficantes e não tem polícia suficiente

Desde sexta havia recomendação de toque de recolher porque haveria execução

Desde a sexta-feira (10), o toque de recolher em Paranhos é praticado por diversos comerciantes e trabalhadores. A determinação passou a valer depois que três caminhonetes, ocupadas por homens fortemente armados, percorreram diferentes bairros dizendo que a partir das 20 horas o recomendado era ninguém sair ou manter comércio aberto.

A notícia, que passou a se espalhar no boca a boca entre os moradores da cidade de 13 mil habitantes, era que os traficantes "não iriam machucar ninguém que fosse inocente".

Os relatos acima foram apurados pelo Portal Correio do Estado. A situação foi confirmada pelo prefeito de Paranhos, Júlio César de Souza (PDT). "Aqui está crítico. Há briga entre facções. E como combater com cinco policiais (militares) para toda a cidade?", mencionou o chefe do Executivo.

Do lado do Paraguai, na cidade de Ypejhu, a polícia local também foi informada dessa realidade e as autoridades teriam orientado que moradores não ficassem fora de casa depois das 17 horas.

"A polícia soube dessa situação e foi apurar. Procuraram pelos veículos, mas não encontraram nada. Mesmo assim, os comerciantes mencionaram que eram abordados e orientados (a fechar)", reconheceu o prefeito. Na sexta-feira (10), os relatos de populares foram de que era possível ver homens desfilando com fuzis ou metralhadoras na rua.

No sábado (11) e domingo (12), reforço policial esteve no município por conta das ameaças. Como não houve atentado a ninguém, a equipe extra saiu de Paranhos na segunda-feira (13).

ARMAS

Aquiles Chiquim Junior, policial civil executado ontem (14). Foto - Reprodução

Apesar da Polícia Civil em Paranhos ter efetivo maior do que a Militar, o armamento dos homens seria apenas de pistola. Ou seja, bem diferente do que os traficantes da região costumam apresentar.

Especula-se que a disputa na cidade seria entre criminosos do Brasil e do Paraguai. "Solicitamos apoio ao Estado. Não temos delegado e o que atende aqui vem de Iguatemi. Queremos também que a cidade tenha uma Comarca da Justiça Estadual", disse Júlio Cesar.

Para ele, a execução do policial civil Aquiles Chiquim Junior, 34 anos, ontem (14) à noite, foi um ato extremo que aconteceu e que agora precisa de resposta.

LISTA DE NOMES

O boato na cidade é que os traficantes que disputam o poder de comandar o tráfico na região, que serve de porta de entrada para drogas, tem uma lista com nomes de diferentes pessoas que precisam ser monitoradas.

Caso alguém "conhecido" do crime esteja em um local, em geral as pessoas que tem conhecimento da lista logo saem para evitar problemas. 

A academia onde o investigador Aquiles foi morto ontem estaria "livre" e por isso no momento da execução havia muitas pessoas exercitando-se. Outras quatro vítimas foram atingidas pelos disparos, mas todas sobreviveram ao atentado.

"Foi um atentado ao Estado. Se deixarmos isso impune, não teremos condições de manter a segurança na cidade", reclamou o presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Mato Grosso do Sul, Giancarlo Corrêa Miranda.

REFORÇO

A execução do investigador Aquiles motivou o envio de 20 policiais civis para Paranhos nesta quarta-feira. Segundo o prefeito da cidade, não há prazo para que esses servidores deixem o município.

Além disso, um delegado foi encaminhado para atuar especificamente na apuração do atentado. Contudo, a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) ainda não definiu se vai destacar um delegado para assumir definitivamente a delegacia local.

"Depois que o destacamento do Exército deixou a cidade e foi para Amambai, a situação piorou. A saída foi oficializada em 2014. Hoje, se precisarmos de apoio, o efetivo vai demorar 50 minutos para chegar. Já deu tempo para fazer tudo o que queriam", lamentou o chefe do Executivo, Júlio Cesar.

CHACINA DETONOU SITUAÇÃO

A execução de cinco pessoas na noite do dia 19 de outubro de 2015, na frente de uma padaria, na Rua Marechal Dutra, no Centro, é analisada como determinante para o início da onda de terror em Paranhos. Eles foram mortos com tiros de fuzil.Naquele crime foram mortos Bruno Vieira de Oliveira, 26 anos, Rodrigo da Silva, 28, Denis Gustavo Gonçalves, 23, Mohamed Youssef Neto, 31, e Arnaldo Andres Alderete Peralta, de 32 anos. Ermison Lopes Pereira, 29 anos, também foi atingido, mas sobreviveu.

A Polícia Civil não divulgou detalhes se o inquérito desse caso foi concluído com a prisão de suspeitos. Os executores teriam agido a bordo de caminhonetes.

“Rei da Fronteira” é executado com armamento de guerra na fronteira

  

 

O empresário e narcotraficante Jorge Rafaat Toumani foi executado com vários disparos após cair em uma emboscada no início da noite desta quarta-feira (15), em Pedro Juan Caballero – cidade que faz fronteira com a brasileira Ponta Porã, a 323 km de Campo Grande. Rafaat foi condenado em 2014 por tráfico pelo juiz federal Odilon de Oliveira.

Informações do jornal paraguaio ABC Color apontam que a execução ocorreu em uma rua do Centro de Pedro Juan, perto do mercado municipal da cidade. Rafaat seguia em uma Hammer blindada, porém, o veículo não suportou o calibre das munições usadas e ele acabou sendo atingido e morto no local.

Seguranças que o acompanhavam reagiram, fazendo com que houvesse intenso tiroteio na região. Ainda não há número oficial de mortos e feridos, nem detalhes como ocorreu o crime que, por enquanto, acredita-se estar relacionado a disputa pelo controle do tráfico na fronteira entre o Brasil e o Paraguai.

Equipes da Polícia Nacional do Paraguai estão no local. O ABC Color afirma que pelo menos sete pessoas foram feridas, entre elas um agente policial. Além da Hammer de Rafaat, um outro carro também ficou destruído com os disparos. Várias armas de grosso calibre e restritas às forças armadas foram apreendidas.

Condenação – Conhecido também por organizar promoções para compras em Pedro Juan – inclusive, com congelamento da cotação do dólar -, Jorge Rafaat foi condenado por Odilon, juiz da 3ª Vara Federal de Ponta Porã, em 30 de abril de 2014, quando além dele, outros sete traficantes da fronteira foram sentenciados.

Rafaat foi condenado a várias penas que, somadas, totalizam 47 anos de prisão em regime fechado, além de multa de R$ 403,8 mil. O irmão dele, Joseph Rafaat Toumani, também foi condenado a pena de 15 anos de prisão e multa de R$ 83,2 mil. Aviões, veículos, fazendas e outros imóveis também foram sequestrados pela Justiça Federal.

En un atentado solo visto en películas matan a JORGE RAFATT TOUMANI, mas de doscientos tiros de fusil antiaéreo fueron disparados contra la victima. Un poco despues del asesinato sicarios continuaban disparando contra edificios comerciales pertenecientes a Rafatt
Paraguai é executado na fronteira com MS

Jorge Rafaat é acusado pela polícia paraguaia de ser narcotraficante

O empresário Jorge Rafaat Toumani, acusado pela polícia paraguaia de ser  maior narcotraficante do País, foi assassinado na noite de hoje (15), na rua Teniente Herreo na cidade de Pedro Juan Caballero, no Paraguai, distante 318 quilômetros da Capital, e fronteira com Ponta Porã.

 

Conforme o jornal ABC Collor, o tiroteio entre dois grupos de narcotraficantes aconteceu próximo da 2ª comissária de polícia. A suspeitas que sete pessoas e um policial estão feridos no local, que fica  próximo do Mercado Municipal Pedro John. Eles serão encaminhados para um hospital.


A polícia que esteve no local informou que os homens que participaram do tiroteio estavam com armas pesadas e veículos blindados. Devido o clima tenso os policiais pedem para que as pessoas não fique nas ruas. 



 

Confirman muerte de Jorge Rafaat
  FECHA: 2016-06-15 visita 23051
Las autoridades confirmaron la muerte de Jorge Rafaat Toumani, luego de un atentado ocurrido en la noche de este miércoles (15), a las 18:45 hs aproximadamente sobre la Avenida Teniente Herrero de Pedro Juan Caballero (Amambay).
notas

Rafaat y sus hombres se encontraba en una Hummer con chapa paraguaya OAN-927 y sufrieron una emboscada de hombres fuertemente armados a inmediaciones del mercado municipal y la Parroquia San Gerardo de Pedro Juan Caballero.

Se registró un enfrentamiento dado que los hombres de seguridad de Rafaat trataron de repeler el ataque. Luego de la refriega, hubo varios heridos que fueron ingresados en varios nosocomios de Pedro Juan Caballero y unos 7 aprehendidos aproximadamente.

Asimismo, La Policía incautó vehículos, varias armas largas, cargadores, pasamontañas y walkies utilizados por los sicarios que montaron el ataque.

En una vivienda ubicada sobre Mariscal López y Teresa Roa Caballero habrían ingresado hombres armados que participaron del atentado contra Jorge Rafaat. La zona fue bloqueada por la Policía Nacional. En este sector fue abandonada una camioneta con rastros de sangre.



Clique aqui (comentários? | Pontos: 0)

CUBA
Diversos

Partido Comunista de Cuba convoca população a discutir futuro da ilha

Cubanos foram chamados para discutir políticas para próximas décadas. 
Documentos são sobre destino econômico, social e político da ilha.

Presidente de Cuba, Raúl Castro, abriu o 7º Congresso do Partido Comunista de Cuba (Foto: Ismael Francisco/Cubadebate via AP)

Os cubanos foram convocados pelo Partido Comunista de Cuba (PCC, único) a debater a partir desta quarta-feira (15) dois documentos que marcam o destino da vida econômica, social e política da ilha para as próximas décadas.

"A participação ativa dos milhões de cubanos, militantes [do PCC] ou não, convocados para esta consulta é imprescindível para consolidar o consenso em torno do futuro de Cuba", afirma o jornal oficial "Granma".

Os documentos a serem discutidos são a Conceitualização do Modelo Econômico e Social Cubano de Desenvolvimento Socialista e o Plano Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social até 2030, aprovados pelo VII Congresso do PCC em abril.

Os dois documentos marcam o caminho e o ritmo da abertura iniciada pelo presidente Raúl Castro, que inclui a criação de pequenas empresas privadas, mas enfatiza a preservação do socialismo sob a condução do PCC como partido único.

A convocação pede um "debate democrático" até 20 de setembro.

"Nessas discussões não faltarão os inimigos, o céticos, os hesitantes, os que fazem eco de campanhas detratoras do exterior contra o Partido e a Revolução, e os que sonham com a volta de uma sociedade sujeita ao desejo e às pretensões ianques", alerta o texto.


 


Clique aqui (comentários? | Pontos: 0)

PONTA PORÃ
Diversos
PUK

PUKA DIZ SER FIEL AO PMDB E QUE NÃO MANIFESTOU APOIO AO PSDB

Presidente da Câmara Municipal de Ponta Porã muda versão e diz que não manifestou apoio ao PSDB em Ponta Porã,

O Vereador Puka (PMDB), declarou via sua assessoria, que se mantém integralmente fiel ao compromisso feito junto com os companheiros do PMDB de Ponta Porã, a afirmação foi feita segundo a assessoria, diante da divulgação de informações equivocadas com o claro objetivo de prejudicar sua atuação política por conta de uma participação em evento político realizado no final da semana passada na cidade, onde o mesmo acompanhado de uma pre candidata a vereadora e do deputado estadual Marcio fernandes (PMDB), manifestaram que estão com o pre candidato Helio Peluffo (PSDB), já após varias discuções internas no partido, onde Puka ate saiu de um grupo do aplicativo Whasapp que os mesmos mantinham para discutir temas relacionados as próximas eleições, Puka teve que engolir o que disse e voltar atrás tentando desprestigiar os meios de comunicação e tentar ficar bem ante os integrantes do PMDB na fronteira.
A assessoria manifestou que, Puka esteve participando de uma reunião promovida por um pré-candidato de outra sigla partidária, se referindo a Helio Peluffo do PSDB, na qual estavam presentes diversas autoridades locais e estaduais bem como alguns membros do seu partido, o PMDB, com o que confirma a sua presença e a da pre candidata a vereadora Lurdes Monteiro.
A presença de Puka, teria se dado por conta do fato de que o mesmo ocupa o cargo de presidente da Câmara Municipal de Ponta Porã e, por isso, precisa estar presentes nos locais em que se discutem assuntos de interesse da população pontaporanense.
“Estava presente um deputado estadual, Marcio Fernandes (PMDB), que, na oportunidade, anunciou investimentos para o nosso município, omitindo que o deputado em questão, manifestou na ocasião em seu discurso apoio a Helio Peluffo por este lhe ter dado o apoio nas eleições passadas.

Segundo ainda a assessoria Puka em nenhum momento discutiu com qualquer um dos presentes apoio a determinada candidatura. Tenho um compromisso com meus companheiros de PMDB e, de minha parte, ele está mantido. Respeito meus companheiros. “Agora, sou um agente político, e onde me convidarem estarei sempre participando”, teria esclarecido o presidente da Câmara Municipal.
Puka teria dito ainda, que sua participação na referida reunião política na tarde do último sábado, dia 11 de junho, foi mal interpretada e não reflete a sua postura como integrante do PMDB, o revés teria se dado após receber duras criticas de companheiros da legenda por atuar de forma isolada, em razão a essa situação Puka teve que se explicar e tentar desviar a atenção, mudando de versão.
De acordo com o Vereador Puka, a matéria intitulada “Pré-candidato do PSDB segue ganhando apoio em Ponta Porã” publicada pelos sites de noticias da fronteira, não reflete a sua opinião, o mesmo mudou a sua versão após os dirigentes do partido terem tomado cartas no assunto e pedirem explicações.
“Estou filiado ao PMDB, partido do Presidente Michel Temer e André Puccinelli. Sempre honrei os compromissos partidários, não dei e não daria uma declaração apoiando um candidato que não tenha o aval do nosso partido” teria manifestado Puka, segundo a assessoria.
Segundo Daniel Valdez, como presidente da Câmara de Vereadores de Ponta Porã, participa de várias reuniões políticas, se olvidando que a reunião de seu partido o PMDB aconteceu horas após a reunião do PSDB na qual o mesmo não se encontrava, a pesar de ter sido chamado pelo presidente do partido municipal para a reunião, o mesmo não compareceu como integrante do PMDB nem como Presidente da Câmara Municipal.

Puka teria manifestado que esta se iniciando o processo das pesquisas eleitorais e muita água vai rolar debaixo da ponte, por isso estaria tranquilo e continuaria pautando se pela ética e coerência, respeitando todos os candidatos que querem o progresso e desenvolvimento de Ponta Porã.

A política do presidente da Câmara Municipal de Ponta Porã, deixa o mesmo em uma situação complicada, já que ao tentar desviara a atenção do que disse e manifestou na reunião do PSDB, onde Puka poderia se tornar um dos principais pilares para a negociação entre PMDB e PSDB, perdeu a oportunidade com a postura tomada ao demonstrar fragilidade política e que não esta preparado para ser um vice prefeito ou assumir uma pasta de importância na administração municipal e que o único papel que lhe resta e passear pela cidade, após ficar quatro anos calado e de braços cruzados na Câmara Municipal de Ponta Porã, sair e fazer fotos ao lado de buracos, papel ate respeitável para uma autoridade que preside uma Câmara municipal.


Clique aqui (comentários? | Pontos: 0)

PARAGUAY
Diversos
Sacerdote destaca que es un orgullo elección de Robert Acevedo como Presidente del Congreso
  FECHA: 2016-06-15 visita 671
El Senador Nacional Robert Acevedo, nacido en Pedro Juan Caballero, departamento de Amambay, fue electo hoy Presidente del Congreso Paraguayo.
notas

El sacerdote Pedro Sanabria resaltó a través de Radio La Voz del Amambay que los pedrojuaninos se destacan en el ámbito nacional y especialmente en los espacios de poder a través de la política.

En ese sentido, se refirió a la elección del senador Robert Acevedo como Presidente de la Cámara de Senadores, donde sostuvo que; “No es el arroz, ni el feijão, tiene mucho que ver con la formación familiar, la formación en las escuelas y colegios pedrojuaninos, es algo fuerte que impregna a la persona y le llena de valores, para mí es un motivo de orgullo”.

En sesión extraordinaria que tuvo lugar esta mañana, el Senador Robert Acevedo obtuvo los 23 votos necesarios para presidir el Senado durante el periodo comprendido entre el 1 de julio de 2016 y el 30 de junio de 2017.

Lo acompañarán en la Mesa Directiva sus colegas el Senador Eduardo Petta y Julio César Velázquez, designados Vicepresidente 1º, y Vicepresidente 2º, respectivamente.

FONACIDE: tres intendentes de Amambay aplazados

Los intendentes Miguel Louteiro (ANR) de Bella Vista Norte, Ranfis Gonzales (ANR) de Capitán Bado y Marcelino Rolón (ANR) de Zanja Pytã no rindieron cuentas del dinero de FONACIDE en el 2014.Los de Capitán Bado y Zanja Pytã no presentaron rendición y el de Bella Vista tuvo su rendición rechazada.
 

El departamento de Amambay cuenta con cuatro municipios que reciben el dinero: Pedro Juan Caballero, Capitán Bado, Bella Vista y Zanja Pytã. En el año 2014 los cuatro municipios recibieron en total 3.835 millones de guaraníes.

La única municipalidad que fue aprobada su rendición de cuentas fue la de Pedro Juan Caballero, administración José Carlos Acevedo. La municipalidades de Capitán Bado y Zanja Pytã no presentaron su rendición y la municipalidad de Bella Vista tuvo su rendición rechazada.

La falta del cumplimiento en la rendición de cuentas y presentación de informes ante el Ministerio de Hacienda, la Contraloría General de la República y la auditoria General del Poder Ejecutivo conlleva a la suspensión de dichas transferencias mientras dure dicho incumplimiento.

¿Qué es el Fonacide?

Es un fondo de desarrollo creado por Ley Nº 4758/2012 para distribuir en forma equitativa los ingresos que Paraguay recibe en concepto de compensación por la cesión al Brasil de energía, producida por Itaipú. Del total percibido, el 25% se destina a las gobernaciones 5% y municipalidades 20%. Para el ejercicio fiscal 2015, el Ministerio de Hacienda estima distribuir entre los 248 municipios G. 267.171.238.418

Como debe invertir los fondos según la Ley 4758

50 %  Por lo menos el 50% de los fondos transferidos a los gobiernos departamentales y municipales deberá destinarse a proyectos de infraestructura en educación: construcción, remodelación, mantenimiento y equipamiento de centros educativos.

30 % El 30% a proyectos de almuerzo escolar de niños y niñas de Educación Inicial y Educación Escolar Básica de instituciones educativas del sector oficial ubicadas en contextos vulnerables.

20 % El 20% deberá invertirse en consultoría y contratación de profesionales.

Fuente Ministerio de Hacienda 


 


Clique aqui (comentários? | Pontos: 0)

ZECA DO PT
Diversos

Bolsonaro alimentou conflito indígena em MS, acusa deputado

Para o parlamentar petista, Bolsonaro falou 'asneira' ao passar por Campo Gran

(Fotos e montagem: TopMídiaNews)

Para o deputado federal e ex-governador Zeca do PT, Jair Bolsonaro, do PSC-RJ, pode ter contribuído para o ataque dos produtores rurais contra os indígenas em Mato Grosso do Sul. Na semana passada, Bolsonaro declarou que, em 2019, 'o cartão de visita dos fazendeiros para o MST deve ser um cartucho de fuzil', em respostas às invasões ocorridas em propriedade rurais no Estado.

 

"É claro que isso pode ter influenciado, justamente porque vivemos em um clima cujo o ambiente já é radicalizado. Acredito que ele como parlamentar poderia se preservar, ter um bom senso de não ter dito algo em uma região em que há conflito. Para mim, o que ele falou foi uma asneira e isso pode de certa maneira ter incentivado", disse Zeca.

 

Durante a sua passagem em Campo Grande, Bolsonaro disparou que está preparando sua campanha para as eleições presidenciais em 2018, fez questão de demonstrar sua opinião sobre a questão agrária na região e não poupou termos pesados para se fazer entender. “Aqui é Capital do agronegócio, vamos deixar algo bem claro: a partir de 2019, o cartão de visita dos fazendeiros para o MST é um cartucho de fuzil”, declarou.

 

Zeca ainda afirmou que emitiu uma nota oficial lamentando mais um conflito ocorrido no Estado. "Lamento pelo ocorrido, me solidarizei com a família do indígena que foi morto. Lá peço a intervenção dos governos federal e estadual que precisam fazer alguma coisa. E também, da Justiça, que responsabilize o STF que até hoje não definiu as regras para a demarcação de terras, eles também são responsáveis por esse conflito", afirmou.

 

O deputado ainda relatou que mesmo pedindo intervenção do governo federal, o atual do Governo comandado pelo presidente interino Michel Temer, do PMDB, é muito ruim. "A atuação do governo é muita atrasada, e agora está recuando sobre essa questão. Neste governo, os mais pobres são vítimas da falta de cuidado com as pessoas. Mas as pesquisas já mostram que a gestão está mal", finalizou.

 

Conflito

O ataque ocorreu ontem (14), durante retomada indígena de Amambaí Peguá I, na região de Caarapó. O fato deixou um indígena Guarani e Kaiowá de 48 anos, que não teve a identidade revelada, com quatro tiros pelo corpo e um adolescente de 12 anos com um tiro no estômago.

 

“Todos foram baleados por projétil de arma de fogo. Segundo o médico, nenhum dos casos foi bala de borracha. Dos cinco que estão em Dourados, três já fizeram cirurgia e a situação é estável”, explicou advogado e assessor do CIMI, Luiz Eloy, que ainda afirmou que em Caarapó existe um número alto de indígenas feridos em razão do ataque promovido supostamente por fazendeiros.

 

Acampamento queimado

Elson, liderança de um dos 7 tekohas contemplados pela terra Amambaí Peguá I, tekoha Tey Jusu, contou que todo o acampamento, incluindo roupas, alimentos, e os barracos improvisados, foram queimados e enterrados pelos fazendeiros e jagunços.

 

“Eles foram na reserva Tey Kue, pegaram as motos, trouxeram todas as motos aqui, queimaram todas. Também pegaram os alimentos, as roupas, o acampamento e queimaram. Vieram com pá escavadeira, abriram buraco e enterraram tudo”, contou ele.

 

Os Guaranis e Kaiowás dependem agora de auxílio, estão sem alimentos, roupas e até documentos foram perdidos. “Nós viemos aqui por conta própria, ninguém ajudou a gente, cada um do seu tekoha trouxe um pouco de alimento, de coisas e viemos, mas perdemos tudo agora”.

 

Amambaí Peguá I

A retomada incidiu na Fazenda Ivu, que ocupa parte da terra Amambaí Peguá I. O território foi a última terra indígena a ser publicada pelo governo Dilma, e ficou suspensa após a posse do governo interino. De acordo com Elson, o ataque durante a manhã de terça-feira (15) levou cerca de 80 carros ao local, onde o Guarani e Kaiowá e agente de saúde indígena, Clodioudo Aguile Rodrigues dos Santos, de 20 anos, foi executado a tiros.

 

NOTA PÚBLICA SOBRE OS ATAQUES CONTRA OS INDÍGENAS DE CAARAPÓ‏
Diversos

Diante do conflito ocorrido no município de Caarapó (MS), em consequência da disputa por terra, considerada tradicionalmente indígena, morreu hoje o agente de saúde  indígena Cloudione Rodrigues Souza, 26 anos da etnia Guarani, além da existência de muitos feridos.

Ao tempo que manifesto total solidariedade aos familiares do agente assassinado e ao povo Guarani, solicito pronta intervenção dos órgãos responsáveis do Governo Federal e do Governo de Mato Grosso do Sul, para imediata apuração dos responsáveis pelo bárbaro ato, além de devolver tranquilidade a região, afastando de lá jagunços e fazendeiros que realizaram e patrocinaram o ataque.

Resta dizer que só uma pronta intervenção do Supremo Tribunal Federal poderá garantir PAZ com a realização da demarcação das Terras Indígenas.

Brasília (DF) 14 de Junho de 2016.

Deputado Federal Zeca do PT/MS


Clique aqui (comentários? | Pontos: 0)


Página selecionada de 1542 páginas.
Fotos

Nova pagina 2


Notícias

Segunda, agosto 22
· TEMPORAIS
· TEMPO
· DROGA
· CAFE DA MANHÃ
Domingo, agosto 21
· SOMOS OURO
· CONHEÇA CAPITAN BADO-PARAGUAY
· ACIDENTE
· CAFE DA MANHÃ
· BRASIL
· DESGRAÇA POUCA É BOBAGEM...
Sábado, agosto 20
· POLICIAL
· Baía de Guanabara segue como grande desafio após a Rio 2016
· CAFE DA MANHÃ
· PRATA E BUSCA DO OURO
Sexta, agosto 19
· SUPER
· POLITICANDO
· VELHO CHICO 2
· SUCURI
·
· POLICIA
· DA MABHÃ
· DA HORA
· VELHO CHICO
· CAFE DA MANHÃ
Quinta, agosto 18
· DEPUTADO ONEVAN
· FATOS & FOTOS
· CRIME
· MAIS UM OURO
· POLICIA
· HOMEM RICO

 Calendario de Eventos
Agosto 2016
  1 2 3 4 5 6
7 8 9 10 11 12 13
14 15 16 17 18 19 20
21 22 23 24 25 26 27
28 29 30 31  

Eventos

 Hora Certa

 Amigos do Site!

Image and video hosting by TinyPic




RondPoint Web Services Web site powered by MEGAWEB