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AMAMBAI
Diversos

AMAMBAI| Aprovados em concurso público municipal tomam posse

Solenidade que deu posse aos novos servidores ocorreu na sala de reuniões do Paço Municipal - Foto: Robson Fritzen

Dez aprovados em concurso público municipal tomaram posse na manhã desta quarta-feira, dia 15, em Amambai. Ao dar posse aos novos servidores, durante solenidade na sala de reuniões do Paço Municipal, o prefeito Dr. Bandeira (PSDB), destacou que o objetivo é melhorar o atendimento a população. 

Conforme o setor de recursos humanos da Prefeitura Municipal, o prefeito deu posse a 10 novos servidores, sendo 7 vigias, 1 operador de máquinas, 1 psicóloga e 1 administrador. Todos os que assumiram foram aprovados no concurso público municipal realizado no ano de 2015 com validade para chamada de até 2 anos.
Momento que o prefeito Dr. Bandeira assinava a posse dos novos servidores da Prefeitura de Amambai - Foto: Robson Fritzen
O prefeito Dr. Bandeira disse que os aprovados no concurso estão sendo chamados de acordo com a necessidade do município. “Estamos cumprindo o que determina a lei. Não podemos contratar servidores temporários quando temos uma gente aprovada em concurso público só esperando ser chamada”.

O prefeito lembrou das dificuldades que o município enfrenta com a queda da arrecadação e disse que os novos servidores assumem com a responsabilidade de honrar a população com a boa prestação de serviço. Essa foi a primeira convocação de concursados feita pela atual administração, que tem como meta melhorar o atendimento ao publico em todos os setores. 

Secretaria de Saúde está vacinando contra o HPV

Vacina deve ser tomada por meninas de 9 a 14 anos e meninos de 12 a 13 anos

Vacina contra HPV deve ser tomada por meninos e meninas
A Prefeitura de Amambai, através da Secretaria Municipal de Saúde, está oferecendo doses de vacina contra o HPV. A partir de agora os meninos também devem tomar a vacina, que é oferecida gratuitamente pela rede pública municipal.

Conforme a campanha que está sendo desenvolvida, o HPV não escolhe sexos, portanto, todos na idade indicada devem procurar uma unidade básica de saúde para tomar a vacina. As meninas que devem ser vacinadas são aquelas com idade de 9 a 14 anos e os meninos com idade de 12 a 13 anos.

A Secretaria Municipal de Saúde alerta que atualmente existem quatro tipos de HPV, sendo que dois deles são oncogênicos, ou seja, capazes de levar ao câncer, e outros dois que são responsáveis pelas verrugas genitais, as quais, embora não causem câncer, podem ser bastante desconfortáveis e dolorosas, ocorrendo em os sexos.

O prefeito Dr. Bandeira (PSDB), disse que a vacinação é muito importante no sentido de agir com prevenção. “É sempre melhor prevenir. Temos trabalhado em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde e com o Ministério da Saúde, para que possamos ter as doses da vacina sempre à disposição da nossa população”, ressaltou.


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REPUDIO
Diversos

Por 12 votos a 9, Câmara da Capital aprova moção de repúdio a Marun

Valdir Gomes apresentou requerimento

A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) de reforma da previdência, em tramitação na Câmara Federal, tem sido rechaçada pela população e pela classe política. Depois de se posicionarem contrário ao projeto, vereadores da Capital também criticaram o deputado Carlos Marun (PMDB).

Por indicação do vereador Valdir Gomes (PP), a Câmara aprovou por 12 votos a nove, com uma abstenção, um moção de repúdio a Marun, que preside a comissão especial que analisa a proposta do governo de Michel Temer (PMDB), que, dentre outras coisas, estabelece idade mínima de 65 anos para aposentadoria, para homens e mulher, e obriga o trabalhador a contribuir por 49 anos para ter acesso à 100% do benefício.

“Eu já ajudei o Marun, não vou esconder, mas não vou aceitar a forma que ele vem tratando o educador”, disparou Gomes. Segundo ele, as pessoas acampadas em frente ao condomínio onde mora o peemedebista estão com esperança de uma solução que não virá. “O mandato termina, e o dele vai acabar em dois anos”, emendou Valdir.

À pedido do vereador Otávio Trad (PTB), a votação da moção foi nominal, e além do petebista, foram contrários os tucanos Dr. Lívio Leite, Júnior Longo, Delegado Wellington e João César Mattogrosso, Odilon Júnior (PDT), Gilmar da Cruz (PRB), Chiquinho Telles (PTdoB) e Pastor Jeremias Flores (PTdoB), que se disseram que não concordam com a proposta do governo Temer.

Além do próprio Valdir, a moção recebeu apoio dos também progressistas Cazuza e Dharleng Campos, Betinho (PRB), Veterinário Francisco (PSB), Enfermeiro Fritz (PSD), Lucas de Lima (SD), Papy (SD), Ayrton Araújo (PT), Enfermeira Cida (PTN), Wilian Maksoud (PMN) e Eduardo Romero (REDE).

O vereador Vinicius Siqueira (DEM), foi o único a não votar. Segundo o democrata, Marun já precisava de uma moção de repúdio por ter, dentre outras coisas, apoiado o presidente cassado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), mas precisa ter respeitada sua liberdade como parlamentar para defender suas convicçõ


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PLANTÃO 2
Diversos

Funcionário de empresa agropecuária é sequestrado em roubo de caminhonete

Vítima foi abandonada em trecho isolado, com as mãos amarradas

 

Funcionário de empresa agropecuária viveu horas de pavor nas mãos de assaltantes entre a tarde e noite de ontem (15), em Chapadão do Sul. A vítima, de 26 anos, foi sequestrada e teve caminhonete Hilux que era usada no trabalho roubada pelos criminosos.

Conforme Boletim de Ocorrência registrado nesta manhã, por volta das 16h30min, o rapaz media lavoura de algodão na fazenda onde trabalha quando foi surpreendido por dois homens, armados. A vítima foi dominada e, em seguida, chegaram mais dois criminosos em automóvel Uno.

O trabalhador foi colado dentro da caminhonete Hilux que pertencia à empresa do segmento agropecuário e levado de refém, com a cabeça coberta por capuz.

Os ladrões dirigiram por cerca de uma hora e meia. No trajeto, trocaram a vítima de veículo e transitaram por mais alguns minutos.

O trabalhador foi deixado com as mãos amarradas em área de matagal e alertado que estava sendo vigiado e, caso tentasse fugir, seria assassinado. Algumas horas depois, ao perceber que não havia mais movimentação de pessoas, ele saiu em busca de ajuda em rodovia.

A vítima conseguiu pegar carona até Cassilândia e anunciou o roubo à Polícia Militar da cidade. Inquérito policial foi aberto para investigação.

OUTRO CASO 

Também em Chapadão do Sul, no fim da noite ontem, motorista de caminhão foi surpreendido e teve dinheiro roubado, por dois supostos policiais, na rodovia MS-306.

A vítima, de 64 anos, relatou que dirigia o caminhão quando, de repente, carro de cor preta e com sirene aproximou-se. Com arma apontada, um dos ocupantes disse que ele e o colega eram policiais e exigiu que o caminhoneiro parasse. Sem encontrar dinheiro de frete que buscava, a dupla fugiu com R$ 170 e celular do caminhoneiro.

Moradora de Campo Grande é executada 
a tiros em viagem ao Paraguai

Vítima era esperada por casal, em motocicleta, quando foi morta

 

Elaine Aparecida das Neves, 34 anos, foi executada a tiros de pistola, por volta das 6h50min de hoje, em Pedro Juan Caballero, no Paraguai. A mulher recém tinha chegado no país vizinho depois de ter saído de Campo Grande, onde morava.

De acordo com informações do site Porã News, Elaine foi assassinada por casal que esperava por ela, em motocicleta, perto de posto de combustíveis, na divisa com Ponta Porã.

A vítima foi atingida por vários tiros de pistola nove milímetros e morreu ainda no local. O jornal da região apurou que por volta da 1h desta quinta-feira Elaine havia embarcado de Campo Grande, em ônibus de viagem, com destino à fronteira.

Polícia ainda não tem identificação do casal de autores. Motivo da execução também é desconhecido. Conforme a Polícia Civil, Elaine já esteve presa por tráfico de drogas nos anos de 2006 e 2010.

Pastor é preso acusado de estuprar menina de 11 anos, neta da esposa

Oferecia dinheiro para a criança comprar doces

Na tarde desta quarta-feira (15), um pastor, de 44 anos, foi preso acusado de estuprar a neta de sua esposa, de 11 anos, na cidade de Rio Brilhante distante 158 quilômetros de Campo Grande. Ele oferecia dinheiro para a menina comprar doces.

A criança teria sido estuprada várias vezes pelo pastor, principalmente, quando ela pedia dinheiro a ele para comprar doces. O pedido da menina sempre tinha de ser ‘recompensado’ a ele que passava a mão em suas partes íntimas.

A mãe da menina desconfiou do comportamento da filha e questionou se algo estaria acontecendo, em um primeiro momento ela negou, mas acabou afirmando que o ‘avô’ a molestava toda vez que pedia dinheiro para comprar doces.

De acordo com o site Rio Brilhante em Tempo Real, a mãe procurou a delegacia de polícia para denunciar o caso. Ao ir até a casa do pastor, mesmo local onde funciona a igreja, ele não foi encontrado.

O mandado de prisão foi expedido, mas o pastor acabou se apresentando nesta quarta-feira (15). Ele foi levado para uma das celas da delegacia e espera transferência para o presídio da cidade. O acusado já teria respondido pelo mesmo crime, em outro estado, quando abusou de uma sobrinha.

PF indicia ex-capa da Playboy na Lava Jato

Ex-amante de doleiro, Taiana Camargo é acusada pelo crime de lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores.

PF indicia ex-capa da Playboy na Lava Jato © REPRODUÇÃO / PLAYBOY

Três anos após receber um telefonema do doleiro Alberto Youssef avisando que havia caído na Operação Lava Jato, a modelo Taiana de Souza Camargo entrou na mira da maior investigação contra corrupção no País. Ex-amante do doleiro, Taiana foi indiciada pela Polícia Federal na segunda-feira, 13, pelo crime de lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores.

Grande operador de propinas no esquema instalado na Petrobras entre 2004 e 2014, o doleiro é um dos primeiros delatores da Lava Jato. Youssef revelou pagamentos de vantagens ilícitas por empreiteiras a políticos, entre deputados, governadores e senadores.
© REPRODUÇÃO / PLAYBOY
Em janeiro de 2015, Taiana foi capa da Playboy. Nas páginas da revista ela exibiu charme e curvas generosas. E também contou que foi a primeira pessoa para quem o doleiro mandou mensagem, já na prisão da Lava Jato, em março de 2014. "Ele nunca mais me ligou depois daquela mensagem. Acho que ele primeiro pensou em se preservar. Fiquei magoada", disse Taiana, na época.

O ex não mais apareceu para Taiana - até porque ficou preso em regime fechado por dois anos e meio -, e ela, por sua vez, não apareceu para a Polícia Federal. Ao promover seu indiciamento indireto, a PF destacou as "inúmeras tentativas" de ouvir a moça.

"Intimada em 3 de março de 2016, não compareceu pedindo para ser ouvida por precatória. Expedida carta precatória, não compareceu às oitivas marcadas para o dia 25 de julho de 2016, apesar da intimação. Em nova intimação para o dia 6 de outubro de 2016, obteve-se a informação que se encontrava no exterior. A carta precatória foi devolvida sem cumprimento. Taiana deixou o País dia 11 de julho de 2016, retornando dia 23 de dezembro de 2016", narra a PF.

Negócios

Relatório da Polícia Federal, subscrito pelo delegado Ivan Ziolkowski, aponta que o doleiro, "a título de doação, transferiu um apartamento em São Paulo e uma sociedade em um restaurante para Taiana de Souza Camargo" para ocultar seu patrimônio.

"Alberto Youssef mantinha um relacionamento com Taiana Camargo e transferiu diversos bens e patrimônio para ela a título de 'presentes'. Além de quitar diversas despesas cotidianas de Taiana como condomínio e escola de seu filho, Youssef pagou para ela em 2011 um veiculo BMW 2007", identificou a PF.

A declaração de Imposto de Renda de Ajuste Anual/Ano 2010 de Taiana aponta recebimento de RS 44.894,00 de Pessoa Física no Exterior. Em 2011, segundo o relatório, foram transferidos R$ 62.991 mil à modelo. "Ainda em 2011, Taiana apontou na sua declaração anual um patrimônio total em 31 de dezembro de 2011 de R$ 98.940,04. Chama a atenção, no entanto, que na declaração de 2012, declarou que seu patrimônio na mesma data de 31 de dezembro de 2011 totalizava R$ 1.098.500,00. Ao que tudo indica introduziu valor injustificado como Saldo em Giro e Domicílio para justificar o apartamento que recebeu de Alberto Youssef em 2012", destaca o delegado.

O relatório destaca que o valor estimado do imóvel, atualmente, é R$ 871.733.66. "Com as oscilações do mercado imobiliário experimentadas nesta década pode-se inferir que o valor declarado em 2012 foi compatível com a realidade", aponta o delegado.

Para a PF, há "prova indiciária de má-fé" ao ocultar a origem do patrimônio. Segundo o relatório, Alberto Youssef declarou que a ex-amante recebeu a sociedade do restaurante Aracari "porque ele tinha restrições perante a Receita Federal, constituindo-se, portanto, Taiana, como pessoa interposta (laranja) na sociedade".

"Evidentemente, Taiana tinha conhecimento das atividades ilícitas de Alberto Youssef, ou ao menos, era presumível que soubesse delas. Desta forma, havendo configuração clara da materialidade e autoria, pelos indícios apresentados, determino o indiciamento indireto de Taiana de Souza Camargo pelo crime de lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores de Alberto Youssef", afirma o delegado.

Na entrevista à Playboy, em 2015, Taiana relatou que, durante o namoro, tomou conhecimento de casos de corrupção envolvendo o doleiro, mas sucumbiu. "Cheguei a confrontá-lo. Mas ele disse que essas acusações eram isso, passado, e que eu estava sendo preconceituosa. Acabou me dobrando", contou.

A reportagem deixou recado no escritório de advocacia ligado à defesa de Taiana de Sousa Camargo. Não houve retorno. O espaço está aberto para manifestação da defesa da ex-amante de Alberto Youssef.

 


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PREVIDENCIA
Economia

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ALUNOS E PROFESSORES DO FELIPE DE BRUM E FIAMA DE AMAMBAI

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SEM MEDO, VAMOS ADERIR A GREVE
Diversos
CORDA BRASIL
Diversos

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SINTED PROMOVEU MANIFESTAÇÃO CONTRA REFORMA DA PREVIDENCIA, REUNINDO ESCOLAS, ENTIDADES E POPULARES NA AVENIDA PEDRO MANVAILER E RUA 7 DE SETEMBRO.NOTADAMENTE AUSENCIA DE POLITICOS DA CIDADE DE AMAMBAI. NA CAPITAL

Protesto leva 20 mil as ruas da Capital ‘cobrando’ deputados e senadores de MS

Organização levou bonecos e faixas com nomes parlamentares que não se decidiram ou se declaram a favor

A manifestação contra a reforma da Previdência em Campo Grande já reuniu cerca de 20 mil pessoas no centro da Capital, segundo estimativa da PM (Polícia Militar). Como o Página Brazil já noticiou, o protesto desde cedo pela “Greve geral”, que acontece em todo o país, levava manifestantes de todas as idades para fechar o centro da Capital, dando a tônica em lutar pelo “direito de se aposentar”, que está sendo ameaçado com as mudanças apresentadas ao Congresso Nacional, pela atual administração do presidente Michel Temer. A organização, que tem as entidades da Educação na linha de frente, além de bradarem contra os itens da PEC 287, colocam a chamada de atenção para todos cobrarem os deputados federais e senadores de Mato Grosso do Sul, que terão nas mãos o voto e destino da decisão da aprovação ou não da matéria. O movimento promete ir acampar em frente a casa do deputado Carlos Marun (PMDB), que é o presidente da PEC (Proposta de Emenda Constitucional)

O protesto levou jovens as ruas para contribuir e reclamar por seus direitos, que em tese é quem mesmo que serão mais afetados com a reforma. E muitos deles estavam conscientes e viram e aprovaram a questão de colocar o “nome na rua” dos parlamentares, que é quem terá a decisão final. “Uma coisa legal é que eles -organizadores- fizeram ou estamos protestando contra a reforma da Previdência, mas lembrando e dando enfoque da cobrança aos deputados aqui de MS, que irão dar o seu voto e ‘nos representam’ ou ‘irão nos representar’ “, comenta o estudante universitário Maicon Franco.

O professor Luiz  Ponare, 34 anos, aponta que a Educação é quem mesmo tem que protestar ou puxar esta e outras questões, pois tem o dever de lutar por si e mesmo por todos, repassando também ‘este ensinamento’.  “Estamos aqui primeiramente para dar nosso exemplo, somos professores e é nosso dever de ensinar cidadania ou repassar as realidades como esta, seja mostrando na rua. Mas, acho que todo setor de trabalhadores devem fazer isso”, comentou o professor de Química do Ensino Médio de Escola Estadual.

O estudante do Ensino Médio, William Pascoal, 17 anos, estava até batendo panela, no meio da multidão e avalia que acompanha os professores, por eles e pelo seu futuro. “Se está ruim pro meu professor, está ruim pra mim também.  Bato panela por mim e por eles que me ensinaram a ser cidadão e terão situação piorada e por mim que nem sei se terei alguma situação”, fala o jovem.

É roubo           

Já o professor universitário, Augusto Farias, 44, fala direta e acidamente sobre um assalto ao trabalhador. “A reforma é um roubo descarado, na cara do trabalhador. Quem não é contra, não está percebendo o quanto isso será prejudicial para a sociedade brasileira”, apontou.

Os contras protesto

O país é uma ‘democracia’ e há os que são contra os protestos ou veem cunho somente político partidária na manifestação, que de qualquer forma é uma ação política. Mas, em manifestações em grupos de rede social, há os protestantes contra uma chamada ‘bagunça nas ruas’. “A greve da CUT, da FETEMS, da ACP, mas e o trabalhador que perdeu seu dia de serviço? porque esse povo que está fazendo essa arruaça nas ruas da cidade, forçando lojistas a fecharem as portas, parando transito e outras coisas, são todos funcionários públicos efetivos.  Para eles faltando ou não serviço nada muda. Mais e as pessoas honestas que tem que ir trabalhar, como fica?”, diz Paulo Rios Junior em grupo do Whatsapp.

“As entidades sindicais para gozarem de credibilidade precisam, acima de tudo,  serem responsáveis e sérias,  não serem ‘braços’ de partidos políticos e nem se prestarem a fazer daqueles que a integram ‘massa de manobra’ para atender interesses outros, alheios àquilo que tem como missão”, diz Marcos no mesmo grupo.

Movimento

Os manifestantes que participam do ato contra a Reforma da Previdência fecharam a Avenida Afonso Pena com a Rua 13 de Maio, por volta das 8h40 desta quarta-feira (15). A situação provocou congestionamento e confusão no local, pois há pessoas em meio aos carros que ficaram bloqueados no caminho. Segundo a PM, de inicio já havia pelo menos 5 mil pessoas no local.

A Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) e a PM estavam no local tentando controlar o trânsito. A expectativa dos manifestantes era bloquear o trecho da Afonso Pena entre as ruas 14 de Julho e a Rui Barbosa. Houve pontos de bloqueio na rua Barão do Rio Branco com a Rua 13 de Maio e na 15 de Novembro com a 13 de Maio.

Para evitar que o acesso aos hospitais da área central sejam prejudicados, o presidente da Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul), Roberto Botarelli, pediu aos manifestantes que a pista da Afonso Pena, no sentido bairro-centro seja desobstruída. Os manifestantes deixaram a via aos poucos.

O ato contra a Reforma da Previdência começou às 8 horas com a participação de trabalhadores de diversas categorias e sindicatos como professores, policiais civis, agentes penitenciários, Correios e bancários. Os atos programados para o decorrer do dia devem ter a participação de outras categorias e os educadores prometem greve por tempo indeterminado.

Os protestos que devem ocorrer ao longo desta quarta-feira nas capitais brasileiras e em Brasília são organizados por centrais sindicais e movimentos como CUT (Central Única dos Trabalhadores).

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A passeata dos manifestantes chamou a atenção do comércio de Amambai.

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ZECA DO PT
Diversos
 Zeca do PT e Vander entregam micro-tratores e sementes para mais 32 aldeias de MS


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NO ANO QUE VEM,TEREMOS ELEIÇÕES...
Diversos

Reinaldo defende reforma da previdência e vai cortar ponto de professores

Governador acredita que salários em dia não justificam paralisação

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB), durante agenda pública na manhã desta quinta-feira (16), defendeu a reforma da previdência proposta pelo governo Federal e criticou a paralisação dos professores contrários à proposta.

O tucano voltou a falar que Mato Grosso do Sul paga o melhor salário do país aos professores. Todavia, a manifestação da Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul), bem como de diversas outras entidades sindicais, é especificamente contra a proposta de reforma da previdência, que impõe idade mínima para aposentadoria de 65 anos para homens e mulher, e estabelece tempo de contribuição de 49 anos para o trabalhador ter acesso a 100% do benefício.

“Já tinha avisado a Federação que iríamos fazer corte do ponto e isso vai ser feito. Entendo que teria outra forma de manifestação, democrática, principalmente que não prejudicasse os alunos”, frisou Azambuja.

Reinaldo defendeu a reforma da previdência, que julgou ser ‘necessária’ e que já está sendo feita em outros países. O governador citou, como justificativa, o aumento na expectativa de vida do brasileiro e diminuição da taxa de natalidade no país.

“(A previdência) Do jeito que está não pode ficar. Se não daqui uns anos teremos uma ficção, aposentado e pensionista fazem conta que tem aposentadoria e os governos não dão conta de pagar”, disse.

Mesmo sem uma definição da pauta nacional, que unifica idade e tempo de contribuição para homens e mulheres, o governador afirmou que vai enviar para Assembleia Legislativa o projeto que propõe alterações na previdência estadual. Reinaldo Azambuja não detalhou quando isso será feito, nem quais pontos serão debatidos na proposta.

Apesar de frisar que a matéria regional pode tramitar independente do debate nacional, o secretário de governo, Eduardo Riedel (PSDB), já havia salientado que a PEC da reforma da previdência, se aprovada, pode influenciar nos rumos da proposta a ser encaminhada à Assembleia.

“Tem que ser feito revisão da estrutura previdenciária de todo o país”, finalizou o governador.


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PLANTÃO

Ônibus com 20 estudantes pega fogo em rodovia e fica totalmente destruído

Bombeiros apagaram as chamas de ônibus que foi consumido pelo fogo. (Foto: Tá na Mídia Naviraí)
Um ônibus que transportava 20 estudantes, pegou fogo na BR-163 na noite de ontem (15) quando seguia para Naviraí, distante 366 km de Campo Grande. O veículo foi consumido pelas chamas e ninguém ficou ferido.

Segundo informações do site Tá na Mídia Naviraí, os estudantes são moradores de Mundo Novo e Japorã e embarcaram no início da noite de ontem, com destino a uma faculdade em Naviraí.

No meio do caminho, a parte traseira do ônibus começou a pegar fogo. Rapidamente o motorista parou o veículo e todos desceram do ônibus que foi consumido pelas chamas.

Na pressa, muitos estudantes deixaram documentos e celulares nas poltronas, e também foram queimados. Ainda não se sabe o que começou o fogo, mas há possibilidade de ter dado curto circuito no sistema elétrico.

Corpo de Bombeiros e CCR MS Via atenderam a ocorrência.


Justiça do Maranhão condena ex-prefeita símbolo de 'ostentação'

Lidiane Leite da Silva (DEM) é acusada por atos de improbidade administrativa, durante sua gestão entre 2012 e 2015

© Reprodução
A Justiça do Maranhão condenou a ex-prefeita de Bom Jardim (MA), Lidiane Leite da Silva (DEM), por atos de improbidade administrativa durante sua gestão entre 2012 e 2015. Sua figura ficou conhecida por estar envolvida em esquemas de corrupção, enquanto ostentava carros luxuosos e roupas de marca nas redes sociais.

De acordo com o UOL, Lidiane é acusada de reduzir salários de professores sem justificar a ausência de recursos nos cofres municipais. O juiz Raphael Leite Guedes acatou as denúncias do MPE (Ministério Público Estadual) e suspendeu os direitos políticos da ex-prefeita.

A sentença, proferida na última segunda (13), também determina uma multa de 50 vezes o valor da remuneração de Lidiane, cujo valor será revertido aos cofres municipais.


 

Jovens ficam feridos em batida de carro em árvore na volta de festa

Motorista teve escoriação e foi embora; jovem foi levada para hospital. Acidente foi no bairro Santo Amaro, em Campo Grande. 

Carro bateu de frente em árvore na avenida Presidente Vargas, em Campo Grande (Foto: Osvaldo Nóbrega/ TV Morena)
Dois jovens ficaram feridos em acidente por volta das 6h (de MS) desta quinta-feira (16), na avenida Presidente Vargas, bairro Santo Amaro, em Campo Grande. Segundo familiares do rapaz de 23 anos que conduzia o veículo, a passageira é amiga dele e ambos voltavam de uma festa de formatura.

O condutor saiu do carro sozinho e foi embora do local em um táxi, com escoriações. A jovem foi retirada do veículo com dificuldades pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levada para a Santa Casa com suspeita de traumatismo craniano. Ela estava sem documentos pessoais.

Uma mulher que estava na calçada onde aconteceu o acidente diz que só não foi atropelada pelo veículo por causa da batida na árvore. Ela não viu como foi a batida, só ouviu o barulho do impacto.
Veículo ficou com vidros quebrados e frente destruída (Foto: Osvaldo Nóbrega/ TV Morena)



 

FRONTEIRA| Brasileira é executada a tiros ao desembarcar de ônibus

Crime aconteceu na fronteira com Ponta Porã. (Foto: Porã News)
Elaine Aparecida das Neves, 34, foi executada a tiros de pistola 9 milímetros, por volta de 06h50 desta quinta-feira (16), em Pedro Juan Caballero. Um casal é suspeito de ter cometido o crime, que aconteceu bem na fronteira com Ponta Porã, distante 323 km de Campo Grande.

De acordo com informações do site Porã News, o casal estava em um posto de combustível esperando por Elaine.

A vítima embarcou em ônibus em Campo Grande de por volta de 01h de hoje com destino a Ponta Porã. Ao descer do veículo, Elaine foi surpreendida pelo casal e morta a tiros.


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veras que um filho teu não foge a luta
Diversos

paralisaçã

 

Profissionais protestam contra reforma e por aumento salarial

No segundo dia da paralisação de professores da rede estadual e municipal de ensino em Mato Grosso do Sul, algumas escolas reabriram depois de fecharem ontem. Um dos sindicatos que organiza o movimento na Capital faz “peregrinação” nesta manhã para convencer profissionais para aderir à paralisação.

Ontem, conforme sindicalistas, praticamente todas as escolas de Campo Grande ficaram fechadas. No interior a adesão também foi grande, mas números não foram divulgados pela Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (Fetems). Os profissionais protestam contra reforma da Previdência Social e também por aumento salarial. 

Nesta quinta-feira, no entanto, algumas escolas municipais da Capital reabriram, como é o caso da Bernardo Baís, na Avenida Calógeras. O presidente do Sindicato Campo-Grandense dos Profissionais da Educação (ACP-MS), Lucílio Nobre, afirmou que percorre escolas nesta manhã para conversar com professores.

“Achamos que todos deveriam parar. Ontem foi 100% das escolas porque mesmo as que não aderiram não tiveram aula porque alunos não conseguiram chegar, por conta da paralisação dos ônibus. Queremos que as escolas parem hoje e a amanhã para dar força ao movimento”, afirma.

Ainda segundo o sindicalista, o impacto do primeiro dia de protestos, que contou com 20 mil pessoas em passeata no Centro da cidade, foi positivo. “Alguns deputados federais e até senador de Mato Grosso do Sul já se posicionaram contra a reforma”, completa.

Presidente da Fetems, Roberto Botareli afirma que levantamento sobre adesão de escolas do interior ainda está sendo feito, mas que na Capital todas escolas estaduais, com exceção da Lúcia Martins Coelho – que não aderiu ao movimento ontem – estão fechadas. “A informação que temos é que continuam paradas”, disse.

Botareli faz parte de grupo de cerca de 250 pessoas que montou acampamento em frente ao condomínio Dahma 2, onde mora o deputado federal Carlos Marun (PMDB-MS), que preside comissão especial sobre a reforma da Previdência, na Câmara dos Deputados. “Vamos ficar aqui até domingo, quando faremos uma avaliação do movimento”, disse.

A reportagem tentou contato com as secretárias de educação Maria Cecília Amêndola da Motta, do Estado. Ilza Mateus de Souza, do município, para mais detalhes sobre impacto da paralisação, mas nenhuma ligação foi atendida.

A única confirmação é que nesta manhã o prefeito Marcos Trad (PSD) recebe representantes da ACP para debater a paralisação.

Professores seguem em greve e 90% das escolas aderiram à paralisação, diz ACP

Ceinfs estão com atendimento prejudicado

Divulgação
Os professores das escolas públicas de Campo Grande seguem em greve contra a reforma da Previdência. De acordo com a ACP (Sindicato Campo-grandense dos Profissionais da Educação Pública), 90% das escolas aderiram à paralisação, ainda que nem todas estejam fechadas. Conforme o presidente da ACP, Lucílio Nobre, há escolas municipais com atendimento parcial e escolas estaduais de tempo integral que seguem com aulas.

Com relação aos Ceinfs (Centros de Educação Infantil), de acordo com a presidente do Senalba (Sindicato dos Trabalhadores em Entidades Culturais, Recreativas, de Assistência Social, de Orientação e Formação Profissional no Estado de Mato Grosso do Sul), Maria Joana Barreto, 80% estão funcionando apenas com recreadores, já que os professores estão apoiando à manifestação.

Conforme a sindicalista, há denúncias de Ceinfs em que os professores e recreadores estariam sendo pressionados para voltarem ao trabalho.

Os professores de Mato Grosso do Sul aderiram à greve nacional contra a reforma da Previdência. O movimento foi convocado pela CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação) e sindicatos de vários estados se uniram ao movimento.

Na manhã da quinta-feira (15), a categoria foi maioria no protesto que ocorreu no Centro de Campo Grande e reuniu aproximadamente 20 mil pessoas, segundo estimativa da Polícia Militar.

Em Campo Grande são em torno de 300 escolas municipais e estaduais com 12 mil professores. Já em todo estado, são aproximadamente 25 mil professores.


Levantamento mostra que 119 deputados governistas assinam mudanças em PEC da Previdência

Arquivo
Levantamento do site Valor Econômico mostra que mais de um quarto dos deputados de partidos da base aliada (119 parlamentares) subscreveram pelo menos 50 emendas com sugestões para alterar o texto da reforma da Previdência. O número demonstra que há um grupo considerável de parlamentares governistas defendendo alterações ao projeto e que, se votarem unidos com a oposição, podem inviabilizar a reforma - os que apoiaram menos de um terço das emendas apresentadas representam 294 deputados, menos que os 308 votos necessários para aprovação.

Emenda da Força Sindical para flexibilizar a reforma da Previdência, com redução na idade mínima de aposentadoria, aumento do valor pago, mudança na regra de transição proposta pelo governo e permissão para acumular o benefício com pensões recebeu o maior número de apoios entre as 146 protocoladas. Ao todo, 245 deputados assinaram - 178 da base governista.

"Fiz o esforço de assinar todas para demonstrar justamente a minha contrariedade com a proposta", afirma o deputado Júlio Delgado (PSB-MG), que apoiou 118 emendas. Ex-líder do PSD, Rogério Rosso (DF) é o parlamentar da base que mais apoiou as sugestões dos colegas. Diz que está convicto da necessidade da reforma, mas que assinou 124 sugestões para ampliar o debate. "Já me posicionei inclusive para o presidente [Michel] Temer de que o projeto precisa de modificações para fazer o ajuste fiscal, mas garantir justiça social."

Há nesse grupo de assinadores contumazes, contudo, deputados da base que dizem defender mudanças, mas que só apoiaram ajudar os colegas. Por se tratar de uma PEC, é preciso que 171 deputados subscrevam a proposta para que passe a tramitar. Das 146 emendas protocoladas até terça-feira, pelo menos 57 foram anuladas por falta de apoio - outras nove ainda não tinham checagem de assinaturas concluída.

Lucio Mosquini (PMDB-RO), que aderiu a 112, diz que assina todas para garantir a tramitação. "Essas emendas a gente dá o quórum mínimo para tramitar. Não é pelo fato de eu ser do PMDB e o projeto ser do PMDB que eu vou me fechar para a discussão. A gente tem que ter a liberdade de discutir ali", disse. Alfredo Kaefer (PSL-PR) apoiou 122 sugestões, mas ressalta que não significa que votará a favor. "Na verdade, a maioria eu sou contra."

Já o líder do PMDB, Baleia Rossi (SP), foi do grupo da base que se recusou a apoiar emendas. "Como líder do partido do presidente, eu preferi esperar o trabalho da comissão, que vai analisar o assunto", afirmou. Além dele, apenas outros seis parlamentares não apoiaram nenhuma alteração ao texto, como o presidente da comissão, Carlos Marun (PMDB-MS), e Osmar Serraglio (PMDB-PR), que se licenciou para assumir o Ministério da Justiça.

Defensores do projeto, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o relator da PEC, Arthur Maia (PPS-BA), constam como apoiadores de uma emenda cada. Rodrigo, para garantir aposentadoria especial para policiais, e Arthur, para impedir que planos abertos assumam a previdência complementar de servidores públicos. Ambos dizem que o apoio é um erro e que devem ter se confundido.

Para Arthur Maia, todas as emendas com mais de 171 assinaturas mostram apoio expressivo: "As pessoas não podem interpretar o desejo de um deputado da base por aperfeiçoamento ao texto como ele sendo contra o projeto, são coisas diferentes." A pedido do PSB, um dos partidos aliados com mais dissidentes, o prazo para emendamento, que tinha acabado na terça-feira, foi reaberto até amanhã.

Até o momento, a alteração com mais apoio é de um grupo liderado por Paulinho da Força (SD-SP), presidente da Força Sindical, e Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), que reduz a idade mínima proposta pelo governo, de 65 anos, para 58 anos para mulheres e 60 anos para homens. A regra de transição seria um pedágio (acréscimo sobre o tempo restante para solicitação da aposentadoria) de 30% para todos os trabalhadores. E seria permitido acumular aposentadoria e pensão, desde que o valor não ultrapasse o teto do INSS.

Também teve apoio expressivo sugestão da deputada Alice Portugal (PCdoB-BA) para que a Previdência Social seja compensada caso ocorram renúncias de contribuições sociais e reduz a idade mínima para 60 anos para homens, com 35 anos de contribuição, e 55 anos para mulheres, com 30 anos de contribuição, aposentadoria com 65 anos, com contribuição menor. 232 deputados assinaram o texto, 117 deles da base do governo.

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CUTUCOU A ONÇA COM VARA CURTA
Diversos

Acampamento na casa de deputado tem grande estrutura e apresentações culturais

Manifestantes protestam contra Reforma da Previdência na casa de Marun

 

Cerca de 600 manifestantes que protestam contra a Reforma da Previdência Social estão acampados na frente do condomínio do deputado federal Carlos Marun (PMDB), presidente da Comissão Especial que analisa a proposta na Câmara. Grupo montou estrutura com barracas, cozinha, banheiro e caixa d'água para permanecer no local pelo menos até domingo (19), em Campo Grande.

Presidente da Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (Fetems), Roberto Botarelli, disse ao Portal Correio do Estado que apresentações culturais serão realizadas na noite de hoje no local, onde há representantes de várias categorias de trabalhadores e movimentos sociais.

Segundo Botarelli, grupo aguarda a presença de Marun para conversar sobre o Projeto de Emenda à Constituição (PEC) 287, do Governo Federal, que prevê mudanças na Previdência Social.

“A gente está aberto para conversar e mostrar para ele [Marun] que a reforma da previdência é ruim para todo mundo, é para ninguém aposentar. Vamos aguardar e conversar para convencer ele a votar contra”, disse.

Acampamento foi montado na entrada do condomínio Parque Residencial Dahma II. Manifestantes foram orientados a não atrapalharem entrada e saída de moradores e não promoverem confusão ou perturbação do sossego. Músicas serão desligadas às 22h, respeitando Lei do Silêncio.

Atos que serão feitos durante greve serão definidos em reuniões que serão realizadas durante o dia. 

Expectativa é que manifestantes do interior do Estado e de outros estados do Brasil venham a Campo Grande para participar do acampamento.

DEPUTADO NÃO CEDE

Na tarde de hoje, Marun classificou acampamento de manifestantes em frente ao condomínio onde ele mora como “protesto covarde” e disse que movimento não muda seu posicionamento favorável a aprovação do projeto de Reforma da Previdência Social. 

Peemedebista disse que o acampamento tem objetivo de constranger sua esposa, filho e vizinhos.

“Isso não vai abalar nem diminuir minha convicção de que é momento de pensar no Brasil. Os senhores que estão acampados estão pensando nas suas aposentadorias, eu também estou pensando nelas, porque eu luto para que elas possam ser pagas, mas é preciso neste momento que pessoas pensem no Brasil. Eu não vou desistir disso. A reforma da previdência é necessária e eu vou lutar para que ela aconteça”, disse o deputado. 

ATOS

Em todo Brasil, trabalhadores protestam nesta quarta-feira contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287. Entre as alterações está a aposentadoria com mais idade para homens e mulheres.

Em Mato Grosso do Sul, há uma particularidade em relação aos trabalhadores da educação, que iniciam greve a partir de hoje. A reivindicação é por cumprimento de piso salarial nacional e a previsão é que rodada de negociação com o Governo e a Prefeitura da Capital ocorra no fim da semana.


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CAMPO GRANDE MS
Diversos


Mais de 20 mil pessoas protestam contra a reforma em Campo Grande

No interior, foram feitas dezenas de manifestações com grande número de 

 

Mais de 20 mil pessoas participaram da manifestação nacional contra a reforma da Previdência Social em Campo Grande. A Capital sul-mato-grossense amanheceu parcialmente paralisada com a não circulação dos ônibus coletivos, greve dos professores da rede estadual de ensino e a paralisação parcial de profissionais de diversas áreas. 


No interior do Estado também foram realizadas manifestações onde milhares de pessoas foram às ruas e as maiores concentrações foram em cidades como Dourados, Três Lagoas, Corumbá, Ponta Porã e Naviraí.


A concentração na Capital começou às 8h na Praça Ary Coelho e em seguida se reuniram na Avenida Afonso Pena, esquina com a Rua 13 de Maio, onde lideranças sindicais das 6 centrais (Força Sindical, CUT, UGT, CTB, CSB e NCST) além de dezenas de federações e centenas de sindicatos, realizaram discursos em cima de caminhão de som, enquanto centenas de pessoas foram chegando e somando forças ao movimento.


Em seguida os manifestantes partiram para uma caminhada na área central, fazendo o quadrilátero formado pelas ruas 13 de Maio, 14 de Julho, Barão do Rio Branco e de volta à 13 de Maio. O principal alvo dos manifestantes foram os deputados federais Carlos Marun (PMDB), Elizeu Dionízio(PSDB), Tereza Cristina(PSB), Luiz Henrique Mandetta (DEM) e Geraldo Resende (PMDB), que não manifestaram voto em favor do povo. A maioria deles está mais voltada a seus interesses próprios junto ao governo federal. Os demais deputados da bancada federal de MS, Zeca do PT, Vander Loubet (PT) e Dagoberto Nogueira  (PDT), defendem os interesses dos trabalhadores e são contra a reforma da previdência.


Os três senadores de MS, Valdemir Moka (PMDB), Simone Tebet (PMDB) e Pedro Chaves (PSC) também foram muito criticados pelos manifestantes e ganharam até versões em bonecos, que foram ameaçados pela figura da morte, que portava uma foice durante o desfile pelas principais ruas de Campo Grande na manhã desta quarta-feira.


ACAMPAMENTO 


No final das manifestações na área central, as lideranças sindicais convocaram o povo para acampar primeiramente à frente da casa do deputado Carlos Marun (PMDB), que é presidente da Comissão Especial da Reforma da Previdência (PEC 287/16), num bairro nobre na saída para Três Lagoas.


Em Dourados, manifestantes foram para a frente do escritório do deputado federal Geraldo Resende, na Rua Nelson de Araújo, centro da cidade. O ex-vereador Walter Hora, assessor do parlamentar, saiu para falar com os manifestantes e recebeu vaias. O povo quer que ele se posicione a seu favor, sem desculpas.


Durante o restante da semana, outras ações serão tomadas pela comissão que se formou com a participação das 6 centrais, federações e sindicatos de todo Mato Grosso do Sul. “As residências dos demais parlamentares que estão indecisos ou que já se manifestaram favoráveis à reforma, serão surpreendidas com o acampamento de cidadãos e cidadãs, como forma de pressioná-los a fazer a vontade do povo e não de uma meia dúzia de governantes que não respeitam e não levam em consideração a vontade popular”, afirmou Estevão Rocha dos Santos, presidente do Seaac/MS e diretor da Força Sindical MS.


O secretário geral da Força Sindical MS, Adauto Cândido de Almeida disse que o momento é de união do povo e das entidades sindicais em torno desse propósito de não deixar a famigerada PEC 287/16 ser aprovada.


INTERIOR DE MS 


José Lucas da Silva mobilizou dezenas de trabalhadores de sua área, movimentação de mercadorias e como coordenador regional da CSB/MS, ele avaliou como altamente positiva essa manifestação nacional aqui em Mato Grosso do Sul.


Além de Campo Grande, trabalhadores de todas as áreas realizaram manifestações públicas também em diversas cidades de Mato Grosso do Sul. As maiores concentrações, entretanto, no interior, ficaram por conta das cidades de Dourados, Três Lagoas, Corumbá, Ponta Porã e Naviraí.


“Vamos definir, no decorrer da semana, outras ações coordenadas para mostrar a nossa força, a força do povo brasileiro”, afirmou Weberton Sudário, presidente da Fetricom/MS (Fed. dos Trab. nas Ind. da Construção Civil de MS). “Tivemos hoje aqui a presença de mais de 20 mil cidadãos e cidadãs, todos vindos por livre e espontânea vontade, demonstrar sua indignação com um projeto que vai tirar a qualidade de vida dos aposentados, e isso não vamos permitir”, enfatizou.


Genilson Duarte, presidente da CUT e Ricardo Froes, da CTB, também avaliaram o movimento como vitoriosos. A presença maciça de mais de 20 mil trabalhadores só em Campo Grande e milhares em todo Mato Grosso do Sul, realmente demonstra que o povo é consciente dos perigos que essa reforma previdenciária pode representar para todos os brasileiros.


Antônio César Amaral Medina, coordenador geral do Sindjufe/MS disse que a proposta do governo Michel Temer é o mais duro golpe aos direitos constitucionais  dos trabalhadores. “Essa PEC 287/16 vai contribuir com o aumento das desigualdades no Brasil e em pouco tempo, teremos um País com alguns mais ricos e milhões mais pobres.


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FIQUE SABENDO 1
Diversos  18h40

Calça jeans ‘skinny’ pode ser a causa de sua dor nas costas

mulheres sofrem com dor nas costas e a causa disso pode estar onde elas menos esperam. Segundo a Associação Britânica de Quiropraxia (BCA, na sigla em inglês), peças do guarda-roupa podem ser as responsáveis pela dor nas costas de três quartos das mulheres. Os médicos identificaram tensões na região da coluna relacionadas sobretudo às calças ‘skinny’, mas também aos casacos grandes com capuz pesados e às bolsas transversais.

Entre as 1.062 mulheres entrevistas no Reino Unido, 73% sofriam de dores nas costas e 33% não sabiam que a escolha da roupa poderia estar envolvida. Os jeans ‘skinny’ eram o item mais popular, usado por 48% das entrevistadas, seguido por bolsas transversais, casacos com grandes capuzes, sapatos de salto alto e sandálias ‘mule’, aquelas sem proteção no calcanhar. 

Movimentos restritos

Qualquer tipo de roupa que restrinja a locomoção, ou que leve a pessoa a se movimentar de forma não natural, pode ter um impacto negativo na postura, nas costas ou no pescoço, de acordo com a BCA. 

Bolsas pesadas e sobrecarregadas já são antigos conhecidos, mas alguns itens inesperados, como a calça jeans, também podem causar danos – eles restringem o movimento em áreas como os quadris e joelhos, afetando a maneira como sustentamos nossos corpos.  Já capuzes muito grandes podem exigir um esforço maior do pescoço. 

“Sempre me surpreendo com a quantidade de pacientes que não sabem que suas roupas e acessórios podem afetar a saúde da coluna e a própria postura, e como muitos preferem continuar com essas escolhas”, disse Tim Hutchful, especialista da instituição, ao jornal britânico Telegraph. 

Corpo no limite

Para Hutchful, os jeans ‘skinny’ podem reduzir a mobilidade, até mesmo de andar. “Roupas restritivas podem levar a uma perda de fluidez em seu passo e nas qualidades naturais de absorção de choque de sua caminhada, causando pressão nas articulações. Mangas bufantes podem fazer com que você posicione os braços de uma maneira incomum, então mais uma vez seu corpo estará compensando suas escolhas de moda.”, explica. Saltos altos e rasteirinhas, que podem afetar a forma como as mulheres andam, também foram identificados como um problema.

No entanto, a pesquisa não visa servir como uma proibição, mas como um alerta. “Não estamos dizendo que parem de usar as roupas que gostam, apenas que há maneiras fáceis de você reduzir seu impacto sobre a postura e saúde em geral”, salienta.

A dica é limitar o número de vezes que você usa calças jeans mais justas ou salto alto durante a semana, por exemplo, e usar mochilas mais confortáveis quando for carregar muito peso, dando um tempo ao seu corpo.


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LUZ NO TUNEL
Diversos

Para Assomasul, nova fase da repatriação cria boas perspectivas para os municípios

Governo federal estima arrecadar R$ 50 bilhões com dinheiro do exterior, dos quais, 46% serão destinados a estados e municípios 

Foto: Edson Ribeiro

A aprovação do texto-base do projeto que reabre um novo prazo para adesão ao programa de repatriação de recursos mantidos ilegalmente no exterior traz boas perspectivas aos prefeitos nesse momento de crise econômica do país.

A leitura foi feita pelo presidente da Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul), Pedro Caravina (PSDB), logo após aprovação do projeto de repatriação pelo Senado, na terça-feira (14).

Com a aprovação, o governo federal deverá arrecadar em torno de R$ 50 bilhões com a repatriação de dinheiro do exterior, dos quais, 46% serão divididos entre estados e municípios.

Caravina observa que, se a situação já é crítica, a previsão da STN (Secretaria do Tesouro Nacional) é de que o FPM (Fundo de Participação dos Municípios) deva sofrer uma retração em torno de 38% em março em relação ao mês anterior, o que, segundo ele, dificulta ainda mais o mandato dos atuais prefeitos que ainda tentam colocar a casa em ordem.

Segundo ele, essa nova fase de transferência de recursos extras será fundamental para que os gestores públicos possam respirar.

É que foi mantida a previsão de destinar 46% do montante arrecadado com as multas para estados e municípios, que receberão o mesmo porcentual do imposto arrecadado por meio do FPE (Fundo de Participação de Estados) e FPM (Fundo de Participação dos Municípios).

De acordo com a assessoria técnica da Assomasul, no ano passado os 79 municípios do Estado receberam mais de 60 milhões como parte da primeira e segunda fases da repatriação, cuja maioria dos prefeitos usou o dinheiro para pagar a folha de pessoal e também dívida com fornecedores.

No dia 30 de outubro do ano passado, foi feito um repasse de R$ 4,930 milhões e em 19 de novembro, o governo federal transferiu para a conta das prefeituras R$ 55,6 milhões. Campo Grande recebeu R$ 8,350 milhões, o maior repasse entre os 79 municípios de Mato Grosso Sul, conforme a entidade.

MULTAS E IMPOSTOS

O Senado recuou da ideia de incluir na repatriação o patrimônio de parentes e cônjuges de políticos e ocupantes de cargos públicos. O relator do projeto manteve o texto como veio da Câmara.

Na sessão, nenhum senador propôs reincluir o perdão a parentes de políticos que tentaram aderir ao programa em 2016, mas não conseguiram porque era proibido. O projeto foi rapidamente aprovado por votação simbólica.

“Vitória do bom senso. E isso nós defendíamos desde a primeira votação aqui no Senado. Era inconcebível e inaceitável incluir parentes de políticos ou retroagir a data como alguns queriam”, disse o senador Randolfe Rodrigues.

O prazo para a repatriação de recursos obtidos de maneiras lícitas, mas que não foram declarados as autoridades brasileiras, será de até 120 dias a partir da regulamentação do programa pela Receita Federal. Vale para o patrimônio existente lá fora até o dia 30 de junho de 2016.

Para trazer os recursos de volta, o contribuinte terá que pagar 15% de imposto e 20,25% de multa.
Na primeira rodada de regularização, em 2016, foram trazidos R$ 170 bilhões que estavam no exterior. Com impostos e multas, o governo federal arrecadou R$ 46,8 bilhões, dinheiro fundamental para fechar as contas de 2016 do governo federal, estados e municípios.

O projeto agora precisa apenas da assinatura do presidente Michel Temer (PMDB-SP) para virar lei. O governo espera arrecadar ao menos R$ 30 bilhões de reais com a segunda rodada. O dinheiro também será dividido entre o governo federal, estados e municípios.


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QUEM É QUEM
Diversos

Maioria da bancada federal de MS vota contra PEC de reforma da previdência

Dos oito deputados da bancada, sete responderam questionamentos

No dia em que milhares de brasileiros foram às ruas para se posicionarem contra a proposta do governo do presidente Michel Temer (PMDB) de reforma da previdência, o Jornal Midiamax elencou os temas mais polêmicos aos deputados federais do Estado e perguntou como votam os parlamentares no projeto que influencia a vida de milhões de pessoas no país.

Dos oito deputados federais por Mato Grosso do Sul, apenas Luiz Henrique Mandetta (DEM), não respondeu os questionamentos, encaminhados na última quinta-feira (9).

Do restante, apenas o deputado Carlos Marun (PMDB), que presidente na Câmara a comissão especial criada para analisar a reforma da previdência, se disse favorável ao projeto. Apesar de não responder a reportagem, o peemedebista declarou recentemente que acredita que o governo Temer, do qual é defensor, pode rever alguns pontos como a idade mínima para homens e mulheres.

A reportagem elencou os temas que geraram mais discussão na Câmara, a idade mínima de 65 anos para aposentadoria, tanto para mulheres quanto para homens, com um tempo mínimo de contribuição de 25 anos e o fim diferenças entre regime previdenciário geral e o público.

Os outros tópicos questionados foram a proposição de uma regra de transição para não prejudicar quem está perto da aposentadoria (50 anos ou mais para homens e 45 anos ou mais mulheres poderá se aposentar pelas regras atuais), os trabalhadores rurais, que atualmente se aposentam com 55 anos (mulheres) e 60 (homens) com necessidade de comprovação de 15 anos de trabalho no campo, passam a adotar o mesmo regime de idade (65 anos) e tempo de contribuição (25 anos) e, por fim, a forma de cálculo do beneficio, que será feito com base em 51% de 80% das melhores contribuições mais um ponto percentual a cada ano pago. Para se aposentar com 100% do benefício, será preciso contribuir 49 anos.

O primeiro a responder foi o deputado Dagoberto Nogueira (PDT), contrário à proposta do governo. “Esta é uma das mais desumanas propostas já mencionadas no Brasil, alterações seríssimas. É crueldade exigir que o cidadão contribua 49 anos, é um absurdo. Temos que lutar contra essa injusta reforma, que poderá deixar o país mais desigual”, disparou o pedetista.

Outro que vota contra a reforma, segundo a responder, foi o deputado Vander Loubet (PT). “Entendo que a Reforma da Previdência nos termos propostos pelo governo tem muitas dificuldades para passar no Congresso Nacional, pois traz alterações muito profundas na vida de milhões de brasileiros. A velocidade da tramitação e a profundidade das propostas comprometem a reforma”, frisou o petista.

Vander defende mais tempo de discussão de uma proposta que vai mexer ‘com profundidade e abrangência’ a vida do brasileiro. “Vale observar ainda que temos outras questões que prejudicam a realização desse tipo de reforma, como a evidente crise política e a crise de legitimidade do Governo Temer. Por fim, acredito ser importante ressaltar que a previdência brasileira, se não é a ideal, claramente se constitui num mecanismo de inclusão social, especialmente para o mais pobres da nossa sociedade. Mexer nisso exige cuidado e atenção para que não venhamos a cometer injustiças”, destacou.

Em seguida, a assessoria do deputado Elizeu Dionizio (PSDB), encaminhou resposta do deputado, que se mostrou contra o projeto do governo. “Não voto na proposta original do governo, e um dos motivos é que 49 anos de recolhimento é desumano. Precisamos sim, é reavaliar quem tem mais regalias na aposentadoria, por que isso sim pode estar sobrepondo direitos de outros trabalhadores. A vitaliciedade e a transferência de direitos talvez seja o grande gargalo de hoje no INSS”, pontuou o tucano.

Para o ex-governador e deputado federal Zeca do PT, a proposta do governo Temer prejudica o trabalhador, e ‘preserva’ os ‘mais ricos, sonegadores e credores da dívida pública’. “Com discurso de que existe um déficit bilionário anual de R$ 159 bilhões (2016) nas contas da previdência e que isso diminuirá investimentos em programas sociais, saúde, educação, o governo golpista ignora dados da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN), que aponta R$ 426 bilhões devidos por grandes empresas ao INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social), dentre elas, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Marfrig, Friboi e Vale do Rio Doce”, disse o petista.

Segundo Zeca, o valor da dívida das grandes empresas equivale a três vezes o chamado ‘déficit da Previdência’ de 2016, e cita também as renúncias fiscais que, afirma, chegaram a R$ 56,3 bilhões no ano passado. Ele também destaca que a União não tem computado na receita da Seguridade Social (Saúde, Previdência e Assistência Social) recursos da CSLL (Contribuição Social Sobre Lucro Líquido), Cofins (Contribuição sobre o Financiamento da Seguridade Social) e do PIS-Pasep, gerando déficit fictício.

“Em 2015, a seguridade social com receitas previdenciárias mais CSLL, Cofins, e Pis-Pasep tiveram um superavit de R$ 11 bilhões. Não podemos pagar essa conta sozinho! Não podemos deixar aumentarem a DRU (Desvinculação de Receitas da União) para 30%. A única dúvida que tenho e está sendo discutido no partido é sobre o regime geral de previdência até para os servidores públicos”, finalizou.

A última resposta chegou da assessoria da deputada Tereza Cristina, que revelou que seu partido não irá aceitar a versão encaminhada pelo Governo sobre a reforma da Previdência. Ela defende que o texto sofra mudanças, mas sem ser ‘desfigurado’.

“Acredito que os pontos considerados essenciais pelo governo, como a exigência de 49 anos de contribuição para a aposentadoria integral e a eliminação de regras especiais para trabalhadores rurais e deficientes físicos, serão revistos pelos deputados”, disse a única parlamentar do Estado na Câmara Federal, via assessoria de imprensa.

Ainda de acordo com ela, exigir 49 anos de contribuição do trabalhador rural é demais. “O governo diz que o rombo é maior nessa área, que paga R$ 90 bilhões em benefícios e arrecada R$ 8 bilhões”. A parlamentar encerrou dizendo que a pedido da bancada, deverá se reunir com o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) e outros líderes, sobre a possibilidade de a Casa acolher cinco pontos essenciais de mudança, frente à proposta do Governo. “Hoje a estratégia do governo é suicida”, finalizou.

Na última segunda-feira (13), Marun revelou que pretende encerrar as audiências que tem feito sobre as propostas da reforma ainda no mês de março, e que na primeira quinzena do mês de abril conclua a análise interna da comissão. A intenção é que o projeto seja analisado no plenário da Câmara até o mês de maio e siga para o Senado Federal, para ser sancionado até o mês de junho.

Deputado Federal Geraldo ResendeDeputado Federal Geraldo Resende

Já o deputado federal Geraldo Resende (PSDB), manifestou-se nesta quarta-feira (15), por meio de sua assessoria de imprensa. Ele se posicionou contrário à reforma da Previdência Social nos termos do projeto encaminhado pelo presidente Michel Temer (PMDB) ao Congresso Nacional.

“Não posso concordar com pontos como tempo de contribuição de 49 anos para receber o benefício integral, com as regras de transição para quem já tem mais de 50 anos ou com qualquer violação de direito adquirido”, ressaltou Geraldo. “Também votarei contra qualquer ponto da proposta que viole o direito dos trabalhadores que ganham menos”, afirmou o parlamentar.

“Somos a favor de uma reforma na previdência, mas não abriremos mão de trabalhar para que ela seja menos danosa ao conjunto da sociedade, sobretudo em aspectos como regra de transição, tempo mínimo de contribuição e idade mínima para requerer o benefício. Todas as propostas serão debatidas e havemos de encontrar, com fé em Deus, um conjunto de medidas capaz de equilibrar as contas públicas e atender as expectativas da sociedade”, destacou Geraldo Rezende.


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FRONTEIRA VIOLENTE
Economia

Principal suspeito de matar irmão
de chefe do tráfico é ex-PM brasileiro

Rony Pavão foi morto na noite de ontem quando saia de academia

 

Ex policial militar brasileiro, Aldair José Belo, é apontado como principal suspeito de ter executado a tiros, no começo da noite de ontem, ao sair de academia no centro de Ponta Porã, Rony Chimenes Pavão, 38 anos, irmão do traficante Jarvis Pavão Chimenes, que está preso no Paraguai desde junho do ano passado, suspeito de mandar matar o traficante Jorge Rafaat.

Pavão havia saído da academia e estava caminhando na Rua General Osório, quando um pistoleiro se aproximou em uma moto e efetuou 12 disparos de pistola 9mm. A Polícia Civil foi ao local e investiga o caso.

VELÓRIO

A defesa de Jarvis Pavão entrou com pedido de autorização para que o chefe do tráfico participe do velório do irmão. De acordo com site ABC Collor, a juíza da Vara de Execuções Penais em Assunção, no Paraguai, Yolanda Morel em substituição a magistrada Ana Maria Llanes, decidiu que a permissão para Jarvis ir ou não ao funeral é uma questão administrativa e que deve ser tomada pelo diretor do Presídio de Tacumbú, Luis Villagra.

Advogada de Jarvis, Laura Casuso, informou à imprensa local que insiste com o pedido de autorização junto às autoridades do Paraguai para que o traficante possa viajar até Pedro Juan Caballero. O medo quanto a possibilidade de fuga do preso é um dos principais empecilhos em relação a decisão de permitir ou não a saída temporária do traficante.

Laura Casuso criticou a indiferença das autoridades paraguaias e reclamou que as decisões na esfera judiciária são tomadas de acordo com a “cara do cliente”.

MORTE DE RAFAAT

Jorge Rafaat Toumani, apontado como um dos principais chefes do narcotráfico na fronteira, foi executado em atentado na noite do dia 15 de junho do ano passado, em Pedro Juan Cabalero, na fronteira com Ponta Porã. De acordo com os principais jornais paraguaios, Rafaat morreu depois de ter o carro atingido por mais de 200 tiros de armamento militar, calibre .50.

Pavão era um dos principais rivais de Rafaat na disputa pelo comando do tráfico de drogas na região. O traficante está preso.


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ADEUS AMIGO
Economia

MORRE AOS 94 ANOS, O EX-PREFEITO DE ARAL MOREIRA, BENTO MARQUES NETO

Aral Moreira está de luto. Faleceu na manhã dessa terça-feira, dia 7 de fevereiro, aos 94 anos de idade, o ex-prefeito de Aral Moreira, Bento Marques Neto.

O ex-prefeito Bento Marques estava internado no Hospital Cassems de Dourados, onde se tratava de problemas de saúde.

O corpo do ex-prefeito, será trazido para Aral Moreira e será velado na sede do Poder Legislativo Municipal.

Bento Marques Neto era uma figura muito admirada e respeitada no meio político. Ele presidiu o PMDB (Partido do Movimento Democrático Brasileiro) por vários anos. Atualmente, ele era presidente de honra do partido.

 

Bento Marques Neto foi o primeiro prefeito eleito pelo voto direto no município de Aral Moreira (1985 a 1988). Antes, porém, ele já havia sido nomeado para comandar o Executivo Municipal, no ano de 1979.

Nessa época, contribuiu com o desenvolvimento de Aral Moreira e assegurou grandes conquistas e investimentos para o município, entre elas a construção do Ginásio Municipal de Esportes, a sede da Policia Civil, a Prefeitura Municipal, a Câmara de vereadores, entre outros órgãos públicos. Ele encampou ainda luta junto as autoridades estaduais para a pavimentação da Rodovia MS-286, que liga Aral Moreira a MS-386, trecho que demanda Amambai a Ponta Porã, e a implantação da extensão da rede de energia elétrica no município.

O líder político também já foi vereador por três mandatos.

O prefeito de Aral Moreira, Alexandrino Arevalo Garcia decretou luto oficial de três dias. As bandeiras do Poder Executivo e Legislativo Municipal foram postas a meio mastro.

Fonte http://www.noticiasdoms.com/


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Na Assembleia, deputados e vereadores engrossam protesto contra reforma

Servidores da segurança pública de MS estão na casa de leis

Petistas subiram em palco montado na Assembleia. (Foto: Leonardo Rocha).

Deputados estaduais de Mato Grosso do Sul e vereadores de Campo Grande endossaram o discurso de protesto contra a reforma Previdenciária, que ocorre nesta quarta-feira (15) na Assembleia Legislativa. Por lá, 400 servidores da segurança pública manifestam contra o projeto, que é discutido atualmente no Congresso.

Os protestantes querem o apoio da bancada federal para votar contra a reforma, pois defendem uma proposta diferenciada para policiais e agentes de segurança.

Conforme o deputado Pedro Kemp (PT), que afirma ter deixado de participar da votação dos projetos de hoje, para aderir ao movimento. Para ele, a reforma é uma ameaça aos trabalhadores. “Tanto os policiais quanto a sociedade civil devem pressionar os deputados federais e senadores de MS”.

Afirmou que policial com 65 anos não tem condição de “correr atrás de bandido”, assim como um professor não pode se aposentar somente com esta idade, “muitas vezes tendo que contribuir 49 anos”. “O deputado Marun (parlamentar federal, Carlos Marun (PMDB)) deve ouvir os trabalhadores, ao invés de visitar Eduardo Cunha na prisão”, disse.

Também participaram da manifestação os deputados Amarildo Cruz e João Grandão, ambos do PT, além dos vereadores Wellington de Oliveira (PSDB) e Odilon de Oliveira (PDT).

Vereador levou saco de cal para protestar contra reforma. (Foto: Leonardo Rocha).

Delegado de polícia, o vereador Wellington lembrou que o policial corre risco de vida e insalubridade no serviço, portanto, não tem condição de se enquadrar na mesma regra. “É uma profissão de muito estresse, traumas psicológicos”. Segundo o parlamentar, um delegado tem média de vida de 62 anos, enquanto policial e investigador 54.

Na manifestação de hoje, o vereador carrega um saco com cal que, segundo ele, serve para jogar em cima do policial quando se aposentar aos 65 anos. “Pois ele estará morto. Esta é a resposta da Previdência”.



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VEREADOR DILMAR
Diversos

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Boa noite amigos,
Durante a última sessão, fiz uma indicação ao prefeito Dr. Bandeira solicitando a implantação de uma série de melhorias para o trânsito e bem-estar da nossa população:
- Implantação de uma pista de caminhada e ciclovia paralela a MS 156, na saída para Caarapó, junto com recapeamento no prolongamento da Av. Nicolau Otano até a ponte do rio Pandui;
- Alargamento e acostamento da MS 186, nas saídas para Ponta Porã (até a C Vale) e na saída para Tacuru (Até Aldeia Limão Verde);
- Melhorias e implantação de sinalização horizontal, vertical e tachões refletivos nas rodovias.

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ARAL MOREIRA
Diversos

Reforma do Hospital de Aral Moreira é solicitada por Paulo Corrêa, prefeito e vereadores do município

Divulgação 
A reforma do Hospital Municipal e Maternidade Santa Luzia de Aral Moreira é uma das reivindicações antigas da população local, que sofre com a falta de estrutura adequada. Por isso, essa semana o deputado estadual Paulo Corrêa (PR), o deputado Beto Pereira (PSDB) o prefeito de Aral Alexandrino Garcia (PR), vereadores e lideranças da cidade se reuniram com o Secretário de Estado de Saúde, Nelson Tavares, e solicitaram auxílio financeiro para realizar a obra.

Além da ampliação, o projeto prevê a construção no mesmo local de um prédio para o laboratório da cidade, que atualmente funciona em um posto de saúde.

De acordo com a vereadora Professora Verinha, a planta já está pronta e agora depende de liberação de recurso para que a obra seja iniciada.

Em resposta à solicitação, o Secretário Nelson Tavares afirmou que irá visitar pessoalmente o hospital e que uma equipe técnica da Secretária deverá se reunir com a equipe técnica do município para avaliar se o projeto atende todas as normas.

Para o deputado Paulo Corrêa a reunião foi um passo importante para resolver o impasse da reforma. “É uma obra importante, aguardada pela população já há muito tempo e que agora nós vamos lutar para que seja realizada. Tenho certeza que o governador Reinaldo Azambuja vai libertar recursos, mas agora dependemos da adequação do projeto”, explicou ele.

Também participaram da reunião os vereadores Osmar Amaral, Bicão, Professor Zelmo, a Secretária de Saúde do município, Caroline Brandão Cerqueira Moreira e o médico Dr. Jamal Salem.



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