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DA HORA
Diversos

h55

Pecuarista é preso por matar onças e alugar fazenda para caçaSuspeito disse à PF que matava onças porque elas comiam o gado dele

Polícia Federal divulgou imagens dos animais mortos pelo suspeito - Divulgação/Polícia Federal de MT

Polícia Federal divulgou imagens dos animais mortos pelo suspeito - Divulgação/Polícia Federal de MT

Um pecuarista de 59 anos foi preso nesta terça-feira (10) suspeito de praticar caça ilegal de onças-pintadas na fazenda dele, na região de Alta Floresta, a 800 km de Cuiabá. A denúncia do crime ambiental chegou para a Polícia Federal em janeiro deste ano. Apesar de ser preso, o pecuarista foi liberado após pagar uma fiança. A PF não disse qual foi o valor pago na fiança.

Segundo a Polícia Federal, o pecuarista, além de caçar os animais e abatê-los, pagava recompensas para que outras pessoas matassem as onças e até 'alugava' a fazenda para que terceiros praticassem a caça.

“Ele disse que realmente caçava as onças, mas isso, segundo o suspeito, ocorria antigamente. Explicou que matava as onças porque elas estavam comendo o gado dele, mas afirmou que não caça há anos. As denúncias e fotos são recentes, o que contradiz o que ele disse em depoimento”, explicou ao G1 o delegado federal Samir Zugaibe.

O inquérito policial foi aberto pela Polícia Federal de Sinop, a 503 km de Cuiabá e a Justiça Federal, com base nas informações da investigação, expediu dois mandados de busca e apreensão na propriedade do pecuarista.

“Ele fazia a caça de onças-pintadas e arrendava as terras [da fazenda] para que terceiros também fizessem a caça. Ele acabou preso em flagrante por porte ilegal de arma. Das quatro armas encontradas com ele, duas estavam sem registro e outras duas com registros vencidos”, disse o delegado.

Conforme o delegado, o pecuarista não comentou quantas onças teria matado ao longo dos anos em que praticou a caça ilegal. Ele também não revelou o que fazia com os animais após o abate. Na fazenda dele os policiais encontraram uma espingarda calibre 20, um rifle calibre 22, um revólver 38 e uma pistola calibre 380.

De acordo com Zugaibe, o pecuarista vai responder por posse ilegal de arma de fogo e também crime contra a fauna, com agravante que se trata de 


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55 A 22 AFASTA DILMA POR 180 DIAS

Com55 votos favoráveis, senadores afastam Dilma da Presidência do Brasil

Julgamento final deve ocorrer em até 180 dias

Com 55 votos favoráveis e 22 contrários, o Senado acaba de decidir pelo afastamento da presidente Dilma Roussef (PT) da Presidência do Brasil. Os parlamentares aprovaram admissibilidade do parecer remetido pela Comissão Especial do Impeachment e instauraram o processo, afastando automaticamente Dilma do cargo até o julgamento final, que deve ocorrer no período de até 180 dias. Neste prazo, Michel Temer (PMDB) assume interinamente o comando do País.

O término da votação ocorreu às 5h33 (Campo Grande) da madrugada desta quinta-feira (12). Em sessão que, após aberta, durou mais de 20 horas, os senadores debateram e votaram pelo parecer do relator Antonio Anastasia (PSDB-MG), favorável à continuidade do processo por considerar que há indícios de que Dilma praticou crime de responsabilidade. Ao todo, 71 senadores se inscreveram para discursar na tribuna, onde 50 sinalizaram parecer favorável.

Com o resultado, a presidente será comunicada da decisão pessoalmente pelo primeiro-secretário da Casa, Vicentino Alves (PR-TO) e terá seu salário cortado pela metade. No decorrer do processo, Dilma ainda poderá ficar no Palácio do Planalto, residência oficial da Presidência da República.

Temer é interinamente o presidente do país, podendo agora despachar do Palácio do Planalto e começar a montar sua equipe ministerial.

Próximos passos

A tramitação do processo terá sequência na Comissão Especial do Senado, que permanece inalterada, com Raimundo Lira (PMDB-PB) como presidente e Antonio Anastasia (PSDB-MG) como relator, porém, sob a orientação do presidente do STF, Ricardo Lewandowski.

Esta é a chamada fase de instrução do processo. Após colher depoimentos e analisar o material sobre as acusações, entre outros procedimentos, o colegiado emitirá um novo parecer. Não há um tempo predefinido para isso, diferentemente do que ocorreu nas etapas anteriores. Tudo dependerá das diligências a serem realizadas.

O parecer da comissão, agora chamado de "sentença de pronúncia", será então levado ao plenário da Casa para nova votação, em uma sessão presidida pelo presidente do STF. O documento só será aprovado caso obtenha o apoio da maioria dos senadores, como ocorreu na sessão que encerrou hoje. Se não obtiver esses votos, o processo será encerrado e Dilma poderá voltar ao cargo.

Em caso de aprovação, serão convocadas a acusação e a defesa para fazerem suas alegações, e, em seguida, os autos do processo serão encaminhados ao líder do Judiciário. É nesse momento que o julgamento final será marcado.

Embora não haja um prazo para que os trabalhos sejam concluídos, Dilma só pode ficar afastada aguardando o julgamento por no máximo 180 dias após a abertura do processo pelo Senado.

Julgamento final

Se aprovado na etapa anterior, o processo segue para julgamento final. No dia em questão, quem comandaria os trabalhos seria o presidente do STF. Neste caso, os 81 senadores votam definitivamente pelo impeachment, sendo necessários dois terços dos votos (54 dos 81 senadores) para condenação de Dilma. Sendo assim, a petista perderia o cargo e ficaria inelegível por oito anos.

No julgamento, se o número de votos for inferior aos dois terços, Dilma é absolvida do processo e retoma suas funções.

Impeachment

Os advogados Janaina Paschoal, Miguel Reale Jr. e Hélio Bicudo pediram pelo afastamento da presidente Dilma. O pedido foi acatado pela Câmara dos Deputados que instaurou Comissão especial para apurar as denúncias apontadas pelos juristas. O relatório final foi levado à votação no último dia 17 de abril, quando os deputados decidiram por 367 votos a 137, pelo início do processo de impeachment contra Dilma.

A presidente é acusada de descumprir a legislação por ter assinado decretos de suplementação orçamentária sem autorização do Congresso Nacional. A outra denúncia refere-se às "pedaladas fiscais", manobras que consistiram no atraso de repasses a bancos públicos que, segundo a acusação, configuram operações de crédito entre o governo e instituições financeiras controladas por ele, o que é ilegal.

Recurso negado

Na última terça-feira (10), a AGU (Advocacia Geral da União) havia tentado recurso junto ao STF (Supremo Tribunal Federal) pedindo pela suspensão do processo de impeachment no Senado, mas teve pedido negado no dia seguinte pelo ministro Teori Zawaski. Confira trecho da decisão do ministro: “O juiz constitucional dessa matéria é o Senado Federal que, previamente autorizado pela Câmara dos Deputados, assume o papel de instância definitiva, cuja decisão de mérito é insuscetível de reexame, mesmo pelo STF. Admitir-se a possibilidade de controle judicial do mérito da deliberação do legislativo, pelo Poder Judiciário, significaria transformar em lenda morta o artigo 86 da Constituição Federal , que atribui não ao Supremo, mas ao Senado Federal, autorizado pela Câmara dos Deputados, a competência de julgar o presidente da República nos crimes de responsabilidade”.

Posicionamento da Bancada de MS

A senadora Simone Tebet (PMDB-MS), ao usar a tribuna, confirmou ser favorável à saída de Dilma Roussef com a justificativa de que de fato ocorreu crime de responsabilidade fiscal e que o país precisa voltar a caminhar.

 “Estamos vivendo um dos momentos mais difíceis da historia do nosso país. O Brasil está parado e isso precisa mudar. Nunca se viu o PIB (Produto Interno Bruto) tão baixo, assim como a taxa de desemprego recorde, onde são mais de 11 milhões na fila do desemprego, além de uma taxa de juro que desanima qualquer interessado em investir no país. Tudo isso deixa claro que é preciso se fazer algo”, destacou a senadora.

Ainda segundo ela, o que mais é preocupante neste momento, é a falta de credibilidade dos políticos, pela população. “O que mais me preocupa é o estado de anomalia social, que é a pessoa não acreditar em seus representes públicos e tão pouco nas instituições. Meu voto é favorável pelo fato de que ocorreu crime de responsabilidade fiscal, onde foi utilizado dinheiro púbico e alheio. Peço que Deus nos ilumine e todo o povo brasileiro”, encerrou Simone Tebet.

Já o senador Waldemir Moka (PMDB-MS) destacou em seu discurso, antes da votação, que o PT pegou o país com as contas em dia e principalmente com credibilidade e hoje a realidade é totalmente contrária. Na sequência, ele ressaltou que a expectativa que se vive é um outro tempo com Michel Temer na presidência e o fim do sofrimento atual.

Segundo o senador sul-mato-grossense, o país foi entregue ao PT com credibilidade e ótimo andamento, mas hoje o que se vê é totalmente diferente. “O Brasil hoje não tem credibilidade, previsibilidade e muito menos confiabilidade. O PT pegou o país com as contas em dia, por Fernando Henrique Cardoso e hoje o que se vê são juros altos e total falta de interesse por parte de investidores internacionais. O Brasil irá começar do zero”.

Moka também disse que espera um governo melhor com Michel Temer na presidência. “A Presidente Dilma Roussef irá entregar o país ao seu sucessor com um rombo de RS 250 bilhões e com o pior índice dos últimos 30 anos. Tudo isso é resultado de 13 anos e meio de administração desse governo e os reflexos serão sentidos daqui cinco, 10 ou 15 anos. Para não da continuidade a este sofrimento, a grande expectativa é com o governo de Michel Temer”.

Impedido em 1992, Collor critica governo Dilma: ‘Não me escutaram. A história me reservou este momento’

Extra
 

Fernando Collor de Mello (PTC) teve seu mandato de presidente impedido pelo Senado em 1992. Agora do outro lado, o senador criticou o governo da presidente Dilma Rousseff durante seu discurso no plenário. Em meio a citações a passagens do processo que culminou com seu próprio impeachment, Collor disse que “jamais o Brasil passou por uma confluência tão clara por crises na política e na moralidade”. O senador, entretanto, não deixou claro se votará contra ou a favor do prosseguimento do processo de impeachment de Dilma.

— Chegamos às ruínas de um governo e de um país. Todas as tragédias se reduzem a uma mesma tragédia. Constatamos que o maior crime de responsabilidade está na irresponsabilidade pelo desleixo com a política, na irresponsalbilidade pelo aparelhamento desenfreado do estado que o torna ineficaz. É crime de responsabilidade a mera irresponsabilidade do país. Não foi por falta de aviso. Falei dos erros na economia, da falta de diálogo com o parlamento. Não me escutaram. Ouvidos de mercador. Relegaram minha experiência — disse.

 

Collor também fez comparações entre o processo de seu impeachment e o atual.

— Em 1992, bastaram 4 meses da denúncia até a decisão de renunciar. O rito é o mesmo, mas o rigor não — afirmou. — A história me reservou esse momento — completou.

Collor foi denunciado pelo MPF no âmbito das investigações da Lava Jato, que apura esquema de corrupção e lavagem de dinheiro com recursos desviados da Petrobras. De acordo com as investigações, o parlamentar teria recebido cerca de R$ 26 milhões em propina do esquema de corrupção da Petrobras entre 2010 e 2014. Uma parte do montante teria sido repassada ao senador em depósitos realizados pelo doleiro Alberto Youssef. Por determinação do STF, a Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão na residência do parlamentar. Foram apreendidos três automóveis de luxo: Ferrari, Lamborghini e Porsche.




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ENFOQUES DO MARCO
Diversos

Com cassação de Delcídio, denúncia contra Lula deve ir para o juiz Sérgio Moro

  • Fábio Rodrigues Pozzebon/ABr

    Sérgio Moro: na denúncia contra Lula, só Delcídio tinha foro


 

Com a cassação do mandato do agora ex-senador Delcídio Amaral (sem partido - MS), o pedido de denúncia contra o ex-presidente Lula deve ser remetido à primeira instância, isto é, ao juiz Sérgio Moro, responsável pela Lava Jato em Curitiba. Na denúncia feita contra Lula pela Procuradoria-Geral da República, Delcídio era a única pessoa com foro privilegiado. Agora, o ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no Supremo, terá de autorizar a remessa do caso para Moro. Em casos como esse, a opinião do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, também deve ser ouvida. A denúncia contra Lula foi feita no inquérito que investiga se houve uma trama para comprar o silêncio e evitar a delação do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró. Além de Delcídio e Lula, também são investigados neste caso o banqueiro André Esteves, o ex-assessor de Delcídio, Diogo Ferreira, o advogado Edson Ribeiro, o pecuarista José Carlos Bumlai e seu filho Maurício Bumlai. (Com Estadão de SP)
 

É golpe ou não? Na minha opinião...

  • Reprodução/Arquivo

    Temer, Dilma e Lula durante a posse em janeiro de 2015


 

Um bem instruído jurista de Campo Grande, que defende a tese do "golpe", me indagou sobre o que penso sobre o impeachment. "É golpe ou não?"
 
Externei a ele minha modesta opinião, que compartilho com o leitor, a seguir:
 
Penso que, com raríssimas exceções, a maioria dos atores do impeachment também deveriam ser afastados dos cargos.
 
Porém, vejo a atual situação como uma decisão política, numa casa política, que faz parte do jogo político, em que usam as regras previstas na legislação.
 
O PT tanto sabia e sabe das regras desse jogo que, desde a época de Lula, se aliou formalmente ao PMDB de Michel Temer e buscou, a todo custo, apoio de outros partidos para fazer valer o regimento da chamada "governabilidade".
 
Com Lula no comando, atuaram em cumplicidade e a coisa deu certo, muito certo por sinal, para todos eles.
 
Com Dilma – que neste segundo mandato se distanciou de Lula e do PT – faltou liderança.
 
E a consequência foi o motim no grupo protagonizado pelo maior parceiro dos governos petistas, o PMDB de Temer e Eduardo Cunha.
 
Até posso não concordar com as regras, mas eles, protagonistas e demais atores, nem deveriam cogitar discordar.
 
Afinal todos, alguns pessoalmente, outros por meio de seus partidos, participaram da sua elaboração na Constituinte de 1988.
 
E jamais quiseram, de fato, fazer reformas que há décadas admitem ser necessárias ao País. Reformar para quê, se estavam ganhando o jogo?
 
Só esperneiam quando a partida começa a ser perdida.
 
É o que penso desse jogo que só alguém muito inocente ou muito mal intencionado pode chamar de limpo.
 
Jamais seus protagonistas. Sejam de que lado for.
 
 

Zeca do PT elogia operação da PF em Campo Grande e acusa MP estadual de 'omisso'

  • Lucas Redondo/Agência Câmara

    Zeca promete denunciar MP-MS ao Conselho Nacional do Ministério Público


O deputado federal Zeca do PT elogiou a segunda fase da operação "Lama Asfáltica" deflagrada ontem pela Polícia Federal em Campo Grande contra esquema de desvio de dinheiro público em MS e acusou o Ministério Público Estadual (MPE-MS) de "vergonhosa omissão" em nota enviada à imprensa. O ex-governador disse que fará nova denúncia ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) contra o Parquet estadual a quem acusa de não cumprir seu papel constitucional. Na nota, o ex-governador também questiona a falta de mobilização popular sobre o caso. "Chama-me a atenção o silêncio das ruas. Onde estão os arautos contra corrupção. Com certeza envergonhados, porque muitos fazem parte do mesmo grupo", dispara Zeca.
 

Sem pressa, Pedro Chaves não vota na sessão histórica do impeachment no Senado

  • Deurico/Capital News

    Pedro Chaves: ex-reitor da Uniderp será o novo senador de MS


A cassação do mandato do ex-senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS) foi publicada hoje no Diário Oficial da União abrindo caminho para que seu suplente Pedro Chaves dos Santos (PSC-MS), de 75 anos, possa assumir a vaga imediatamente e votar na histórica sessão desta quarta-feira que decidirá sobre o impeachment da presidente Dilma. O ex-reitor da Uniderp, entretanto, afirmou à imprensa que ainda não tem opinião formada sobre o assunto e se sentiria desconfortável votando. Chaves alegou ainda a demora nos trâmites burocráticos para assumir a vaga, disse que deve ir à Brasília amanhã e deve assumir a vaga só na próxima terça-feira.
 
 

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E A REFORMA NADA
Diversos

Reforma política é anunciada por todos os governos, mas nenhum a faz

Com 35 partidos, vícios se perpetuam


 

As cláusulas haviam sido aprovadas dez anos antes, justamente para que os partidos pudessem se preparar, mas quando o sistema, existente em vários países, entrou em vigor, foi barrado a pedido dos partidos que não haviam cumprido as exigências mínimas.

O teor do voto do relator, Marco Aurélio Mello, foi acompanhado por unanimidade pelos ministros, e o julgamento passou a ser não sobre a necessidade de reorganização partidária, mas sobre a defesa da possibilidade de expressão das correntespolíticas minoritárias, que ficariam ameaçadas.

Os políticos que defendiam a adoção dessas exigências para controlar a fragmentação partidária temiam que elas fossem conhecidas como “cláusulas de barreira” ou de “exclusão”, pois pressentiam que a denominação seria usada para classificar as regras de preconceituosas.

Com a prevalência da tese da democratização partidária, apesar de sua fragmentação, os partidos políticos nanicos, que vendem seu tempo de televisão ou atuam nas campanhas eleitorais como “parceiros” de candidaturas mais fortes, continuaram a atuar no cenário político.

Ao mesmo tempo, não temos sinais de que conseguiremos fazer a tal reforma política substantiva, que sane, em parte, os males do nosso sistema partidário. Seria preciso pelo menos acabar com as coligações proporcionais, além de restabelecer as cláusulas de desempenho, retirando delas o aspecto de exclusão.

Os partidos que não conseguissem atingir a votação mínima exigida poderiam existir, mas não teriam atuação no Congresso, nem direito a fundo partidário ou tempo de propaganda gratuita no rádio e TV.

Não conseguimos nem mesmo regulamentar leis que organizem o financiamento das campanhas eleitorais, talvez o ponto nevrálgico de toda nossa desorganização política. E a solução foi simplesmente proibir o financiamento privado, fazendo com que o financiamento público prevaleça.

Mas sem dúvida é preciso baratear as campanhas eleitorais, e o voto distrital, melhor ainda o misto, que aproxima o eleitor do candidato eleito, pode ser uma solução, mesmo com todos os defeitos e distorções.

 

CAMPANHAS CARAS DEMAIS

Por enquanto, a pretexto de defender a democracia e a pluralidade, não conseguimos ter nenhuma legislação que organize nosso sistema político-partidário. Caiu a verticalização, caíram as cláusulas de desempenho, mas evoluímos com a aprovação da Lei da Ficha Limpa, que impede os condenados por colegiado a concorrerem a eleições.

O cientista político Sérgio Abranches, em recente estudo onde batizou nosso sistema político de “presidencialismo de coalizão”, adverte que não basta apenas “rever o mecanismo de voto em si, é preciso repensar as campanhas eleitorais, para deixar de serem uma batalha caríssima entre marqueteiros que escondem, em lugar de expor, os candidatos”.

Essa característica das nossas campanhas eleitorais, que se tornam cada vez mais caras, é uma das razões da deterioração de nosso sistema político: “Campanha deve expor os candidatos ao escrutínio persistente do eleitorado, informá-lo adequadamente sobre as intenções, valores e capacidades dos candidatos, para fazerem uma escolha informada”.

Se o debate fosse em torno de programas partidários, e as coalizões se fechassem a partir deles, seria mais difícil praticar o estelionato eleitoral que se tornou habitual em nossa política. Para Sérgio Abranches, “os mandatos devem estar sujeitos à renovação por algum tipo de recall e algum mecanismo de convocação de eleições antecipadas”.

LÓGICA DAS COLIGAÇÕES

Poderíamos ter quantos partidos políticos quisessem fundar, mas apenas uma parte deles — no máximo dez — estaria em condições de exercer atividades congressuais e de usar o Fundo Partidário, pela votação recebida.

As coligações teriam uma lógica menos sujeita a questões circunstanciais, e os programas partidários ganhariam maior importância para representantes e representados. A reforma política, que todo governo anuncia e nenhum faz, é uma boa ocasião para vermos que interesses prevalecerão na política brasileira.

Desde os tempos de Fernando Henrique, a formação de um grande partido social-democrata para sustentar a base do governo no Congresso é o sonho de consumo dos governantes. Em todos os momentos de transição política surge a especulação de que seria possível criar um novo partido com a “parte boa” de PMDB, PDT, PSB e PSDB, deixando-se de fora fisiológicos e aproveitadores de todas as horas.

Esse sonho seria uma saída perfeita para organizar a geleia geral em que se transformou o quadro partidário brasileiro. Mas tem se mostrado inviável diante da realidade política. Antes do advento da onda petista, pesquisas mostravam que existiam partidos organizados segundo uma coerência programática, ao contrário do que se supunha.

PSDB, PFL, PDT, PPS, PCdoB, PSB e o próprio PT estavam nessa categoria. O PTB e o PP (antigo PPB) seriam meros satélites do PFL. O PMDB, embora com maior estrutura, já nessa época não se sabia o que representava.

SISTEMA DESMORALIZADO

A máquina de triturar partidos em que se transformou o Executivo, diante da necessidade de obter três quintos dos votos do Congresso para aprovar as reformas constitucionais, começou a alterar toda essa lógica ainda durante o governo Fernando Henrique, com a cooptação do PMDB.

E

Ao aderir ao governo, logo depois de derrotado nas urnas, o PMDB acentuou seus traços fisiológicos e suas divisões internas. O que restava de ideológico no partido ficou isolado e assim permanece até hoje. Mais uma vez a cena se repetiu na eleição de Lula. O PMDB, que apoiara Serra, não resistiu aos apelos do poder.

A máquina de cooptação que o PT montou foi muito mais devastadora do que a de Fernando Henrique Cardoso, que o PT tanto criticava. Com base na corrupção do aparelho do Estado, que desaguou nos escândalos do mensalão e do petrolão, a era petista que se encerra desmoralizou de vez nosso sistema partidário.

O PT exacerbou a geleia geral e, agora, é vítima das suas incongruências. Veremos agora como o PMDB de Temer, alçado à condição de protagonista pela terceira vez de maneira indireta — antes estivera no poder com Sarney e Itamar — vai se comportar diante desse desafio da História. A formação do ministério, que conheceremos hoje, será uma boa indicação.




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AFASTAMENTO DE DILMA
Diversos

12/05/2016 03h07 - Atualizado em 12/05/2016 05h51

Discursos pró-impeachment atingem número suficiente para abrir processo

Ao menos 40 senadores foram favoráveis ao impeachment e outros 16, contra.
Senado discute instauração de processo de impedimento de Dilma Rousseff.

Do G1, em Brasília

A sessão que discute no Senado a admissibilidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff alcançou, na madrugada desta quinta-feira (12), o total de 40 senadores que se declararam favoráveis ao impedimento da presidente. Com isso, caso os parlamentares mantenham na votação o posicionamento defendido em discurso no plenário, já há número suficiente para aprovar o impeachment e afastar Dilma por 180 dias.

Para que seja aprovado o relatório da Comissão Especial do Impeachment e o processo seja instaurado, são necessários votos favoráveis da maioria simples dos senadores presentes – metade mais um. A expectativa é que 78 dos 81 senadores votem durante a sessão.

Dois senadores, Eduardo Braga (PMDB-AM) e Jader Barbalho (PMDB-PA), estão de licença médica. O terceiro que não irá comparecer à votação é Pedro Chaves dos Santos (PSC-MS), suplente de Delcídio do Amaral (sem partido-MS), cassado nesta terça-feira (10). Santos ainda não tomou posse como senador titular substituto de Delcídio.

O 40º discurso favorável ao impeachment foi dado às 03h05, com a fala do senador Roberto Rocha (PSB-MA). "Voto pela admissibilidade da denúncia, na expectativa que o Senado conduza o processo de forma límpida, amparado na Constituição e animado pelo senso de justiça", declarou. No momento da fala dele, outros 16 parlamentares haviam se posicionado contra o processo.

A votação da instauração do processo de impeachment deve ocorrer na manhã desta quinta-feira. A sessão que discute o relatório do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), favorável ao processo, começou na manhã desta quarta-feira, com discursos de até 15 minutos para cada senador.

Discursos
A sessão destinada à discussão e votação do parecer da comissão especial estava prevista para começar às 9h. No entanto, o início dos trabalhos só aconteceu às 10h .A primeira oradora inscrita na sessão, Ana Amélia Lemos (PP-RS), só subiu à tribuna por volta de 11h20. Isso porque, antes de os parlamentares começarem a discursar, alguns senadores pediram a palavra para comentar a validade do processo de impeachment.

Conforme havia anunciado, o presidente do Senado, Renan Calheiros, suspendeu a sessão por volta de 12h30 para que os senadores pudessem almoçar. O segundo bloco de pronunciamentos iniciou às 14h30 e se estendeu até as 18h30, quando houve novo intervalo. O terceiro bloco, que ainda está em andamento, teve início às 19h25 e deve seguir até por volta das 7h desta quinta-feira (12).

Senadores governistas e da oposição se revezaram na tribuna do Senado. Após os discursos, os parlamentares eram aplaudidos por colegas que concordavam com o posicionamento apresentado.

Com o avanço da sessão ao longo da noite de quarta e da madrugada de quinta, vários senadores foram deixando o plenário para descansar. À 1h desta quinta, dos 77 senadores que estavam com presença registrada no painel, apenas 27 estavam no plenário.

Alguns senadores, caso de Lídice da Mata (PSB-BA), só entraram em plenário próximo da hora que discursariam. Outros, como o senador Fernando Collor (PTC-AL), deixaram o plenário logo após se pronunciarem na tribuna.

Veja o posicionamento dos senadores até o 40º discurso no plenário:

– A FAVOR (50)
Ana Amélia Lemos (PP-RS)
José Medeiros (PSD-MT)
Aloysio Nunes (PSDB-SP)
Marta Suplicy (PMDB-SP)
Ataídes Oliveira (PSDB-TO)
Ronaldo Caiado (DEM-GO)
Zezé Perrella (PTB-MG)
Lúcia Vânia (PSB-GO)
Magno Malta (PR-ES)
Ricardo Ferraço (PSDB-ES)
Romário (PSB-RJ)
Sérgio Petecão (PSD-AC)
Dário Berger (PMDB-SC)
Simone Tebet (PMBD-MS)
Cristovam Buarque (PPS-DF)
José Maranhão (PMDB-PB)
José Agripino Maia (DEM-RN)
Acir Gurgacz (PDT-RO)
Eduardo Amorim (PSC-SE)
Aécio Neves (PSDB-MG)
Wilder Morais (PP-GO)
Álvaro Dias (PV-PR)
Waldemir Moka (PMDB-MS)
Marcelo Crivella (PRB-RJ)
Lasier Martins (PDT-RS)
Reguffe (sem partido-DF)
Hélio José (PMDB-DF)
Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)
Antônio Carlos Valadares (PSB-SE)
Valdir Raupp (PMDB-RO)
Paulo Bauer (PSDB-SC)
Gladson Cameli (PP-AC)
Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN)
Omar Aziz (PSD-AM)
Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE)
Maria do Carmo Alves (DEM-SE)
Tasso Jereissati (PSDB-CE)
Wellington Fagundes (PR-MT)
Flexa Ribeiro (PSDB-PA)
Roberto Rocha (PSB-MA)
Blairo Maggi (PR-MT)
Dalírio Beber (PSDB-SC)
José Serra (PSDB-SP)
Davi Alcolumbre (DEM-AP)
Ciro Nogueira (PP-PI)
Ivo Cassol (PP-RO)
Benedito de Lira (PP-AL)
Romero Jucá (PMDB-RR)
Edison Lobão (PMDB-MA)
Raimundo Lira (PMDB-PB)

– CONTRA (20)
Telmário Mota (PDT-RR)
Ângela Portela (PT-RR)
Jorge Viana (PT-AC)
Fátima Bezerra (PT-RN)
Roberto Requião (PMDB-PR)
Randolfe Rodrigues (Rede-AP)
Vanessa Grazziotin (PC do B-AM)
Regina Sousa (PT-PI)
Armando Monteiro (PTB-PE)
João Capiberibe (PSB-AP)
Lídice da Mata (PSB-BA)
Otto Alencar (PSD-BA)
Lindbergh Farias (PT-RJ)
Paulo Rocha (PT-PA)
Gleisi Hoffmann (PT-PR)
Paulo Paim (PT-RS)
Donizeti Nogueira (PT-TO)
José Pimentel (PT-CE)
Walter Pinheiro (sem partido-BA)
Humberto Costa (PT-BA)

– NÃO SE POSICIONOU (1)
Fernando Collor (PTC-AL)

Placar até agora (Foto: Editoria de Arte/G1)

Os senadores começaram a decidir nesta quarta-feira (11) pela aprovação ou rejeição do relatório favorável à admissibilidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

São 71 senadores inscritos para discursar, antes da votação. De acordo com o regimento do Senado, cada um terá direito de se pronunciar por, no máximo, 15 minutos, por ordem de inscrição.

Depois dos discursos dos senadores que se inscreveram para falar durante a discussão da admissibilidade do processo de impeachment da presidente Dilma, o relator do processo, Antonio Anastasia (PSDB), e o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, vão falar.
- O relator Antonio Anastasia (PSDB-MG) poderá falar sobre o parecer por 15 minutos
- A defesa, representada pelo advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, também poderá falar por 15 minutos


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NOTICIAS
Diversos

Chefe na Receita Federal e esposa de Campo Grande são executados na fronteira

 Chefe na Receita Federal e esposa de Campo Grande são executados na fronteira

Um casal foi executado no início da tarde desta quarta-feira (11) com mais de 45 tiros em Ponta Porã, a 313 quilômetros de Campo Grande, na fronteira com o Paraguai. As vítimas, identificadas como Kelly Silguero Peralta, de 30 anos, e Rafael Alves Borgues, de 29, estavam em um veículo Hyundai I30 quando foram surpreendidos e mortos por quatro suspeitos, em motos estrangeiras.

De acordo com o site Porã News, o crime aconteceu por volta das 12h20. O casal transitava no veículo placa, NRN-2559 de Campo Grande, por uma rua do Bairro Ignes Andreazza quando foi abordado pelos autores. Segundo testemunhas, os quatro suspeitos estavam em duas motos de origem estrangeira e assim que alcançaram o carro efetuaram os disparos.

Foram aproximadamente 45 tiros de pistola 9 mm disparados contra o casal, que morreu na hora. A Polícia Militar foi acionada e isolou a área até a chegada da perícia e da Polícia Civil, que agora investiga o caso.

Rafael era chefe da seção de tecnologia da informação da Receita Federal do Brasil e Kelly trabalhava como nutricionista. Até o momento não se sabe o motivo do homicídio, mas segundo o site local, pela forma da execução o crime pode ser um acerto de contas dos integrantes do narcotráfico que atua na região de fronteira.

 

Saiba o que disseram os senadores na votação do processo de impeachment

Senado decide se prossegue ou não com processo de impeachment de Dilma.
Cada senador terá direito a se pronunciar por até 15 minutos.

Placar votação impeachment senado - 43 senadores (Foto: Arte/ G1)

Os senadores decidem nesta quarta-feira (11) pela aprovação ou rejeição do relatório favorável à admissibilidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

São 71 senadores inscritos para discursar, antes da votação. De acordo com o regimento do Senado, cada um terá direito de se pronunciar por, no máximo, 15 minutos, por ordem de inscrição.

Confira trechos dos discursos dos senadores durante a sessão:

Ana Amélia (PP-RS)
"Nós aqui não temos nenhuma alegria e satisfação de estarmos julgando um político. Esta é uma casa democrática." "São graves os fatos imputados contra a presidente da República. Há, sim, enquadramento de provas para a admissibilidade do impeachment, para que a presidente se defenda. [...] Encaminho meu voto favorável."José Medeiros (PSD-MT)
"A presidente passou a contrair dívidas com bancos públicos e como em todo processo de impeachment, o debate gira em torno de responsabilidade." "A retórica de que haveria um golpe em curso não para em pé. [...] Ao invés de buscar acalmar os ânimos, o governo apenas inflama o país. Declaro que vou voltar pelo afastamento da presidente da República."Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP)
"Estou absolutamente tranquilo sobre o enquadramento da presidente da República como passível de crime de responsabilidade fiscal." "Não tenho dúvidas de que esta casa vai permitir a instauração desse processo e a presidente será afastada do cargo. Esse processo é irreversívelMarta Suplicy (PMDB-SP)
"Estou convencida de que há indícios mais do que suficientes de crimes de responsabilidade cometidos pela presidente. Se de um lado temos uma grave crise política e econômica, é inegável que cresce na população a esperança de poder virar a página. Os desafios não serão pequenos

Ataídes Oliveira (PSDB-TO)
"Hoje o Senado Federal vai tirar o país das mãos do PT e devolverá ao povo brasileiro. A presidente Dilma cometeu diversos crimes." "Estamos aqui para defender a constituição federal. O processo de impeachment é legal, é democráticoRonaldo Caiado (DEM-GO)
"O processo de impeachment está correndo dentro das normas previstas na legislação." "A pedalada não é nada mais do que pagar, com um único dinheiro, duas dívidas. Foi isso o que o governo patrocinou em 2014 e para conseguir a reeleição praticou o mesmo descumprimento da lei de responsabilidade fiscal.




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ENERGISA
Diversos

População questiona Energisa sobre cobranças e serviços em Amambai

Audiência pública, requerida pelo vereador Jaime Bambil, esclareceu as principais dúvidas dos consumidores

Aconteceu na noite dessa terça-feira (10), na Câmara Municipal de Amambai, a audiência pública que discutiu a eficiência da Energisa em Amambai. Idealizada pelo vereador Jaime Bambil (PMDB), a audiência teve como objetivo, esclarecer dúvida da população referentes ao serviço, mas principalmente das taxas cobradas pela empresa.

O debate contou com a participação de representantes de diversos segmentos da sociedade, dentre eles o defensor público Dr. Marcelo Marinho, a representante da OAB em Amambai, Drª Roseli Oliveira, o Major comandante da Polícia Militar Josafá Dominoni, o representante da Energisa Ercílio Diniz Flores e o promotor de justiça Dr. Luiz Eduardo Santana Pinheiro.

Após o presidente da Câmara Municipal, vereador Anilson Prego (PT), ter feito a abertura do evento, o vereador Jaime Bambil explicou o motivo de ter solicitado a audiência. "Queremos que a população tome conhecimento dos valores que estão sendo cobrados e dos serviços fornecidos pela Energisa. É uma oportunidade para que nós possamos tirar nossas dúvidas enquanto consumidores", declarou o vereador.

Após as autoridades presentes terem feito uso da palavra, o cientista contábil Nader Rolim Amira, pós graduado em gestão de negócios e contabilidade gerencial e mestre em administração de negócios, foi convidado a ministrar uma breve palestra sobre a forma com que são calculados os valores da conta de energia elétrica.

Amira expôs detalhes sobre a carga tributária cobrada no Estado, entre eles impostos como o ICMS, PIS e COFINS. Ao longo de sua apresentação, Amira foi esclarecendo dúvidas dos presentes em relação ao assunto.

Logo após, o representante da Energisa Ercílio Diniz Flores, também respondeu questionamentos e afirmou que a Energisa está trabalhando para melhorar seus serviços em Amambai.

"Das 67 reclamações contra a Energisa registradas no Procon em Amambai, 65 já foram solucionadas. Investimos R$ 200 mi por ano em Mato Grosso do Sul e estamos empenhados em solucionar todos os problemas dos consumidores não somente em Amambai, mas em todo o Estado", declarou Flores.


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FILHA DE ONÇA
Diversos

Filha de Gretchen continua legado da mãe e disputará o Miss Bumbum Brasil 2016

Jenny Miranda é uma dos três filhos adotivos da Rainha do rebolado

Jenny Miranda, filha de Gretchen, vai disputar o Miss Bumbum Brasil 2016 representando o estado do Pernambuco. O concurso começará em 8 de agosto e terminará no dia 9 novembro. A moça é uma dos três filhos adotivos da Rainha do rebolado e diz que a mãe teve influência na hora da disputa pelo posto. "Minha mãe é a rainha do bumbum, nada mais justo que tentar levar essa título para minha família", diz.

Jenny, que já foi dançarina do Mister Catra, conta com a ajuda do marido, o personal trainer Odair Lopes, para manter a boa forma. Segundo Jenny, ela malha três horas diárias e tem uma alimentação balanceada. "Sempre malhei e com o concurso não tem jeito temos de ser mais rigorosos com tudo, incluindo alimentação a exercícios físicos para o bumbum".

Em 2016, o concurso Miss Bumbum terá uma categoria apenas para mulheres acima dos 50 anos. Dona Geralda, ex-integrante do BBB, foi a primeira candidata a ser anunciada pelo evento

 


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CHUVAS OU MAL FEITO...
Diversos

Com asfalto ‘derretendo’, governo terá de reconstruir 94 km de rodovia

 Com asfalto ‘derretendo’, governo terá de reconstruir 94 km de rodovia

Praticamente todo os 94 quilômetros da rodovia MS-180, trecho que liga Iguatemi a Jutí, terão que ser reconstruídos, de acordo com o secretário da Seinfra (Secretaria de Estado de Infraestrutura), Marcelo Miglioli. O objetivo é até semana que vem contratar um projeto executivo para arrumar a pavimentação dos trechos que foram danificados, juntamente com uma auditoria que será insatalada a fim de verificar a responsabilidade das empresas executoras da obra, além da projetista responsável.

Não há ainda uma estimativa de gasto, mas o secretário adiantou que a obra não sairá barato aos cofres públicos. “A situação é muito grave. A MS-180 é uma obra nova que não chegou nem a ser inaugurada e, com exceção do trecho que foi feito ano passado, o restante está derretendo, indo embora. A rodovia não para de dar problema e não há como resolvê-los através de contratos de emergência, é preciso fazer um projeto para que essa situação seja resolvida definitivamente”.

Segundo ele, o problema se deve a cinco fatores: o projeto, a execução, o excesso de chuva, a absorção do tráfego da BR-163 durante 30 dias e a questão das águas dos imóveis rurais, que estão indo para dentro das estradas. “As propriedades fazem sua curva de nível jogando a água para dentro da rodovia e isso causa um problema. Essa somatória levou ao caos que está hoje”. Para evitar acidentes, o secretário informa que rodovia foi sinalizada nesta quarta-feira (11) e os municípios da região terão prorrogados o Estado de emergência.

Nesta quarta-feira (11), trecho foi sinalizado (Foto: Direto das Ruas)Nesta quarta-feira (11), trecho foi sinalizado (Foto: Direto das Ruas)

Outra rodovia que terá o mesmo tratamento é a MS-295. Segundo Miglioli, apesar de ter sido realizada uma obra de restauração, ela terá de ser refeita. “A obra está totalmente danificada e por conta disso também adotaremos o mesmo procedimento da MS-180, ou seja, contrataremos uma empresa para refazer a obra e será instalada uma auditoria para verificar de quem é a responsabilidade”.

Pavimentação de rodovias – De acordo com a Seinfra, assim que forem definidas as empresas para realizar as pavimentações e recapeamentos das rodovias, as regiões de Dourados, Itaporã, MS-156 e a MS-040 serãos as primeiras na lista, já que todas estão sofrendo com o desvio por conta da fuga dos pedágios da BR-163.

MS-470 – No mês passado, vários trechos da rodovia foram recapeadas e, até a semana passada, a obra estava em perfeito estado. Porém, por conta das chuvas e devido à passagem da tocha olímpica entre os dias 25 e 26 deste mês, ela será visitada e monitorada de perto.


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PONTA PORÃ
Diversos

Audiência Pública definiu "Castelinho" como Museu de Ponta Porã

A maioria dos presentes na audiência pública foram favoráveis que o "Castelinho" seja o Museu de Ponta Porã

Na tarde de terça-feira, dia 10 de maio no Plenário Issac Borges Capilé na Câmara de Vereadores de Ponta Porã aconteceu a audiência pública "Castelinho" revitalização, restauração e patrimônio histórico.

A audiência foi organizada pelo Governo do Estado do Mato Grosso do Sul, através da Secretaria do Estado de Cultura, Turismo, Empreendedorismo e Inovação, da Fundação do Estado de Cultura, do Instituto de Patrimônio Histórico Artístico Nacional, do Ministério Público Estadual e da Fundação de Cultura de Ponta Porã.

Fizeram parte da mesa das autoridades o Secretário de Estado de Cultura, Turismo, Empreendedorismo e Inovação de Mato Grosso do Sul, Athayde Nery, Prefeito de Ponta Porã, Ludimar Novais, Diretora Presidente da Fundação de Cultura de Ponta Porã, Gisele Benites Flor, Promotor Público do Meio Ambiente e Cidadania, Dr. Gabriel da Costa Rodrigues Alves, Chefe da Divisão Técnica do Instituto do patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), Historiador e Arquiteto João Henrique dos Santos, Presidente da Câmara Municipal de Vereadores de Ponta Porã, Daniel Valdez Puka, Historiador, Pesquisador e Escritor da História da Fronteira, vereador Marcelino Nunes de Oliveira, Gerente do Patrimônio Histórico da Fundação de Cultura do Estado do Mato Grosso do Sul, Cassiano Lima, Tenente Sato do 4º Batalhão da Policia Militar na audiência representando o Comandante Tenente Coronel Waldomiro Centurião Machado.

Logo após a execução do Hino Nacional os presentes assistiram a projeção de um vídeo institucional e João Henrique dos Santos fez a apresentação.

O professor, pesquisador e historiador Yudys Bueno fez "um pequeno relato histórico sobre este prédio que reporta a tantos acontecimentos históricos, que marcaram o desenvolvimento da região de fronteira".

Prefeito Ludimar Novais em seu pronunciamento afirmou que "sou a favor que o Castelinho seja o nosso museu de Ponta Porã e da nossa fronteira".

Marcelino Nunes de Oliveira destacou que as leis municipais que preservam o patrimônio histórico de Ponta Porã "é uma luta inspirada no trabalho parlamentar do secretário Athayde Nery quando foi vereador em Campo Grande e era sua bandeira de luta". O vereador do PROS lembrou que "esta luta do castelinho é de toda sociedade fronteiriça, incluído o Clube dos Carros Antigos de Ponta Porã ao qual eu presido com amigos empenhados na preservação do nosso patrimônio histórico cultural".

Dr Gabriel da Costa Rodrigues Alves salientou "o espirito da fronteira que nos inspira e nos encanta, conseguimos sensibilizar o Governo do Estado e agora o Castelinho terá o destino que todos esperam, além da sua revitalização e preservação estará sendo colocado a disposição de toda sociedade".

A maioria dos presentes na audiência pública foram favoráveis que o "Castelinho" seja o Museu de Ponta Porã.



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FIM DE TARDE
Diversos

Menina de 8 anos vai ao mercado de bicicleta e morre atropelada por veículos

A garota era a caçula da família 

Na tarde de hoje, por volta das 16h, um atropelamento matou uma criança na região do Jardim Aeroporto na Capital. Emanuelli Vitória Martins, 8, tinha ido de bicicleta ao mercado e estava no cruzamento entre a rua Urquiza com a avenida Pôr do Sol. Ao tentar atravessar a via, um carro-forte que estava estacionado em frente ao estabelecimento dificultou a visão da garota, que, segundo testemunhas, não viu o veículo que se aproximava.

O Clio com placa NGS 8600 de Camboriú, Santa Catarina, atropelou Emanuelli. Ela foi arremessada contra o para-brisa, batendo a cabeça e caindo em seguida no chão. O motorista, um homem que não foi identificado, prestou atendimento no local.

A Polícia Militar (PM), o Batalhão de Polícia Militar de Trânsito (BPTran) e a Polícia Civil estiveram no lugar juntamente com a perícia que chegou uma hora e meia depois do acidente. A justificativa do atraso foi porque apenas uma equipe está atendendo sete municípios. Segundo os policiais, o veículo estava em alta velocidade.

Abalados, os familiares estiveram presentes o tempo inteiro junto ao corpo da menina. Emanuelli era a caçula de três irmãos, um adolescente de 14 e um jovem de 21 anos.

O corpo de bombeiros foi acionado durante o ocorrido para atender os familiares que passaram mal. 

Foi um milagre', afirma mulher que teve filho de 10 meses atingido por raio

Caa foi destruída e teve telhas e eletrodomésticos danificados

Leidiane Aparecida Ferreira Duarte, de 33 anos, não tem dúvidas que ela e a família renasceram na manhã de ontem (10). Um raio caiu na casa dela e atingiu a cama tubular onde estava deitada com o marido e o filho mais novo, de apenas 10 meses. A descarga elétrica destruiu parte da casa e eletrodomésticos, mas como um “milagre de Deus” deixou apenas pequenas queimaduras na família.

A mulher conta que era por volta das 7h30 da manhã quando ouviu um trovão forte e logo depois viu apenas o clarão, como se fosse um farol bem alto, dentro de casa. Era o raio atingindo o local. Logo depois, veio o desespero e coberto e o tapete de EVA do filho mai novo começaram a pegar fogo.

O marido, Diogo Bispo, saiu correndo e logo pegou água para apagar o fogo. Passado o susto inicial viram que o filho de 10 meses, teve o queixo e as costas queimadas. Ele foi atingido por um fio que derreteu com a queda da descarga elétrica. Já Leidiane queimou o cotovelo, os ombros e a perna. O marido também sofreu queimaduras, mas nenhum deles sofreu algum dano mais grave.

A família levou o menino à Santa Casa de Campo Grande. Lá ele passou por exames e para a alegria da família nada grave aconteceu. Segundo a assessoria de imprensa da Santa Casa, não houve nada de grave, tanto que ontem mesmo o bebê foi liberado após passar por exames e receber curativos. “O menino foi acolhido, foi medicado, mas não tinha nada grave. Só teve escoriação pertinho do queixo e curativo nas costas e no braço. Foi um susto”, relata.

Solidariedade

Mas apesar da alegria de não ter acontecido nada grave, a família precisa agora reconstruir a casa, que foi bastante danificada. As telhas foram todas quebradas, as TVs queimaram, o ventilador torrou e a geladeira também estragou. “Ficou tudo danificado e não temos como resolver. Eu estou sem trabalho e meu marido é autônomo. Estamos na casa do meu sogro até conseguirmos consertar”, diz.

Ela pede que se alguém puder doar telha, eletrodomésticos, mesmo usados, e roupas para ela e a família favor entrar em contato pelo telefone (67) 9832-3212.

 

12h32

PMA apreende madeira ilegal e autua infrator em 12,3 mil

A Polícia Militar Ambiental (PMA) de Aparecida do Taboado apreendeu ontem terça-feira (10), um caminhão carregado com 21 metros cúbidos de lenha de diversas espécies, com documentação irregular.

O Documento de Origem Florestal (DOF), que é o documento ambiental para o transporte e armazenamento de qualquer produto florestal, estava vencido e a placa informada na documentação não era a mesma do veículo, indicando ser a autorização de carga já transportada.

O proprietário da carga, um homem de 34 anos, morador de Aparecida do Taboado, foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil do município, juntamente com a carga apreendida e responderá por crime ambiental. A pena para este tipo de crime é de detenção que varia de seis meses a um ano. Ele também foi autuado administrativamente pela PMA e foi multado em R$ 12,3.

Fonte: noticias


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EXECUÇÃO
Diversos

Executada na fronteira era dona de hangar e teve irmão assassinado há um ano

Ela e o marido foram executados com mais de 45 t

Informações apuradas pela equipe de reportagem apontam que a execução do casal pode estar ligada a negócios da família de Kelly Silguero Peralta de 30 anos. Ela e o marido, Alves Borgues de 29, foram assassinatos no início da tarde desta quarta-feira (11) em Ponta Porã, a 313 quilômetros de Campo Grande.

Segundo testemunhas, a nutricionista trabalhava no hangar que pertence ao pai, um mecânico de avião, na cidade paraguaia Pedro Juan Caballero. Em virtude a negócios malsucedidos a mulher foi jurada de morte e por isso já andava com seguranças armados.

De acordo com delegado Patrick Linares da Costa, responsável pelo caso e titular da 2ª Delegacia de Polícia Civil, nenhum dos familiares do casal, ou testemunhas do crime, quis falar com a polícia e por isso ainda não é possível apontar detalhes sobre as motivações do crime, nem sobre a autoria.

Para o delegado, o depoimento das pessoas próximas as vítimas é essenciais para dar norte às investigações. Por ora, segundo a polícia, a única informação, é que por voltas 12 horas uma dupla de motocicleta alcançou o casal, que estava em um Hyundai I30 e descarregou uma pistola 9 mm contra o carro.

Depois do crime, os autores sugiram para o Paraguai deixando para trás cerca de 50 cápsulas de 9 mm, só no carro foram contabilizadas aproximadamente 45 perfurações. Na bolsa de Kelly os policiais encontraram R$ 3,7 mil.

Conforme o delegado, as vítimas não tinham nenhuma passagem pela polícia, nem qualquer processo no judiciário. “A execução é bem típica com o que vem acontecendo na fronteira, autores de moto, pistola 9 mm e fuga para o Paraguai. Na maioria das vezes elucidamos a motivação, mas não tem como provar”, explica o delegado.

Rafael passou no concurso para o cargo de analista para Receita Federal em 2009 e exercia a função de chefe da seção de Tecnologia da Informação da inspetoria da Receita Federal do Brasil, na unidade de Ponta Porã. Já Kelly, era nutricionista formada pela UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul).

Há um ano 

No dia 12 de maio de 2015, o irmão de Kelly, Christian Silgueiro Peralta, de 34 anos foi assassinado com cinco tiros durante um suposto assalto na residência que morava em Santo Antônio de Leverger (cidade do Mato Grosso, distante 36 quilômetros da capital Cuiabá).

Na data, dois homens invadiram a casa do ponta-poranense, que viu a ação dos bandidos e tentou correr para pedir ajuda. Neste momento ele foi atingido por cinco disparos de arma de fogo e morreu no local. Vizinhos ouviram os disparam e acionaram a polícia, que chegou a trocar tiros com os autores.

Horas depois, um dos suspeitos foi encontrado ferido com sinais de escoriações por todo o corpo e dois ferimentos causados por tiros. Edvaldo Campos, como foi identificado, estava dirigindo um veículo Ágile com um homem de refém pela MT-040 com a Rodovia dos Imigrantes. O suspeito foi socorrido, mas não resistiu ao ferimento.

Christian já tinha sofrido uma tentativa de homicídio na fronteira em 2012, quando estava em um veículo Toyota Corolla, placas ETS 2009 de Ponta Porã, e foi surpreendido por atiradores que estavam em uma caminhoneta Toyota de cor preta portando placa provisória.

No mesmo ano, ele foi preso em flagrante pela polícia federal por evasão de fronteira. Com ele foram apreendidos com U$ 19 mil e por isso, ele foi condenado pelo juiz federal Odilon de Oliveira.(Colaboradora Gerciane Alves)

Asesinaron a una pareja en Ponta Porã, se presume relación con el narcotráfico
  FECHA: 2016-05-11 visita 7751
Las víctimas fueron identificadas como Kelly Silguero Peralta (30) y Rafael Alves Borges (29), funcionario de la Receita Federal de Ponta Porã.
notas

El crimen ocurrió en el barrio Ignez Andreazza cerca del mediodía de este miércoles (11). La pareja estaba a bordo de un automóvil Hyundai, color negro, chapa NRN-2559 del municipio de Campo Grande (MS) cuando se aproximaron cuatro sicarios en dos motocicletas y dispararon con pistolas calibre 9 milímetros. Más de 50 disparos fueron realizados.

Kelly era hermana de Cristian Silguero Peralta, asesinado en mayo del año pasado en Cuiabá.

Cristian ya había sufrido un atentado en setiembre del año 2012 en compañía del brasileño Evandro Dos Santos. Pocas horas después del ataque fallido, fue asesinado en Bolivia el conocido narco William Arévalos y no se descartó en su momento una relación entre ambos atentados.


 


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ZECA DO PT
Diversos

Nota Pública Operação Fazendas de Lamas‏

 

A Polícia Federal realizou hoje (10), a segunda fase da operação "Lama Asfáltica" com prisões e buscas e apreensões. Já era tempo a expectiva de tal iniciativa por parte do povo sul-mato-grossense. Afinal é de conhecimento de muitos o antigo esquema de desvio de recursos públicos, por meio de contratos da Agesul, que segundo Polícia Federal resultaram em aquisições de imóveis  urbanos, aviões e fazendas com aproximadamente 66 mil hectares de terras.

Eu que durante muito tempo fui vítima da calúnias torpes deste mesmo grupo, acusando-me de enriquecimento ilícito, sinto-me recompensando. Que seja feita justiça.

Chama-me a atenção o silêncio das ruas. Onde estão os arautos da luta contra corrupção. Com certeza envergonhados, porque muitos fazem parte do mesmo grupo. 

Por fim, registro mais uma vez, minha indignação com a vergonhosa omissão do MPE-MS, que além de omisso, se esquiva do seu papel de investigar, por isso, estou mais uma vez denunciando o Ministério Público Estadual no Conselho Nacional. O MPE-MS nos envergonha, e não cumpre com seu papel constitucional.
Campo Grande –MS - 10 de maio de 2016



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DITADURA NUNCA MAIS
Diversos

Projeto República, da UFMG, publica arquivos da ditadura militar na internet

Ordem do golpe de 64 está disponível no site Brasil.doc  (Foto: Projeto República/Brasil Doc/Reprodução)

 

Documentos são referentes a órgãos de repressão e movimentos sociais.
Mais de 4 mil papéis foram disponibilizados até o momento.

“É um elemento de equilíbrio mental razoável, parece moldável e seu aspecto físico razoavelmente sadio”. A frase aparece em um relatório do Centro de Informações da Marinha (Cenimar), órgão criado para obter informações de interesse da ditadura militar (1964-1985),  Ele descreve um candidato a agente que se infiltraria em meio a pessoas contrárias ao regime. O documento de 1973 está em uma das mais de 4,3 mil páginas publicadas desde o início do mês no site Brasil Doc, uma iniciativa do Projeto República, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

“O objetivo é tentar despertar nas pessoas a curiosidade para conhecer este período que ainda ecoa no nosso presente. A gente tem uma memória que está em disputa. Uma parte da sociedade quer conhecer o que aconteceu e outra quer que esses fatos fiquem apenas no passado. O objetivo é fomentar o debate”, disse o pesquisador e integrante do Projeto República, Wilkie Buzatti.

Os papéis foram reunidos durante os trabalhos da Comissão Nacional da Verdade (CNV), entre 2011 e 2014, para dar luz às violações aos direitos humanos ocorridas no Brasil entre 1946 e 1988. O Projeto República, criado em 2001, participou da iniciativa colaborando com dados já levantados e analisando novos documentos. Com o fim da CNV, a UFMG ficou com um arquivo de mais de 15 mil registros sobre o período militar.

“As cópias do trabalho ficaram conosco e decidimos dar ao público um acesso mais amplo dos documentos através da internet”, disse Buzatti.

O projeto prevê indenização para perseguidos durante a ditadura militar (Foto: Arquivo/ Ales)A ditadura militar durou 21 anos (Foto: Arquivo/ Ales)

Os papéis são de órgãos de informação do regime, como o Destacamento de Operações de Informação - Centro de Operações de Defesa Interna (Doi-Codi), de movimentos sociais,  de grupos contra a repressão e de mobilizações estudantis. A expectativa é que todo o material seja publicado até 2017.

“A ideia é que seja um site de alimentação permanente, de acordo com o material reunido”, explicou Buzatti.

Segundo o Projeto República, a publicação destes documentos também pretende evitar que se repita o que aconteceu no dia 1° de abril de 1964, data do início da ditadura no Brasil. Veja um trecho da ordem do golpe militar, disponível no Brasil Doc.

“Não é necessário por em evidência o clima vivido pela população brasileira, presa de verdadeiro pânico, nos últimos tempos, tão inequívocos as manifestações diárias desses elementos, já de tal forma seguros do sucesso que nem mesmo buscavam mascarar seus desígnios. Entretanto, a ofensa aos textos legais gera, por si mesma, situações inesperadas, que modificam inteiramente os planos mais urdidos, e, quase sempre vão além dos objetivos iniciais e passam a conduzir os acontecimentos, suas origens e desnorteando criadores. Foi o que se deu”.

Documento mostra o valor pago a agente infiltrado durante a ditadura (Foto: Projeto República/Brasil Doc/Reprodução)Documento mostra o valor pago a agente infiltrado durante a ditadura (Foto: Projeto República/Brasil Doc/Reprodução)

 

 


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ZECA DO PT
Diversos

Zeca do PT diz que Delcídio do Amaral está 'colhendo o que plantou'

Deputado federal afirma que decisão do senado foi justa

O deputado federal Zeca do PT, disse que a cassação do agora, ex-senador Delcídio do Amaral (sem partido) foi justa e que ele está “colhendo o que plantou”. Segundo ele foi um absurdo Delcídio tentar vincular suas ações criminosas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente Dilma Roussef, além de que os elementos que ele disse não há provas alguma.

O senador sul-mato-grossense, Delcídio do Amaral (sem partido) foi cassado nesta terça-feira (10), por 74 votos favoráveis e apenas uma abstenção, não tendo votos contrários pelos presentes. Do total de 81 senadores, para ser aprovada a cassação era necessária 41 votos, sendo a maioria absoluta.

“Nada que ele disse em sua defesa tem provas que comprovem. Foi inadmissível ele querer justificar suas ações criminosas culpando a Dilma e o Lula. Essa decisão do senado já era esperada. Os senadores não tinham outra cosia a se fazer, caso contrário ficaria ruim pra eles, manter um senador após os atos que Delcídio cometeu. Se ele tinha alguma expectativa de que isso não ocorreria se enganou profundamente”, disse Zeca.

Ao ser questionado sobre prejuízo de tudo isso ao PT, que Delcídio ficou por muito anos, Zeca do PT disse que Delcídio nunca foi de fato do partido e agora está aliviado. “Foi um erro termos admitido ele no nosso partido e eu me incluo nisso. Delcídio nunca foi do PT, nunca compartilhou com a nossa ideologia e programa, pelo contrário, sempre nos traiu. Na última eleição por exemplo, ele apoiou a Simone e o Moka, que hoje votaram pela cassação dele. Está colhendo o que plantou. Estou aliviado com a sua saída do PT e agora do senado”, destacou o parlamentar federal petista.

Delcídio do Amaral responde a processo por quebra de decoro parlamentar por tentar obstruir as investigações da Lava Jato. Ele foi preso em novembro de 2015, pela Polícia Federal, sob acusação de oferecer R$ 50 mil mensais à família de Nestor Cerveró para tentar convencer o ex-diretor da área internacional da Petrobras a não fechar um acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal (MPF).


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DELCIDIO
Diversos

Em nota, Delcídio diz que cassação é fruto de ‘manobra’ de Renan Calheiros

"Típica do gangsterismo"

Após a decisão que resultou na cassação do seu mandato, o senador cassado Delcídio Amaral (sem partido) divulgou uma nota em que diz que o resultado da votação foi fruto de uma "manobra" do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), "típica do gangsterismo que intimida pessoas e ameaça instituições". A nota também foi subscrita pelo advogado de Delcídio, Antonio Augusto Figueiredo Basto.

O ex-senador Delcídio do Amaral diz, em nota, que a cassação do seu mandato ocorreu com "atropelo de ritos e supressão de garantias"Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Na nota, Delcídio diz que a decisão dos senadores foi açodada e que Renan adotou um "espírito revanchista de quem se julga acima da lei e do Direito".

Segundo o texto, o desfecho que resultou na cassação do mandato de Delcídio ocorreu com "atropelo de ritos e supressão de garantias" refletindo "uma retaliação vil à sua condição de colaborador da Justiça."

O texto critica o fato de a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) ter voltado atrás e revisto, em reunião extraordinária, uma decisão tomada na noita desta segunda-feira (9), na qual o colegiado deliberou pela suspensão do processo após pedido da defesa do ex-senador. O pedido fez referência a um aditamento à delação premiada de Delcídio no Supremo Tribunal Federal.

Segundo a defesa, o aditamento traria evidências de que Delcídio agiu sob orientação do governo, o que poderia acarretar na mudança do julgamento dos seus pares.

Inicialmente, a comissão acatou o requerimento apresentado pelo senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) e suspendeu o trâmite do processo, mas, após Renan citou a decisão da Comissão de Constituição e Justiça sobre o tema que informa que a delação estava em segredo de Jutiça, após isso colegiado voltou atrás e acolheu o parecer do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) pela continuidade do processo de cassação.

"A manobra para alterar o que fora inicialmente deliberado revela a preocupação de quem pretende manter-se nas sombras da impunidade e esconder o aditamento recentemente oferecido pela Procuradoria-Geral da República perante o Supremo Tribunal Federal. A tentativa de emudecer Delcídio Amaral e esconder o já mencionado aditamento será objeto de pronta representação contra o senador Renan Calheiros por obstruir o procedimento e constranger a Casa legislativa", diz o ex-senador.

Na nota, Delcído diz que, em razão da ausência do senador e da sua defesa, Renan suspendeu a sessão para indicar um advogado dativo para falar por ele. "Ainda em tempo, cabe esclarecer que a defesa constituída [o advogado Antonio Augusto Figueiredo Basto] repele a nomeação de defensor ad hoc e não se fez presente à sessão para não compactuar com as arbitrariedades dessa comédia de fantoches, protagonizada pelo autoritarismo de quem se encastela no poder de ameaça e intimidação."

Acusado de quebra de decoro parlamentar e de obstrução da Justiça, Delcídio, ex-líder do governo no Senado, teve o seu mandato cassado na noite desta terça-feira por 74 votos favoráveis, uma abstenção e nenhum voto contra.


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Temer tem proposta para cortar dez ministérios
Diversos

 

O presidente em exercício do PMDB, senador Romero Jucá (RR), disse nesta terça-feira (10) que, durante reunião da cúpula do partido, o vice-presidente da República, Michel Temer, apresentou uma proposta para reduzir dez ministérios, caso ele assuma a presidência com o eventual afastamento de Dilma Rousseff.

O encontro, realizado na residência oficial do presidente do Senado, Renan Calheiros(PMDB-AL), aconteceu na véspera da sessão que vai votar a abertura ou não de processo de impeachment da presidente Dilma no Senado.

“O vice-presidente Temer apresentou a nova configuração de proposta para o ministério com a redução de dez ministérios. Essa proposta tem apoio integral do Senado, do presidente Renan, de todos nós que lutamos para que a máquina pública pudesse ser diminuída. Acho que essa é uma resposta à sociedade que é importante”, afirmou Jucá após a reunião.

Segundo ele, entre as mudanças em estudo para a Esplanada dos Ministérios estão a fusão do Ministério dos Portos e [da Secretaria de] Aviação Civil ao Ministério dos Transportes. Uma outra possibilidade é integrar o Ministério do Desenvolvimento Agrário ao Ministério do Desenvolvimento Social. Já o Ministério das Comunicações seria incorporado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia.

“O presidente Michel irá anunciar no momento adequado, mas a ideia é reduzir dez ministérios exatamente para dar um formato menor e sobrar mais recursos”, afirmou Jucá.

Além do senador, também participou da reunião o ex-deputado do PMDB da Bahia, Geddel Vieira. Tanto Geddel quanto Jucá são nomes cotados para assumir ministérios em um eventual governo Temer.


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FIM DE NOITE
Diversos

IGUATEMI

Barragem transborda e coloca 
em risco pontes de rodovia

Equipe da Defesa Civil monitora situação

Devido as fortes chuvas registradas no Sul do Estado, a barragem do Balneário Piraí, situada as margens da rodovia MS-295, em Iguatemi, transbordou na tarde de ontem (9). Volume de chuva acumulado na região é de 260 milímetros em apenas 48 horas.

A preocupação da Defesa Civil, que vem monitorando a situação, é de que a represa se rompa de uma vez, já que as laterais estão comprometidas. Caso isto aconteça, a segurança de quem trafega pelo trecho que liga a cidade de Eldorado e as faixas de fronteira com a Argentina, pode ficar comprometida.

Primeiro suplente de Delcídio diz que pretende assumir vaga no Senado

Pedro Chaves dos Santos (PSC) tem vínculo familiar com José Carlos Bumlai.
Com patrimônio declarado de R$ 68 milhões, ele terá 30 dias para assumir.

 Pedro Chaves dos Santos (PSC-MS), senador suplente da vaga de Delcídio do Amaral (Foto: Divulgação)

 

Pedro Chaves dos Santos (PSC-MS), senador suplente da vaga de Delcídio do Amaral (Foto: Divulgação)

Com a cassação do senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS), o primeiro suplente, o empresário Pedro Chaves dos Santos (PSC-MS), será convocado a ocupar a vaga aberta no Senado. Ele terá até 30 dias para assumir a cadeira do ex-líder do governo na Casa.

A assessoria de Chaves dos Santos informou ao G1 que ele tem intenção de assumir o mandato, que se encerra em 2018.

Delcídio teve o mandato cassado por 74 votos a favor, nenhum contra e uma abstenção, em sessão realizada na noite desta terça-feira (10). O senador respondia a processo por quebra de decoro parlamentar por tentar obstruir as investigações da Lava Jato, operação da Polícia Federal que prendeu o Delcídio em novembro de 2015.   

Perfil
Formado em Economia pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Pedro Chaves dos Santos é empresário do ramo da educação em 
Mato Grosso do Sul. Ele fundou um grupo de faculdades particulares no estado, entre as quais a Universidade para o Desenvolvimento do Estado e Região do Pantanal (Uniderp).

O suplente de Delcídio vendeu parte das escolas de ensino superior que possui ao grupo Anhanguera em uma transação milionária. À Justiça Eleitoral, ele declarou ser dono de um patrimônio de mais de R$ 68 milhões.

Pedro Chaves dos Santos possui vínculo familiar com o pecuarista José Carlos Bumlai, amigo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e que está preso em regime domiciliar por suspeita de envolvimento no esquema de corrupção que atuava na Petrobras.

Uma filha do suplente de Delcídio é casada com um dos filhos do pecuarista. Bumlai é réu na Lava Jato por corrupção passiva, gestão fraudulenta e lavagem de dinheiro.

 

Forte temporal abre enorme cratera na MS-180, na cidade de Iguatemi (MS)

Barragem de concreto no rio Piraí não suportou tanta água e se rompeu.

Forte temporal abre enorme cratera na MS-180, na cidade de Iguatemi (MS)

Barragem de concreto no rio Piraí não suportou tanta água e se rompeu.

 

MS-180, em Iguatemi, quase foi engolida pela água (Foto: TV Morena)

A intensidade chuva dos últimos dias tem castigado a região sul de Mato Grosso do Sul. Na MS-180, o volume da água abriu um buraco que engoliu quase todo asfalto. E na MS-295, uma erosão foi aberta, colocando em risco dos motoristas que passam pela rodovia.


O G1 entrou em contato com a assessoria do governo do estado, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.


Em Iguatemi, município distante 451 quilômetros de Campo Grande, choveu em três dias mais do que o esperado para todo o mês de maio quando era previsto 90 milímetros de água. A meteorologia registrou na cidade desde o fim de semana 97 milímetros.


Na MS-180, mesmo com o risco por causa do buraco aberto na pista, motoristas se arriscam e tentam passar. “Vou me arriscar, não tem outra rota”, afirmou o produtor de terra José Fabiano dos Santos.

Em outra rodovia, os motoristas são avisados por uma placa de sinalização sobre alerta de risco, improvisada pelos moradores próximos da MS-295.


O nível do rio Jogui subiu cinco metros acima do normal e invadiu áreas de pastagem. A situação está mais complicada com a cheia do rio Piraí. Parte de uma barragem de concreto não suportou o volume da água e se rompeu.


A Defesa Civil do município diz que a barragem é antiga, construída nos anos 60. A instituição alerta para o risco do rompimento completo se a chuva continuar intensa. Caso isso ocorra, a força da água pode prejudicar a estrutura de uma ponte na MS-295. Com G1. 

 


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DOLAR
Diversos

Dólar fecha a terça-feira em queda e volta a ficar abaixo de R$ 3,50

Dólar perdeu 1,65% frente ao real, a R$ 3,4666; em 2016, queda é de 12%

 10/05/2016 - 16h35
Moeda americana fecha em queda (Foto: Ilustração)

O dólar fechou em queda em relação ao real nesta terça-feira (10), abaixo de R$ 3,50, com investidores de olho no cenário político com a proximidade da votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff no Senado e novamente sem atuação do Banco Central.


O dólar recuou 1,65%, a R$ 3,4666.


A moeda havia fechado abaixo de R$ 3,50 pela última vez no dia 2 de maio.

No mês de maio, o dólar acumula alta de 0,77%. No acumulado de 2016, a moeda dos EUA recua 12% frente ao real.


Na segunda-feira (9), o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), confirmou que colocará em votação na quarta-feira o pedido de abertura do processo de impeachment, que poderá culminar no afastamento temporário de Dilma, levando o vice Michel Temer a assumir o posto. 


Temer já sinalizou que Henrique Meirelles, ex-presidente do BC, será seu ministro da Fazenda, o que tem agradado os mercados, segundo a Reuters.


Na sessão anterior, o dólar chegou a subir quase 5% na máxima do dia após o presidente em exercício da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP-MA), suspender a votação do processo de impeachment na Casa. A alta perdeu força, no entanto, conforme o processo foi mantido no Senado, e a moeda terminou o dia a R$ R$ 3,5249.


À noite, o próprio deputado revogou sua decisão de anular a sessão de votação que aprovou o impeachment.


O Banco Central mais uma vez não anunciou leilão de swap cambial reverso, equivalente a compra futura de dólares, pela quinta sessão sem intervenção.


No exterior, o dólar subiu em relação a uma cesta de moedas. A moeda norte-americana teve alta ainda frente ao iene, após o ministro das Finanças do Japão alertar que o país vai intervir no mercado de câmbio se as altas "unilaterais" do iene durarem tempo suficiente que prejudiquem a economia, de acordo com a Reuters.

SIDROLÂNDIA

Jovem morre depois de ser fechado 
e bater em van da prefeitura

Conversão repentina para fazer retorno teria ocasionado o acidente

 

Edemar Silva Baroso, 24 anos, morreu hoje (9) depois de ser atingido por van da Prefeitura de Sidrolândia. Morador do Capão Bonito, ele conduzia uma moto e teria sido fechado na Avenida Dorvalino dos Santos.

O acidente, conforme o site Região News, teria ocorrido depois que o Fiat Ducato do município realizou conversão repentina à esquerda para entrar em retorno na avenida. Edemar seguia de moto logo atrás, não conseguiu frear e foi parar embaixo da van.

Equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a encaminhá-lo ao Hospital Elmiria Silvério Barbosa, onde morreu depois de uma parada cardíaca.



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senador delcidio amaral foi cassado
Diversos

Senado cassa mandato de Delcídio por 74 votos a favor e nenhum contra

Para senadores, Delcídio quebrou o decoro ao tentar obstruir Lava Jato.
Suplente Pedro Chaves dos Santos terá até 30 dias para assumir mandato.

Gustavo Garcia e Fernanda CalgaroDo G1, em Brasília

Por 74 votos a favor, nenhum contra e uma abstenção, o plenário do Senado cassou nesta terça-feira (10) o mandato do senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS) por quebra de decoro parlamentar. O mandato dele se encerraria somente em 2018.

A única abstenção foi do senador João Alberto (PMDB-MA), presidente do Conselho de Ética do Senado.

Ex-líder do governo no Senado, ele foi preso pela Polícia Federal (PF), em novembro do ano passado, por tentar obstruir as investigações da Operação Lava Jato ao oferecer R$ 50 mil mensais à família de Nestor Cerveró para tentar convencer o ex-diretor da Petrobras a não fechar um acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal (MPF).

Delcídio foi solto em fevereiro após fechar um acordo de delação premiada com a Procuradoria Geral da República. Ele ficou 87 dias na cadeia.

A decisão de cassar o mandato do senador do Mato Grosso do Sul deverá ser publicada na edição desta quarta (11) do “Diário Oficial doSenado” juntamente com um comunicado convocando o primeiro suplente de Delcídio, o empresário sul-matogrossense Pedro Chaves dos Santos (PSC-MS). O suplente terá até 30 dias para assumir a cadeira de Delcídio.

Para que Delcídio perdesse o mandato, eram necessários, pelo menos, 41 votos favoráveis. O pedido de cassação do ex-líder do governo foi protocolado no Conselho de Ética, em dezembro, pela Rede Sustentabilidade e pelo PPS.

Gravações
A conversa na qual Delcídio oferece um plano de fuga para o ex-dirigente da Petrobras 
foi gravada por Bernardo Cerveró, filho de Nestor Cerveró. No áudio, o então líder do governo diz que conversaria com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) para que os magistrados intercedessem em favor de Cerveró.

Na delação premiada, o senador cassado citou o nome de vários políticos de expressão nacional, entre eles a presidente Dilma Rousseff, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente do Senado, Renan Calheiros(PMDB-AL), e o senador e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG).

Conselho de Ética
O processo de cassação de Delcídio do Amaral no Conselho de Ética se estendeu ao longo de cinco meses. Desde que foi libertado por ordem do Supremo, o senador se manteve afastado do Senado com consecutivas licenças de saúde. Ele foi convidado quatro vezes a depor no colegiado para se defender, mas, não compareceu em nenhuma delas e o conselho desistiu de ouvi-lo.

No dia 3, o Conselho de Ética aprovou o relatório do senador Telmário Mota (PDT-RR) que recomendava a cassação do mandato de Delcídio. Em seu parecer, o relator defendeu que, pelo conteúdo da gravação, o senador sul-matogrossense infringiu o decoro parlamentar e, por isso, deveria perder o mandato.

A defesa de Delcídio, entretanto, tentou barrar a cassação alegando que o senador não estava exercendo atividade parlamentar quando foi gravado por Bernardo Cerveró. Os advogados do ex-líder do governo também afirmaram que eram bravatas as promessas que Delcídio fez ao filho de Cerveró de que iria pedir a intervenção de ministros do STF para tentar garantir a liberdade do ex-diretor da Petrobras.

Por fim, quando perceberam que era praticamente irreversível a cassação de Delcídio, os defensores propuseram que fosse aplicada uma pena mais branda do que a cassação, como perda temporária do mandato ou censura. No entanto, a proposta foi ignorada pelos senadores.

Delcídio no Senado
A única vez em que Delcídio apareceu no Senado para se defender foi nesta segunda-feira (9). Ele compareceu à sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) convocada para analisar a legalidade do relatório aprovado no Conselho de Ética.

Diante dos colegas de Senado, Delcídio pediu "desculpas" pelo constrangimento que causou aos pares e afirmou que é "acusado de obstrução de Justiça", mas que isso não é um crime grave. "Eu não roubei, não desviei dinheiro, não tenho conta no exterior. Estou sendo acusado de quê? De obstrução de Justiça", enfatizou.

Na ocasião, a análise do processo na CCJ chegou a ser adiada depois que os integrantres da comissão aprovaram, por maioria, um requerimento do senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) que solicitava ao Supremo informações adicionais sobre o caso.

Renan Calheiros, porém, barrou a manobra que daria mais tempo a Delcídio. O presidente do Senado condicionou a votação do processo de cassação de Delcídio para pautar para esta quarta-feira (11) a sessão que poderá autorizar a instauração do processo de impeachment de Dilma.

Com o ultimato, os integrantes da CCJ aceitaram apreciar no plenário a legalidade do relatório do Conselho de Ética, liberando o processo para ser votado nesta terça pelos senadores.

Político com perfil técnico
Delcídio do Amaral Gomez, 61 anos, é formado em engenharia elétrica. No começo dos anos 90, ele atuou como diretor da petroleira Shell na Holanda. O ex-líder do governo também foi ministro interino de Minas e Energia no governo do ex-presidente Itamar Franco.

Delcídio atuou ainda como diretor da Eletrosul, empresa pública que cuida do sistema elétrico na Região Sul. Ele também chegou a participar do Conselho de Administração da mineradora Vale.

Depois de transitar em cargos de alto escalão no setor de energia, Delcídio se elegeu, em 2002, senador pelo Mato Grosso do Sul. Em seu primeiro mandato, ele ganhou notoriedade nacional como presidente da CPI dos Correios, que investigou o esquema de compra de votos parlamentares em troca de apoio ao governo Lula no Congresso, o chamado mensalão do PT.

Em 2006, Delcídio concorreu a governador de Mato Grosso do Sul, mas acabou derrotado no primeiro turno. Quatro anos mais tarde, ele se reelegeu para o Senado.

Suplente
Com a cassação de Delcídio, o primeiro suplente do senador, o empresário Pedro Chaves dos Santos (PSC-MS), será convocado a ocupar a vaga aberta no Senado. O suplente terá até 30 dias para assumir a cadeira do ex-líder do governo.

A assessoria de Chaves dos Santos informou ao G1 que ele tem a intenção de assumir o mandato que se encerra em 2018.

Formado em Economia pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Pedro Chaves dos Santos é empresário do ramo da educação em Mato Grosso do Sul. Ele fundou um grupo de faculdades particulares no estado, entre as quais a Universidade para o Desenvolvimento do Estado e Região do Pantanal (Uniderp).

O suplente de Delcídio vendeu parte das escolas de ensino superior que possui ao grupo Anhanguera em uma transação milionária. À Justiça Eleitoral, ele declarou ser dono de um patrimônio de mais de R$ 68 milhões.

Pedro Chaves dos Santos possui vínculo familiar com o pecuarista José Carlos Bumlai, amigo de Lula que está preso em regime domiciliar por suspeita de envolvimento no esquema de corrupção que atuava na Petrobras. Uma filha do suplente de Delcídio é casada com um dos filhos do pecuarista. Bumlai é réu na Lava Jato por corrupção passiva, gestão fraudulenta e lavagem de dinheiro.

Outros casos
Não é a primeira vez que um senador perde o mandato por quebra de decoro parlamentar. Demóstenes Torres (GO), que era filiado ao DEM, 
foi cassado em 2012, e Luiz Estevão (DF), ex-PMDB, perdeu o mandato no ano de 2000.

Demóstenes foi acusado de quebra de decoro parlamentar por suspeita de ter utilizado o mandato para auxiliar os negócios do contraventor Carlinhos Cachoeira, preso pela Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, sob acusação de explorar jogos ilegais. Poucos dias após a prisão do contraventor, surgiram notícias do envolvimento de Carlinhos Cachoeira com Demóstenes Torres.

Demóstenes foi cassado com 56 votos favoráveis, 19 contra e cinco abstenções. Ele está inelegível até 2027.

Já Luiz Estevão perdeu o mandato sob a acusação de ter mentido no Senado ao negar envolvimento no desvio de R$ 169 milhões nas obras do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de São Paulo. A cassação de Luiz Estevão recebeu 52 votos a favor, 18 contra e dez abstenções.

Ele ficou inelegível até 2015. Atualmente, Estevão está preso no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, acusado de corrupção ativa, estelionato, peculato, formação de quadrilha e uso de documento falso nas obras do TRT de São Paulo.


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